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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

CANTAREIRA: VOLUME DE CHUVAS É O MAIOR EM 3 ANOS !!



Volume de chuvas no Cantareira

 em fevereiro é o maior

desde janeiro de 2012

 
 

Por Agência Brasil | - Atualizada às



Moradores protestam contra a falta de água em São Paulo (26/01/2015). Foto: AP Photo

 
 

Desde o dia 5 detem mês, nível vem subindo diariamente; pluviometria acumulada no mês já chegou a 257 milímetros

Agência Brasil
 
A quantidade de água armazenada na segunda cota do volume morto do Sistema Cantareira, principal manancial de abastecimento de água da região metropolitana de São Paulo, alcançou 8,9% nesta quarta-feira (18). O nível do sistema vem subindo diariamente desde o dia 5 de fevereiro, mas ainda é considerado crítico.
 
Veja fotos da situação calamitosa dos reservatórios paulistanos:
Vaca caminha pela Represa Jacareí, no dia 29 de janeiro: normalmente ali teria água. Foto: Futura Press
 
Vaca caminha pela Represa Jacareí, no dia 29 de janeiro: normalmente ali teria água.
Foto: Futura Press
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Situação calamitosa da Represa Jacareí, parte do Sistema Cantareira, no dia 29 de janeiro. Foto: Futura Press
Carro no meio na Atibainha devido ao baixo nível da represa: cenário desolador. Foto: Futura Press
Pedalinhos inutilizados na Represa Atibainha, parte do Cantareira, em janeiro. Foto: Futura Press
Represa Atibainha, em janeiro de 2015. Foto: Futura Press
Lixo surge na Represa de Atibainha, em janeiro. Foto: Futura Press
Em protesto contra a falta de água, governador Geraldo Alckmin é ironizado por manifestantes (26/01/2015). Foto: AP Photo
Em São Paulo, moradores organizaram uma passeata contra a falta de água. Foto: AP Photo
Moradores protestam contra a falta de água em São Paulo (26/01/2015). Foto: AP Photo
Protesto 'Banho Coletivo na casa do Alckmin', na manhã desta segunda-feira (23), em frente ao Palácio dos Bandeirantes. Foto: Futura Press
Falta de água em São Paulo se agrava e motiva protestos . Foto: AP Photo
Represa do Jaguari, na cidade de Vargem, em setembro; veja mais imagens da situação dos reservatórios do Sistema Cantareira. Foto: Luiz Augusto Daidone/Prefeitura de Vargem
Represa do Jaguari, na cidade de Vargem, em foto de setembro. Foto: Luiz Augusto Daidone/Prefeitura de Vargem
Represa do Jaguari, na cidade de Vargem, em foto de setembro. Foto: Luiz Augusto Daidone/Prefeitura de Vargem
Obras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura Press
Obras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura Press
Obras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura Press
Obras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura Press
 Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press
 Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press
 Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press
 Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press
 Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press
 Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press
 Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press
Sistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia Stavis
Sistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia Stavis
Sistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia Stavis
Sistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia Stavis
Sistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia Stavis
Sistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia Stavis
Sistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia Stavis
Sistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia Stavis
Sistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia Stavis
Sistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia Stavis
A primeira cota do volume morto – reserva abaixo das comportas de captação que injetou 182,5 bilhões de litros de água no sistema – começou a ser disponibilizada em maio do ano passado e a segunda cota (com 105 bilhões de litros de água) teve início em novembro, quando o volume do sistema tinha atingido 10,6%.  

Fevereiro é considerado o mês em que mais choveu no sistema desde janeiro de 2012, segundo informações da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo.
 
Até esta quarta-feira, a pluviometria acumulada no mês já alcançou o volume de 257,0 milímetros (mm), superando a média histórica esperada para o mês, estimada em 199,1 mm.
 
 
O período mais recente a registrar o maior índice de chuvas no sistema foi em janeiro de 2012, quando a pluviometria acumulada alcançou o volume de 336,5 mm.
O mais seco foi registrado em agosto de 2012, com apenas 0,7 mm, quando o esperado para o mês era 36,9 mm.
No ano passado, o mês que registrou mais chuvas foi março, com pluviometria acumulada de 193,3 mm, acima da média histórica para o mês (184,1 mm).
 
O periodo mais seco em 2014 foi registrado em  junho, com 15,8 mm de chuva acumulada, abaixo do volume esperado para o mês (56 mm).

Os níveis dos demais sistemas que abastecem a Grande São Paulo também subiram.
 
O Alto Tietê passou de 15,2% para 16,3%.
 
O Guarapiranga subiu de 55,6% para 56,3%.
 
O Alto Cotia passou de 34,7% para 35,3%,
 
o Rio Grande de 82% para 82,9% e
 
o Rio Claro de 33,2% para 34,6%.
 
 
 

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