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COM JESUS É POSSÍVEL SER FELIZ E VENCER TODO DIA

Quantas vezes nos sentimos sem rumo e pensamos não ter com quem contar. Jesus é o nosso melhor amigo.
Quando conhecemos a Jesus e a Ele nos entregamos descobrimos uma vida completamente nova que está
disponível a todas as pessoas.
Este espaço é um convite para conhecer e praticar o que a Palavra de Deus nos ensina durante todos os dias da nossa vida.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

PERCEPÇÃO AGUÇADA





Você é um sensitivo? 

Você é um sensitivo?


por Gisela Campiglia
Ser sensitivo não é coisa rara como muitos pensam, alguns preferem usar a palavra médium e outros gostam de chamar essas pessoas de paranormais.
 
No entanto, o médium, além de possuir sensibilidade aguçada, atua como intermediário na comunicação entre a dimensão espiritual e a material.
 
O que diferencia esses indivíduos é a profunda capacidade de percepção referente à captação de energias.

São pessoas que têm facilidade em sentir a vibração contida em objetos, lugares, situações e também em outras pessoas.
 
Dependendo do grau de sensibilidade, assim como da personalidade desses sensitivos, é possível que sofram influência das energias captadas em seu campo mental, emocional e físico.

Quando o paranormal não tem consciência de sua sensibilidade, facilmente pode se tornar uma vítima de sua própria natureza.
 
Por exemplo, ao estar próximo de alguém com dor de cabeça, o sensitivo assimila a dor como se fosse sua, acabando por ingerir analgésicos desnecessariamente.
 
Essa absorção não precisa ocorrer somente quando há proximidade física, uma simples conversa ao telefone, ou bate papo via internet, também pode resultar na influência das emoções de outra pessoa em seu campo energético.
 
Saber lidar com essa habilidade natural define a qualidade de vida do sensitivo, afinal, ser afetado pela energia das emoções e pensamentos alheios pode se tornar um verdadeiro tormento.

Uma das características comuns a esse tipo de pessoa é a dificuldade em assistir os trágicos noticiários veiculados na televisão, eles sentem as dores do mundo com maior intensidade, sendo invadidos por uma verdadeira tsunami psicoemocional.
 
Frequentar lugares lotados como jogos de futebol, shopping centers e shows de rock pode ser muito desagradável, a grande mistura de energias lhes causa mal-estar.
 
Comprar objetos usados em locais como brechós e sebos não é uma preferência, pois sentem a energia do antigo dono.
 
A bagunça no lar incomoda, ela traz uma sensação de peso e bloqueia sua energia que também fica em desordem.
 
Muitos sensitivos não comem carne, não por considerarem o sabor desagradável, essa preferência se deve à capacidade de sentir a energia dos alimentos, captam o sofrimento do animal abatido que fica impregnado na carne.

Na tentativa de anestesiar o desconforto causado pela sua hiper sensibilidade, alguns desses paranormais acabam se entregando aos vícios, usando drogas e ingerindo bebidas alcoólicas em excesso, trata-se de uma forma inconsciente de autoproteção das desagradáveis sensações captadas.
Essas pessoas precisam de momentos de solidão para se interiorizar, ficando livres de influências externas e reencontrado seu centro.
 
Os lugares de natureza também são por eles valorizados, pois mesmo de forma inconsciente, limpam-se nestes locais sentindo-se revigorados.

Mas, os sensitivos não convivem apenas com os aspectos negativos de sua natureza.
 
Essa sensibilidade tem o poder de guiá-los por entre as falsidades do mundo em direção à verdade.
 
Uma vantagem inigualável é conseguir enxergar além das aparências logo à primeira vista, é impossível mentir para eles. Identificam quais são as pessoas perigosas, assim como, as pessoas de bom coração, selecionando com qualidade seus relacionamentos íntimos.
 
Sabem de coisas que nunca lhes foram ditas, ou estudadas.
 
Sempre que estão em equilíbrio, usam intuitivamente sua capacidade optando pelas melhores decisões de vida.
 
Percebem com facilidade a presença de seu anjo de guarda e as vibrações divinas, absorvendo-as intensamente.
 
Bem utilizado esse dom funciona como um verdadeiro guia de vida, uma proteção constante.

A personalidade do sensitivo direciona suas captações energéticas, pessoas que têm como hábito se intrometer na vida alheia, ou seja, pessoas que vivem a maior parte do tempo interessadas no que esta fora delas, costumam funcionar como esponjas energéticas.
 
O mesmo acontece com pessoas que vivem centradas em si, mas não sabem dizer não aos outros.
 
A falta de prática em colocar limites permite a constante invasão alheia em sua vida; essa característica de personalidade se reflete tornando-as facilmente invadidas por interferências energéticas externas.

A educação desta sensibilidade aguçada é a solução para o sofrimento dos sensitivos.

Estar focado em si puxa essa sensibilidade para dentro, evitando as interferências indesejadas.
 
Estar focado no exterior direciona a captação para fora.
 
É o foco de sua atenção que guia a conexão.
 
Aprendendo a controlar como e quando usar essa habilidade, o sensitivo viverá em paz colhendo apenas os bons frutos de sua percepção aguçada.
 

por Gisela Campiglia    
Palestrante, estudo e pratico Auto conhecimento desde 1985,
hoje compartilho essa Sabedoria. 
Formação: Psicologia Junguiana,Física Quântica, Bioenergia, Metafísica
e Espiritualista.
 

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

MANUAL PARA SUBIR MONTANHAS




Leitura de 1 minuto:
 
 
 
Manual de subir montanhas




1] Escolha a montanha que deseja subir
 não se deixe levar pelos comentários de outros, dizendo “aquela é mais bonita”, ou “esta é mais fácil”. Você irá gastar muita energia e muito entusiasmo para atingir seu objetivo, portanto é o único responsável, e deve ter certeza do que está fazendo.
 
 
 
2] Saiba como chegar diante dela:
muitas vezes, a montanha é vista de longe – bela, interessante, cheia de desafios. Mas quando tentamos nos aproximar, o que acontece? As estradas a circundam, existem florestas entre você e e seu objetivo, o que aparece claro no mapa é difícil na vida real. Portanto, tente todas os caminhos, as trilhas, até que um dia você está em frente ao topo que pretende atingir.
 
 
 
3] Aprenda com quem já caminhou por ali:
por mais que você se julgue único, sempre alguém teve o mesmo sonho antes, e terminou deixando marcas que podem facilitar a caminhada; lugares onde colocar a corda, picadas, galhos quebrados para facilitar a marcha. A caminhada é sua, a responsabilidade também, mas não se esqueça que a experiência alheia ajuda muito.
 
 
 
4] Os perigos, visto de perto, são controláveis:
quando você começa a subir a montanha dos seus sonhos, preste atenção ao redor. Há despenhadeiros, claro. Há fendas quase imperceptíveis. Há pedras tão polidas pelas tempestades, que se tornam escorregadias como gelo. Mas se você souber onde está colocando cada pé, irá notar as armadilhas, e saberá contorna-las.
 
 
 
5] A paisagem muda, portanto aproveite:
claro que é preciso ter um objetivo em mente – chegar ao alto. Mas à medida que se vai subindo, mais coisas podem ser vistas, e não custa nada parar de vez em quanto e desfrutar um pouco o panorama ao redor. A cada metro conquistado, você pode ver um pouco mais longe, e aproveite isso para descobrir coisas que ainda não tinha percebido.
 
 
 
6] Respeite seu corpo:
só consegue subir uma montanha quem dá ao corpo a atenção que merece. Você tem todo o tempo que a vida lhe dá, portanto caminhe sem exigir o que não pode ser dado. Se andar depressa demais, irá ficar cansado e desistir no meio. Se andar muito devagar, a noite pode descer e você estará perdido. Aproveite a paisagem, desfrute a água fresca dos mananciais e das frutas que a natureza generosamente lhe dá, mas continue andando.
 
 
 
7] Respeite sua alma:
não fique repetindo o tempo todo “eu vou conseguir”. Sua alma já sabe isso, o que ela precisa é usar a longa caminhada para poder crescer, estender-se pelo horizonte, atingir o céu. Uma obsessão não ajuda em nada a busca do seu objetivo, e termina por tirar o prazer da escalada. Mas atenção: tampouco fique repetindo “é mais difícil do que eu pensava”, porque isso o fará perder a força interior.
 
 
 
8] Prepare-se para caminhar um quilômetro a mais:
o percurso até o topo da montanha é sempre maior do que o que você está pensando. Não se engane, há de chegar o momento em que o que parecia perto ainda está muito longe. Mas como você se dispôs a ir além, isso não chega a ser um problema.
 
 
 
9] Alegre-se quando chegar ao cume:
chore, bata palmas, grite aos quatro cantos que conseguiu, deixe que o vento lá em cima (porque lá em cima está sempre ventando) purifique sua mente, refresque seus pés suados e cansados, abra seus olhos, limpe a poeira do seu coração. Que bom, o que antes era apenas um sonho, uma visão distante, agora é parte da sua vida, você conseguiu.
 
 
 
10] Faça uma promessa: aproveite que você descobriu uma força que nem sequer conhecia, e diga para si mesmo que a partir de agora irá usa-la pelo resto de seus dias. De preferência, prometa também descobrir outra montanha, e partir para uma nova aventura.
 
 
 
11] Conte sua história: sim, conte sua história. Dê seu exemplo. Diga a todos que é possível, e outras pessoas então sentirão coragem para enfrentar suas próprias montanhas.
 
 
 
 
AO LONGO DO CAMINHO PERGUNTE-SE, MEDITE E RECEBA AS RESPOSTAS PARA AS SEGUINTES PERGUNTAS SOBRE VOCÊ MESMO:
 
A) QUEM É VOCÊ ?
 
B) QUEM ESTÁ AÍ ?
 
 

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

PASSAGEM TÃO RÁPIDA DO TEMPO


 
 
 
Você sabe por que tem a sensação de que os anos passam cada vez mais rápido?


Reprodução

 

Fatores cerebrais e de amadurecimento são os principais responsáveis pela sensação  
 
 


A decoração de Natal já adotada por alguns shoppings choca e leva ao pensamento de que 2014 já está acabando.
 
Mais um ano que passou muito rápido e que, quando menos esperávamos, já está no fim.
 
A Copa passou e as eleições já estão no final.
 
Mas por que temos a sensação de que anos novos sempre passam mais rápido do que os anteriores?

O site The Mind Unleashed ouviu especialistas e fez artigo no qual explica melhor a sensação de que, ano após ano, o tempo parece passar mais rápido.
 
Alguns psicólogos, por exemplo, acreditam que essa sensação tem ligação direta com a quantidade de memórias afetivas que temos.


De acordo com esses especialistas, com o passar do tempo vamos tendo cada vez menos memórias inéditas - o primeiro beijo, a primeira viagem, a primeira paixão - e por isso temos mais dificuldades em separar as lembranças com um grande espaço de tempo entre elas.
 
Com isso, nossa noção de tempo acaba sendo baseada em intervalos de emoções menores e mais insignificantes para a memória.


O envelhecimento também leva à diminuição da produção de dopamina no cérebro.
 
A substância é responsável, entre outras, por liberar as sensações de prazer e também por fortalecer a memória.
 
Mais uma vez, então, a passagem de tempo parece acontecer mais rapidamente conforme envelhecemos pelo fato de que nosso cérebro perde aos poucos a capacidade de armazenar o mesmo número de eventos marcantes se comparado ao período da infância.
 


Ainda é considerável nessa variação o instinto humano de economizar energia sempre que possível.
 
 
Assim, nossa mente entra no piloto automático em muitas situações cotidianas que acabam passando batidas pela memória, contribuindo para a sensação de aceleração do tempo.
 
Por termos mais atividades corriqueiras do que memórias marcantes, olhamos sempre para as emoções que marcaram nossas vidas e nos surpreendemos com o vácuo entre elas.
 
Por conta disso, temos sempre a sensação de que os anos, conforme eles passam, avançam mais rapidamente.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

PRONTOS PARA A PROSPERIDADE ??




Prosperidade:
Será Que Você Está Pronto? Descubra...


 

Prosperidade: Será Que Você Está Pronto? Descubra...

 por Andre Lima
 
 

Todo mundo fala que deseja uma vida mais plena e próspera.
 
Mas será que você está pronto pra isso?
 
Prosperar significa realizar-se profissionalmente e ao mesmo tempo construir uma vida material confortável.
 
 
 
          
Todo mundo fala que deseja uma vida mais plena e próspera. Mas será que você está pronto pra isso?
 
Prosperar significa realizar-se profissionalmente e ao mesmo tempo construir uma vida material confortável. E, é claro, existem ainda outros aspectos, como saúde e relacionamentos, que são fundamentais para que possamos ter uma vida plenamente feliz.

Porém, nesse texto, eu vou focar na prosperidade material e profissional. E quando eu pergunto se você está pronto pra isso, é por que a maioria das pessoas não está, e, o pior de tudo, nem sabe que não estão.

Você provavelmente conhece pessoas que são inteligentes, competentes e esforçadas, mas que, simplesmente, não conseguem crescer.
 
Provavelmente, elas se sentem injustiçadas e não conseguem entender a razão pela qual isso acontece.
 
Comigo foi assim durante muito tempo. Foram sete anos de sofrimento enquanto eu ainda trabalhava como engenheiro na minha própria empresa. Tudo dava errado no lado profissional e financeiro. A cada dia eu ficava mais endividado.

Eu não entendia por que as coisas não davam certo, afinal de contas, eu me dedicava muito e aqueles resultados pareciam muito injustos. Parecia que eu tinha muito azar.
 
Entretanto, depois que eu comecei a buscar autoconhecimento e desenvolvimento pessoal, fiz várias descobertas chocantes.

Eu sentia culpa em ter dinheiro. Eu me sentia um explorador dos funcionários.

Eu me sentia culpado quando eu ganhava uma licitação e sentia pena dos concorrentes que tinham perdido.
 
Eu sentia que não era justo ganhar dinheiro, enquanto tanta gente passava fome. Eu achava que o fato de ganhar dinheiro poderia me afastar da minha essência.
 
Eu tinha sérias crenças de que o mercado é difícil, que pra ganhar bem tem que se matar de trabalhar, que é preciso ter muita sorte etc..

Eu tinha tantos problemas na minha autoestima, que, pasmem, passei 7 anos com um sócio totalmente desequilibrado e desonesto.

Com a intensificação do sofrimento, comecei a achar que era karma, problema espiritual ou sei lá o que.
 
E olhe que naquela época eu não tinha nenhum contato com esses assuntos. Mas era essa explicação que surgia na minha mente, já que eu não conseguia entender.
 

Com tudo isso, como eu poderia prosperar?
 
Simplesmente, eu não estava preparado pra isso.
 
Eu só olhava pro lado intelectual e prático. Se eu era inteligente e agia, não fazia sentido que as coisas dessem tão errado.

Entretanto, eu não fazia a menor ideia de que a culpa em ter dinheiro, a sensação de ser um explorador e essas outras crenças que eu carregava, influenciavam de uma forma profunda as minhas escolhas e ações.
 
Essa negatividade me levava, de forma inconsciente, a um profundo processo de autossabotagem. Sem perceber, eu só entrava em projetos furados. Só escolhia o que não ia dar certo. Não enxergava o que era óbvio hoje em dia.

Sorrateiramente, essas crenças influenciavam na minha forma de divulgar o meu trabalho, na postura diante do cliente, do sócio, funcionários, me levando ao fracasso. Minha intuição me enganava frequentemente. Eu achava que estava tomando a melhor decisão, mas, no final das contas, eu via que não. Isso desde a troca de um funcionário até decisões estratégicas dentro da empresa.

Eu era o meu maior inimigo. As minhas crenças eram, na verdade. Eu só comecei realmente a prosperar quando comecei a descobrir e limpar todos esses pensamentos, crenças limitantes e uma série de problemas de autoestima.

O preparo mais fundamental e básico para a prosperidade tem que ser no nível emocional e mental (crenças, pensamentos e sentimentos). Todo o resto vem depois. Sem essa base pronta, você pode ter toda a competência do mundo, fazer mil cursos, mas, mesmo assim, terá grande dificuldade de crescer.

Entretanto, a maioria das pessoas foca no preparo intelectual e ignora esse lado interior mais profundo. É o que eu chamo de "analfabetismo emocional". Eu também já fui um analfabeto. E dos brabos.

E foi através desse aprendizado e superação dessas dificuldades que, não somente a minha vida profissional se transformou completamente, mas também consegui ajudar outras pessoas nesse caminho pra que elas pudessem aprender tudo isso sem sofrimento.
 
 

sábado, 11 de outubro de 2014

ONDE ESTÃO AS RESPOSTAS ??




Onde estão as respostas


    por Elisabeth Cavalcante









Sempre que a vida nos apresenta desafios e temos a necessidade de responder a eles, buscamos ansiosamente uma luz que nos aponte onde encontrar as respostas.



Inicialmente, procuramos por elas na mente, pois este é o modo que nos ensinaram a lidar com os problemas, através da razão, da análise fria e objetiva dos fatos.
O conceito de conhecimento com o qual estamos familiarizados é aquele oriundo do intelecto - dos ensinamentos que recebemos, dos livros que lemos e dos diversos conceitos que assimilamos, a partir destas experiências.
Entretanto, em muitas circunstâncias, descobrimos surpresos que todo este aparato se revela inútil para nos ajudar. Geralmente estas são ocasiões relacionadas a vivências que detonam tempestades emocionais.

 E, nessas horas, a mente nada pode fazer por nós. A sabedoria que nos direciona, para o equilíbrio e a paz interior, é oriunda de uma outra fonte.
Somente um profundo conhecimento acerca de quem verdadeiramente somos, é que pode nos levar ao encontro das respostas adequadas. E este mergulho interior exige um despojamento total das limitações e censuras do ego.
A verdade que observamos pode, muitas vezes, contrariar o que a ilusão egóica nos fazia crer. Mas, não há outro caminho para o desenvolvimento da sabedoria, virtude sem a qual continuaremos andando em círculos, como cegos num labirinto.
Portanto, abandonar os esforços inúteis e voltar-se para dentro, é a única forma de encontrar o que buscamos. E, então, poderemos finalmente relaxar e trocar a ansiedade e o medo, pela alegria.
"Conhecimento não é sabedoria Tente perceber... É tão barato se tornar culto! Escrituras, bibliotecas e universidades estão aí: é tão fácil se tornar culto! E quando você se torna culto você fica num espaço muito sensível, pois o ego gostaria de acreditar que aquele é seu conhecimento - não somente instrução, mas sua sabedoria. O ego gostaria de transformar conhecimento em sabedoria - e você começará a acreditar que sabe. Mas você nada sabe, apenas conhece livros e o que está escrito neles. Talvez esses livros foram escritos por outras pessoas iguais a você. Na verdade, se você ler dez livros, sua mente se tornará tão repleta de lixo que você desejará despejá-lo. O que mais você vai fazer com isso? Você precisa descarregar. Simplesmente permaneça com a vida que está dançando em você, respirando em você, viva em você. Você precisa chegar mais perto de você mesmo para conhecê-la. Talvez você esteja demasiado longe de você mesmo. Suas preocupações o levaram longe. Você precisa voltar pra casa. ...Você pode fingir, mas quem você está enganando? Você não está enganando a ninguém, exceto você mesmo. E qual é o propósito em enganar? O que você vai ganhar? ...Você conhece sua face somente no espelho, a partir do exterior, pois você não está atento. Se começar a ficar atento, sentirá sua face a partir do interior - e essa é uma rica experiência, observar a si mesmo a partir do interior... Então, lentamente, coisas estranhas começam a acontecer... Pensamentos, sentimentos, emoções desaparecem, e há um silêncio o envolvendo. E você é como uma ilha no meio de um oceano de silêncio...

Osho



 
 

terça-feira, 7 de outubro de 2014

TERRA MAIS QUENTE QUE AS PROJEÇÕES




A Terra está ficando quente muito mais rápido do que pensávamos

       
© Reprodução 
                         
Sabemos que o planeta está ficando mais quente - mas acontece que isso está acontecendo muito mais rápido do que imaginávamos.
 
Nossos cientistas subestimaram o aquecimento global devido a relatos de temperatura imprecisos feitos nos oceanos do sul.
 
Segundo a New Scientist, uma equipe do Lawrence Livermore National Laboratory na Califórnia, EUA, comparou medições diretas dos mares com dados de satélites e modelos climáticos.
 
Os dados sugerem que os oceanos do hemisfério sul absorveram mais do que o dobro do calor preso na nossa atmosfera do que o anteriormente calculado.
 
De fato, os resultados sugerem que os oceanos do mundo estão atualmente absorvendo algo entre 24% e 58% mais energia do que pensávamos.
 
Isso significa que possivelmente subestimamos como nosso mundo está esquentando - já que os oceanos do sul estão trabalhando duro para dar conta do recado. Os resultados foram publicados na Nature Climate Change.
 
 
 
O estudo considera o período entre 1970 e 2003.
 
O motivo da discrepância?
 
Durante esse período, os oceanos do norte eram bastante frequentados por navios de carga enquanto os do sul não tinham muitas rotas comerciais - e são esses navios que gravam os dados de temperatura. Então os cientistas trabalhavam como um conjunto de dados limitado que era impreciso.
 
 
Nos anos recentes, uma rede de boias chamada Argo foi implantada - então não devemos incorrer nos mesmos erros novamente.
 
 
 
 
 
Imagem por Moyan Brenn sob licença Creative Commons

sábado, 4 de outubro de 2014

DOM... SEMPRE UMA BENÇÃO




Dom... sempre uma bênção 

Dom... sempre uma bênção


:: Rubia A. Dantés ::
Nessa semana, algumas pessoas me perguntaram sobre o Dom, porque sentem esse chamado...

 Acho que nossa experiência sempre pode facilitar o caminhar do outro, assim como as experiências do outro facilitam o nosso... Afinal, Somos Todos Um.

Na minha história com o Dom, tive que enfrentar muitos desafios.
 
O primeiro deles foi justamente comprar um computador que seria a ferramenta que me ajudaria muito a manifestá-los...
 
Alguma parte minha queria a todo custo que eu não fizesse isso, por memórias equivocadas ligadas ao uso dos dons... e isso se apresentava como uma verdadeira aversão ao computador... um medo inconsciente que nem me permitia entrar em contato.

 Quando já não aguentava mais fazer o que fazia e não sabia que poderia fazer... cheguei inesperadamente a um texto do livro "As Sete Leis Espirituais do Sucesso" do Deepak Chopra.

 Encontrei-o sobre uma mesa e abri... e o que li me encheu de esperanças... Abri na lei do Dharma ou Propósito Divino

 "Ou seja, você tem um talento só seu. Ele é único na sua expressão e tão específico que ninguém mais em todo o planeta tem um igual, ou maneira parecida de expressá-lo. Isto significa que há uma coisa que você pode fazer e de um jeito melhor do que qualquer outra pessoa sobre a Terra. Quando você está fazendo essa coisa, perde a noção do tempo. E, quando está expressando esse talento único - muita gente tem mais de um talento - você penetra na consciência atemporal".
 

 e no final ele aconselha o seguinte:

"Você pode colocar a Lei do Dharma em ação assumindo o compromisso de dar os seguintes passos:
1) Nutrir amavelmente, hoje, a divindade que habita em você, no fundo da sua alma. Prestar atenção ao seu espírito, que anima o seu corpo e a sua mente. Despertar desse profundo sono dentro do seu coração. Carregar consigo a consciência da atemporalidade, do ser eterno, em todas as experiências limitadas pelo tempo.

2) Fazer uma lista dos seus talentos únicos. Depois, outra lista das coisas que adora fazer quando está expressando esses talentos. Diga, então: "Quando eu os expresso e os ponho a serviço da humanidade, perco a noção do tempo e crio abundância em minha vida, bem como na vida dos outros?"

3) Perguntar a si mesmo diariamente: "Como posso servir?" e "Como posso ajudar?" As respostas a essas perguntas permitirão ajudar e servir aos seus semelhantes, com amor".
 

 Naquela época, eu sabia bem o que "não" queria mais fazer, na verdade meu corpo já não aguentava mais aquele trabalho, não que fosse pesado, mas porque já não tinha nenhuma sintonia, e sentia um chamado... que não tinha a menor ideia do que fosse.

 Então, ler aquelas palavras naquele pequeno e precioso livro, me encheu de esperanças... foi como ver descrito em palavras, o que minha Alma me indicava sem que eu conseguisse decodificar.

 Muitas vezes nossas memórias impedem essa comunicação, por medo...

 Quando li aquilo e tive certeza que era o que buscava, comecei a perguntar ao Universo!


 Qual é o meu Dom e como posso usar para melhor servir?

Perguntava muito... Claro que não tinha a menor ideia do que poderia ser e nem que passaria pelo computador... se soubesse, com certeza daria um jeito de sabotar.

 Mas o Universo logo deu um jeitinho de despistar minhas memórias, levando-me a comprar um computador, porque adorei um joguinho que experimentei um dia assim por acaso.
 
E... num impulso inexplicável me vi com um computador no quarto.


 Parece que aquilo aconteceu tão sem passar pela minha razão que me perguntei.
 
O que eu estou fazendo com esse computador no meu quarto? Assustada por ter adquirido algo que não gostava...

 Mas a resposta veio logo, quando uma manhã... (como já contei em outro texto) acordei com aquela sensação de sono que às vezes me acontece quando tenho alguma experiência em outro nível. É um sono diferente... é como se fosse uma vontade de entrar fundo em mim mesma. Deitei-me e fiquei assim naquele estado, enquanto ouvia a voz de minha mãe que conversava ao telefone na sala ao lado.

 Comecei a sentir um ritmo diferente, um tipo de um pulsar ritmado... bem nítido, e ouvi uma voz que me falava assim:
- Eu vou te ensinar a trabalhar com o computador.

 O meu lado racional se dava conta que eu ouvia claramente a voz de minha mãe ao telefone e que estava bem acordada... e, ao mesmo tempo, vivia uma experiência que também era muito real e até eu diria, pelo tipo de vivacidade e de luminosidade, que parecia mais real. O que diferenciava as duas, era esse pulsar ritmado... bem perceptível.

 Descobri-me na frente de um aparelho, que penso ser um tipo de computador, com uma tela bem grande; do meu olho esquerdo saía uma luz que também tinha um ritmo e essa luz focava a tela.

 E eu enxergava o que estava além da tela... aquela luz ritmada me mostrava o funcionamento do aparelho.

E o que via eram números... muitos números em movimento... como se fossem frações... um número em cima do outro e esses números como que acionavam teclas que mantinham um movimento, (acho que os números eram 1 e 2) e mudavam de lugar... era um constante movimento de números... e a minha razão sempre atenta ao fato de que ao mesmo tempo minha mãe continuava ao telefone e que, portanto, eu estava bem acordada e vivenciando duas realidades ao mesmo tempo...

Nesse ponto, eu olho a parede em cima do aparelho e vejo que consigo projetar tudo que estava vendo com o foco de luz que sai do meu olho. Como se decodificasse o que via, transformando em imagem.

A partir dessa experiência, aprendi sozinha a desenhar no computador e ali o tempo parava e era só o que queria fazer... As Mandalas e as imagens foram chegando e outros sonhos e experiências me faziam entender que a ferramenta que eu tanto rejeitei foi onde consegui expressar meus Dons.

E o que o Chopra explicava no livro sobre perder a noção do tempo e muito mais maravilhas eu podia sentir ao trabalhar com meus Dons.
 
Claro que foi um longo caminho e ainda sei que vai ser, mas, você percorrer esse caminho fazendo o que ama, podendo ser fiel à sua Alma não tem preço e todas as dificuldades que nossas memórias querem nos impor, tornam-se bem mais suaves porque, no tempo que você se dedica a expressar os seus Dons, parece que você penetra em um intervalo... um oásis do meio do caos que está esse nosso mundo. Estar nesse espaço é uma bênção...

Por isso... se você sente um chamado... algo que você nem sabe ainda definir, ouse seguir por onde indica o seu coração. Pergunte ao Universo quais são seus Dons e como usar para melhor servir. E abra mão de tudo que você acredita que gosta e que não gosta... ouse desafiar seus medos e suas memórias porque seus Dons podem estar justamente onde você menos espera...

 Mas, pela alegria que é poder trabalhar com eles, vale enfrentar qualquer desafio que queira impedi-la de entrar em contato. Vivenciar os Dons é muito melhor do que você jamais imaginou...
Se você sente o chamado... vá em frente... com certeza, sua Alma vai junto!

 
 
Rubia A. Dantés
é Designer,
cria mandalas e
ilustrações em conexão...

VIDA & PREDADORES






A vida após você se resgatar de um predador emocional 

A vida após você se resgatar de um predador emocional


:: Silvia Malamud ::
Sempre comento com meus pacientes que anos após o resgate de si mesmos é que irão se dar conta da real dimensão do que passaram enquanto estiveram sequestrados por tais predadores emocionais.

Os resgatados precisam tomar cuidado redobrado para não ficarem ativados em situações que absolutamente nada têm a ver com os fatos ocorridos anteriormente. Inúmeras vezes situações corriqueiras ainda poderão acionar nessas pessoas aceleração cardíaca, angústia, tremores, sensações de queimação na área do peito, barriga, estômago, entre outras. Tudo isso porque os sistemas físicos e a alma ainda não se recuperaram plenamente dos traumas que esse tipo de relação devastadora promove.

Aqui estão alguns breves relatos autorizados de lembranças traumatizadas que pacientes pós-resgate tiveram durante as sessões de reprocessamento em terapia de EMDR e Brainspotting. Lembrando que essas terapias têm a capacidade de espontaneamente colocar o paciente em várias situações que foram danosas a fim de serem redimensionadas.

Com este tipo de ajuda terapêutica, a inteligência de sobrevivência vai tecendo uma espécie de colcha de retalhos sobre todo o ocorrido, extravasando, ao mesmo tempo em que reescreve as emoções e pensamentos disfuncionais que ficaram nas situações traumáticas. Modifica a compreensão de memórias danosas, fortalecendo e resgatando recursos pessoais até que se chegue na cura emocional.

Cenas que vieram durante o reprocessamento: "Ele sabia como me desestabilizar. Eu tinha uma urgência muito grande para resolver algo que ele dizia que não era bom no momento, o que ativava meu grande mal-estar. A partir daí, a conversa não fluía mais e eu falava sempre sozinha; eu chorava muito e ele nunca falava nada. Se eu quisesse ir embora dava na mesma. Não fazia questão de sequer me acalmar. Quanto mais ele me deixasse desestabilizada, mais ele gostava. O único jeito era ficar ao lado dele"...

"Quando eu queria ir embora, ele vinha tão bonzinho, carinhoso e eu ficava confusa achando que eu poderia ter sido muito severa".

"Frequentemente, ele falava e me acusava de coisas que eu não havia feito".

"No começo me despertou coisas tão boas e depois virou do avesso.
Sua presença, preocupação... marcava as minhas consultas para eu ir ao médico. Eu me sentia cuidada quando me dava remédios, mesmo quando ele era tão ruim comigo. Lembranças de momentos difíceis com ele, sensação de impotência e de desespero, desconforto no peito eram constantes".

"Hoje vejo que ele fazia coisas, às vezes pelo telefone, que eram apenas para me despertar desespero; por qualquer motivo inesperado, ele mudava drasticamente de humor e dizia: agora não quero mais conversar e não dava mais respostas dizendo, "sim", "não", "tá" e isso me colocava numa ansiedade em busca de respostas; eu tentava ficar quieta esperando passar... pedindo-me para não ir na casa dele e, enquanto falava isso, eu ia colocando roupas numa sacolinha e ia lá... e eu chegava na casa dele e ele com aquela cara muito feia me dizia: você veio aqui para conversar? E nessas ocasiões, o que era sempre, ele me dizia: "Você é a santa, né? Você não faz nada"... E falava que se eu o obedecesse, eu seria mais feliz. No começo, quando eu ainda tinha forças, dizia que ele era insaciável, que queria alguma coisa que não existe. Com o tempo, fui me calando, adoecendo mais e mais... Não sei como fui cair nisso"...

Algumas cenas do reprocessamento, quando os pacientes começam a acessar seus próprios históricos pessoais, onde preparavam as redes que facilitam serem presas destes narcisistas perversos:
"Descobri que sempre quis superar expectativas. Quando a pessoa muda estando comigo, o primeiro ímpeto é fugir e o segundo é mudar de atitude, ser mais agradável... e quando funciona tento me adaptar cada vez mais, mas fico magoada. Falo dessa mágoa, mas quando falo é incômodo, eu me adapto e minto para mim mesma. Lembro agora que fazia isso em casa, com a minha mãe... Tentativas de não sentir aquilo que estou sentindo. Ou porque acho que estou exagerando, ou se tenho tanto medo da pessoa escapar, ir embora e não me amar, faço de conta que a pessoa não está fazendo isso comigo. Quando se trata de alguém muito próximo, eu me vejo escrava. Adapto-me ou abro mão?"...

No caso das vítimas desses predadores, é importantíssimo um processo terapêutico para a total recuperação da vida dela. Como se a pessoa voltasse de uma guerra apenas com o próprio corpo. Quem passou ou está passando por semelhante situação sabe o que isso significa e como todo o tipo de ajuda também é importante.

Ocorre que todos nós crescemos, mas a nossa máquina cerebral ainda pode estar enviando informações antigas sobre nós mesmos, fazendo-nos agir do modo que não desejamos; todas as áreas da existência ficam comprometidas quando você não se atualiza.

Quando você atravessa a moldura de algum impacto emocional, que usualmente costuma lhe cercar, reprocessa o tempo que deu início a todo este cabedal mudando toda a configuração deste cenário. Pensamentos, sentimentos e crenças, antes mal focadas, conseguem definitivamente realizar o seu fluxo contínuo como se fosse um rio límpido correndo livre, sem desvios ou quaisquer outros 'impedidores'.