Seguidores

COM JESUS É POSSÍVEL SER FELIZ E VENCER TODO DIA

Quantas vezes nos sentimos sem rumo e pensamos não ter com quem contar. Jesus é o nosso melhor amigo.
Quando conhecemos a Jesus e a Ele nos entregamos descobrimos uma vida completamente nova que está
disponível a todas as pessoas.
Este espaço é um convite para conhecer e praticar o que a Palavra de Deus nos ensina durante todos os dias da nossa vida.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Um Vence Mil e Dois Dez Mil

“Como poderia ser que um só perseguisse mil, e dois fizessem fugir dez mil, se a sua Rocha os não vendera, e o SENHOR os não entregara” Deuteronômio 32.30

Introdução: As promessas de Deus o Pai ao seu povo é tão grande que é difícil a nossa capacidade de assimilá-la, pois, em qual lugar, ou ainda qual será o deus que se assemelhará ao Criador e Senhor de todas as coisas, cujas promessas ao seu povo são tão riquíssimas que causa espanto; perceba: “Um persegue mil e dois faz fugir dez mil” (Deuteronômio 32.30). Como não se espantar? Logo, Ele esta dizendo eu dou poder e força ao meu povo, mas isto não é tudo, ainda o vemos dizer: “O Senhor vos aumente mil vezes o que sois” (Deuteronômio 1.11), e ainda o vemos dizer: “O Senhor faz misericórdia e guarda a aliança até mil gerações dos que lhe amam e guardam seus mandamentos” (Deuteronômio 7.9). Sim queridos, as benção de Deus são “Recalcada, sacudida e transbordando” (Lucas 6.38), e dentro deste tema de benção eu chamo a sua atenção para a capacidade dada por Deus aos seus servos de enfrentar as maiores batalhas e sempre saírem vencedores, porquanto diz: “Em todas estas coisas somos mais que vencedores por aquele que nos amou” (Romanos 8.37). Agora eu pergunto: Quais são as batalhas que enfrentamos? E quando foi que um crente em Jesus vivendo em nossa era, precisou lutar contra mil? Ou quando fez correr dez mil? Diante destas questões eu te convido a acompanharmos pela Bíblia Sagrada, o quão sublime e perfeito são os planos de Deus para seu povo na hora da batalha, pois, a guerra não acabou apenas mudou-se o campo de batalha.

Esboço:
- A Benção da Multiplicação em Mil e Dez Mil
- As Forças Aumentadas
- As Armas de Jesus Cristo
- O Amor Como Legado
- O Perdão Como Legado
- A Compaixão Como Legado
- Conclusão

A benção da multiplicação em mil e dez mil

A benção da multiplicação em mil e em dez mil, está diretamente ligada à capacidade de multiplicação numérica tratando-se de filhos e filhas e a capacidade de oposição a todos os inimigos (Deuteronômio 1.11; 32.30).

A multiplicação

Esta benção teve sua validade confirmada em Abraão, Isaque e Jacó que teve seus descendentes extremamente multiplicados mesmos com, guerras, perseguições, cativeiros e muitas outras aflições que não se nomeia tratando-se de pestes e doenças,porquanto as promessas de Deus permanecem firmes diante de todas as adversidades. Logo, findando a Antiga Aliança (Velho Testamento), Deus o Pai, na plenitude dos tempos revelou seu Filho Jesus o Cristo (Gálatas 4.4), como disse Paulo pelo Espírito; onde Jesus Cristo nos trouxe gratuitamente a benção da Nova Aliança (Novo Testamento), que foi capaz de substituir o antigo, pelo novo, ou seja, o homem deixaria de viver pelas obras da Lei, e passaria a viver pela fé no Filho de Deus sem as obras da Lei. E por viver pela fé em Jesus o Cristo seria livre de todas as maldições prevista na Lei, sem deixar de desfrutar das mesmas promessas, a saber: As benções da multiplicação em números e em força observem: “E crescia o numero dos discípulos e grande parte dos sacerdotes obedecia a fé” (Atos 6.7; Mateus 16.18). É fato! Que muitas foram às crises, perseguições e mortes isto; estando eles em suas próprias casas, em prisões e nas arenas servindo de espetáculos aos seus espectadores, todavia, a promessa de Deus permanece fiel e os discípulos continuaram crescendo e se multiplicando por todas as nações e nenhuma porta do inferno pode e nem poderá jamais; deter a igreja de Jesus Cristo que é o cabeça (Efésios 1.20-22).

As Forças aumentadas

Assim como Deus o Senhor deu ao povo da Antiga Aliança qualidades necessária para vencer os maiores inimigos isto falo de: fé, coragem e animo multiplicadas mil vezes de tudo àquilo que já possuía, estas mesmas promessas são reais para nós que cremos em Jesus o Filho de Deus e o recebemos como Senhor nosso. Porquanto em Deus seremos capazes de fazer oposição ao inimigo e humilharmos toda força do mal, mesmo estando com um numero reduzido em comparação ao exercito opositor. Para tanto, bastará lembrarmos-nos de Gideão que com apenas trezentos homens venceram um exercito que era cinqüenta e quatro vezes maior que o dele (Juízes 6 á 8). Mas como isto foi possível? Foi possível pela mão de Deus que estava com Gideão. E mesmo considerando o fato de estarmos e vivermos em outra era, não significa que a guerra acabou antes vemos pela palavra de Deus que a guerra continua sendo travada, todavia, em um campo diferente daqueles que se via e com armas não usuaispara aquela época e mesmo sendo armas bem antigas, eram armas que raramente se as utilizavam, pois, o seu efeito era e ainda é um efeito demorado e para os guerreiros e generais daquela época seriam armas ineficazes e ainda hoje vemos inumeráveis generais que assim o acham, mas o Filho de Deus, a saber: o Senhor Jesus Cristo fez uso destas armas que até então eram armas inoperantes e quem os via utilizando, com certeza acharam armas incapazes de produzir qualquer efeito, entretanto, o Filho de Deus as utilizou e nos dias em que viveu em carne nos ensinou com seus exemplos como as utilizá-las, porquanto disse Paulo: “As armas das nossas milícias não são carnais, mas poderosas em Deus para destruir fortalezas” (2 Coríntios 10.4).

As Armas de Jesus Cristo

O Senhor Jesus, diferente de toda lógica de liderança humana, não valorizou os fortes como é de praxe, mas como pastor que é, deu atenção as suas ovelhas e principalmente as fracas, as doentes, as perdidas e desgarradas. Jesus foi e ainda é o líder que ama que perdoa e que é movido pela compaixão. Isto não se via, e hoje raramente se vê, pois, parece sinônimo de fraqueza; pois, pensavam os lideres e generais daquela época que estes sentimentos os enfraqueceriam em uma guerra, e conseqüentemente ensinavam o ódio ao povo. Mas ao contrario do que se esperava o Senhor Jesus viveu e morreu amando, perdoando e sentido até na hora da sua morte as misérias humanas, e pedindo a Deus o Pai perdão por nós (Lucas 23.34).

O Amor Foi Seu Legado

O Senhor Jesus nunca fez acepção de pessoas antes sentava com os publicanos, e permitia que eles estivessem junto Dele assim como as demais pessoas. Quem eram os publicanos? Eram pessoas que prestavam serviço aos romanos e cobravam impostos dos judeus, sendo que; todo o judeu que trabalhavam para os romanos era tido como traidores e pecadores. Mas aos olhos de Deus Jesus todos são pecadores e não este ou aquele, porquanto diz: “Não há um justo, nem um sequer” (Romanos cap 3 v 10) e ainda diz: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos cap 3 v 23). Logo, o Senhor Jesus não veio dar privilégios aos que se dizem, ou que se acham santos, antes Ele veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lucas cap 19 v 10). E quando Ele assentava com os publicanos e lhes davam a atenção devida, era o seu puro e perfeito amor em ação, sim, o amor do pastor pelas ovelhas perdidas que de tão longe veio buscar e isto; também nos diz respeito, portanto queiras dar ouvido hoje à voz do pastor Jesus, a chamar-te: Vem depressa ó ovelha amada (Lucas 15.1-7; João 10.4;11).
 

O amor de Jesus é tão imensurável que Ele viu o que fazíamos com as mulheres, e como não lhes dávamos nem ao menos o direito de fala, todavia, Jesus o Amor encarnado foi lá nas prisões que fizemos (falo por parábolas), e quebrou as correntes e esmiuçou as prisões; dando a mulher o que a negávamos: a atenção, o respeito, o perdão, o direito a fala para que suas duvidas fossem tiradas isto é; no tocante a adoração a Deus e no que diz respeito ao Reino dos céus, e bastará atentarmos para a ocasião que o Senhor Jesus se encontrou com a mulher Samaritana, que veremos tudo que Jesus proporcionou aquela mulher através do amor.

O Dialogo de Jesus Com a Mulher Samaritana

- Jesus reconhece sua importância e valor ao dizer a mulher: “Dá-me de beber” (João cap 4 v 7). Para qualquer judeu, apenas falar com um samaritano era extremamente evitado, e se tratando de falar com uma mulher samaritana, a possibilidade era quase zero, e agora pedir água; seria um absurdo. Um judeu daqueles dias morreria de sede, a ter que pedir água a uma mulher de Samaria.

-A mulher não queria conversa e logo, respondeu asperamente colocando o Senhor Jesus no seu lugar, pois, para ela aquele homem, não passava de um judeu sem noção veja: “Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (João 4.9).

Mas o amor não enxerga barreiras culturais, nem fronteiras ele simplesmente as ultrapassa, Jesus é o amor! As rixas culturais não poderiam dete-lô, os preconceitos e separações em Jesus Cristo logo são todos quebrados e foi exatamente isto que Ele iniciou naquele momento ao dizer a mulher: “Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva. (João 4.10). Ao contrario do que se imagina, o Senhor Jesus não queria aquela água, antes, Ele queria dar da sua água aquela mulher (água viva), e isto é claramente percebido na sua fala vejam: “Qualquer que beber desta água tornará a ter sede. Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna. (João 4.13-14).

Queridos a água que o Senhor Jesus dá não é terrena, nem vem da chuva, nem nasce em fontes secretas, mas é água viva epertence a Ele e é própria Dele e quando uma vez bebida pelo homem ou mulher não é eliminada pelo organismo humano, antes ela (água viva), se torna uma fonte, ou seja, aquele que bebeu agora tem água viva para dar a outros, que ao passo que também beberem terá dentro de si uma fonte também, e as correntes desta água nos levará a vida eterna. Que água é esta, que é viva, que pertence a Ele e é própria Dele? Está água trata-se do Espírito Santo, que é dado a todos os que ouvem as palavras do Senhor Jesus e crê que Ele é o Filho de Deus, que veio a este mundo para Salvar o homem do pecado, libertar dos poderes malignos, nos curar das enfermidades e graciosamente dar-nos o seu Espírito Santo (a água viva), que nos guiará as mansões celestiais lugar que Jesus nos foi preparar (João 14.1-3).

O amor não tem limites, pois, no momento que a mulher quis a água viva, o Senhor Jesus lhe disse: “Traz o seu marido que tem água viva para os dois” (João 4.16). Mas como chamar o marido se ela não tinha “Não tenho marido” (João 4.17). E após a revelação do Senhor Jesus ao seu respeito, pois, Jesus tudo sabe e tudo conhece, fica claro que se tratava de uma mulher adultera ou em estado de fornicação (amasiada), pois, “Teve cinco maridos e o atual não era dela” (João 4.18). Atentemos nós para isto! Pois o Senhor Jesus ofereceu água viva, para uma pessoa em estado de adultério ou em fornicação e ainda disse; Eu quero dar para o seu marido também. O que isto; significa? Isto significa Evangelho, Boas Novas sem precedentes, ou limitações de operação, pois, aonde esta água viva chega, Ela promove limpeza e purificação, Ela perdoa e ressuscita o homem do viver no pecado para um viver novo e santo na presença de Deus o Pai (Efésios 2.1).

A Mulher Bebeu Água Viva

Ó quão maravilhoso é enxergarmos que deste ponto a diante (João 4.19), a mulher já havia bebido da água viva, e tudo ocorreu de um modo inexplicável e bastará olharmos para suas atitudes a seguir e veremos que, não mais tratava-se daquela mulher que tratou o Senhor Jesus com braveza e aspereza, fazendo do Salvador um judeu qualquer (João 4.9), mas agora a mulher o enxergava como um profeta (João 4.19). E na ordem natural daqueles que bebem da água viva a mulher está com seu coração desejoso em adorar a Deus o Pai e deseja agora saber qual é o lugar exato “Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar. (João 4.20). E qual foi a resposta do Mestre Jesus: “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem (João 4.23), ou seja, Cristo disse se quiseres adorar adore em todos os lugares, pois, Deus é Espírito Ele está em todo lugar. Logo vemos Jesus esclarecer as duvida da mulher, Jesus permitiu que a mulher samaritana, falassem e que lhe abrisse o seu coração, coisas privada por nós os homens que negávamos este direito as mulheres da época. E ainda vemos que após a mulher beber da água viva, nasceu em seu interior o anelo pelo Messias, ao dizer: “Eu sei que o Messias (que se chama o Cristo) vem; quando ele vier, nos anunciará tudo” (João 4.25).

Queridos, quero parafrasear a fala daquela mulher, pois, a vejo dizer: “Que alegria eu sinto agora homem de Deus por ter falado contigo! Obrigado por ter insistido em falar-me; peço perdão por ter tratado o Senhor tão asperamente. E agora já entendi que posso adorar a Deus o Pai em todos os lugares, mas ainda tenho muitas outras duvidas em meu coração, mas acabo de me lembrar que em breve o Messias (o Cristo), virá, e então todas as duvidas do meu coração serão por Ele eliminadas. Há como anelo a sua vinda.

E para alegria daquela mulher e nossa o Cristo estava diante dela e se revelou “Eu o sou, eu que falo contigo” (João 4.26). E diante daquela revelação, aquela mulher deixou seu cântaro de água, pois, a água natural era agora menos importante para ela, e sua alma já estava saciada por haver bebido a água viva, e a fonte em seu interior já havia brotado e ela precisava levar água viva aos outros veja: “Deixou, pois, a mulher o seu cântaro, e foi à cidade, e disse àqueles homens: Vinde, vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Porventura não é este o Cristo? Saíram, pois, da cidade, e foram ter com ele” (João 4.28-30). E o resultado não poderia se diferente, onde uma mulher anunciou ao povo de Samaria, que por sua vez creram, e por acreditar rogaram que Jesus ficasse com eles, e isto; o Senhor Jesus sempre fez com prazer. Jesus ficou dois dias com eles e agora todo o povo tinha em seus corações a convicção que aquele homem, a saber: Jesus o Cristo era e é o Salvador do mundo (João 4.39-42). Diante disto eu pergunto: Será que eu tenho feito uso desta arma chamada amor? Ou será que eu verdadeiramente sentido este amor de Deus em mim? Porquanto uma única mulher ao sentir o amor de Jesus em seu ser, começou anunciar este amor para toda a cidade, e aquela fonte de água viva que vem de Deus, continuou brotando, e levando mais amor até que todo o ódio nos corações dos homens por Deus Jesus fosse vencido e dezena, centenas e milhares de vidas fossem Salvas. Crês tu nisto! Um vence mil e dois dez mil.

O Perdão Foi Seu Legado

O perdão é o braço do amor, e mesmo falando de coisas abstratas, é possível vermos e sentirmos este braço quando veio e ainda vem livrar-nos da morte na hora fatídica. E ao pensar nisto; vejo os condenados que estão diante da sua execução, onde o pelotão de fuzilamento está apostos, e ainda veja o médico com sua injeção letal aguardando os minutos que injetará seu veneno, ainda vejo os guardas esperando a ordem na câmara de gaz, e o que não dizer dos que estão prestes a serem enforcados, e mesmo estando os soldados e centenas de pessoas querendo a confirmação da morte daquele condenado (a), ao chegar o perdão mesmo no minuto final à alma é salva da morte. A impressão que tenho é como se um braço te puxa-se no minuto ou nos segundos finais e a voz do amor lhe dissesse, estou lhe dando uma nova chance faz melhor que da primeira vez. E mesmo estando a refletir nisto; eu vejo pela palavra de Deus que esta minha reflexão não é nada comparado ao perdão que há em Deus Jesus, pois, disse a Pedro: “Perdoai até Setenta vezes sete”

“Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete.” (Mateus 18:21-22).

Queridos! Estas são as armas do Senhor Jesus, e são estas mesmas armas que precisamos usar, ainda que mil e dez mil não concorde e vote contra aquele que pecou dizendo: “Este pecado foi a gota d’água” ou ainda “Nos somos a maioria e decretamos que está alma (pessoa), já teve todas as chances necessárias; para mudar e não valorizou; agora chega”. Mas queridos! Estas pessoas ainda são as que têm o mínimo de misericórdia, pois, ainda fizeram reunião e discutiram o assunto para então decretarem o fim de alguém. Todavia, para aquilo que o Senhor Jesus espera de nós seus servos e discípulos isto não basta! Pois, Pedro foi bem tolerante na sua fala: “Eu perdôo até sete”, mas o Senhor Jesus disse: “Não Pedro eu quero que você perdoe até setenta vezes sete” e ainda penso que se Pedro falasse oito vezes, seria setenta vezes oito, se nove vezes seria setenta vezes nove, logo amados eu não sei o tamanho da sua tolerância em relação ao perdão que é o amor na pratica, todavia, falo com ousadia em Deus Jesus, trate de aumentar a sua tolerância em setenta vezes como Jesus nos ensinou.

A questão do perdão é tão primaria que o Senhor Jesus nos revelou que só seremos perdoados por Deus o Pai se nós mesmos perdoarmos nossos devedores “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas” (Mateus 6.14-15). Logo, queridos como posso querer que Deus me perdoe oito vezes, se só quero perdoar sete vezes. E diante disto; vemos o Senhor Jesus também dizer: “Com a mesma medida que medirdes vocês serão medidos” (Mateus 7.2), isto nos deixa claro, que a tolerância de Deus ao meu respeito deve ser repassada para todos os que me ofenderam, pois, de outro modo cairemos em desgraça diante de Deus e por Ele seremos condenados.

Para que entendêssemos esta verdade de modo mais claro o Senhor Jesus propôs uma parábola que tratava de dois homens endividados onde um devia dez mil talentos e outro devia cem dinheiros. Falemos brevemente do que representava a divida de 10 mil talentos. Um talento referia-se a prata que por sua vez era uma unidade monetária da época, que tinha o valor aproximado de 6.000 mil denários. Sendo que, um denário era o pagamento usual para um dia de trabalho, um talento equivalia aproximadamente ao valor de vinte anos de trabalho de uma pessoa comum. Quanto era a divida deste homem? Eram exatos 10 mil talentos (Mateus 18.24), queridos se calcularmos este valor em anos de serviço, a quantidade da divida é absurda, onde nem o endividado nem sua posteridade (descendência), conseguiriam pagar aquela divida. E como o endividado não tinha como pagar o Rei mandou que ele, e sua mulher e seus filhos fossem vendidos, com tudo que tinham para que a dívida fosse sanada (Mateus 18.25).

Mas esperem! O endividado se humilhou diante do Rei, e disse: “ Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.” (Mateus 18.26). E para alegria do endividado, o Rei movido de profunda compaixão mandou que os soldados o soltassem e não somente isto; mas também lhe perdoou toda a sua divida (Mateus 18.27). Queridos está parábola dita pelo Senhor Jesus, trata-se de uma profunda revelação do amor de Deus pelo homem pecador, onde, o homem não tendo como pagar sua divida diante do Rei que na parábola representa Deus o Pai, se humilha e pedi clemência, e para surpresa do endividado o rei fez o inesperado perdoa-lhe completamente de toda divida.

Agora parece que estou vendo aquele homem andando nas ruas; livre e perdoado de todo juízo ao sair de diante do tribunal do Rei, com seus ombros leves, pois, a carga da divida já não estava mais lá, que maravilha parece um sonho eu há minutos atrás seria vendido como escravo, junto com toda minha família, perderia tudo que possuía e num instante olho e me vejo perdoado e salvo, glorias a Deus pelo seu amor tão imensurável. Mas Deus o Pai reservava uma surpresa para aquele homem que foi perdoado, pois o Senhor Jesus Cristo revela em sua parábola, que este homem o que fora perdoado, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem dinheiros, e ao encontrar, o que fora perdoado, agarra seu conservo pelo colarinho e o sufoca-lhe dizendo: “Paga agora o que me deves” (Mateus 18.28). E não tendo como pagar o conservo, prostrou-se e lhe rogou “Sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.” (Mateus 18.29), mas, ao contrario do que se esperava de alguém que foi perdoado de uma divida altíssima, este homem não perdoou seu criado, antes o lançou na prisão até que alguém pagasse sua divida, logo, se ninguém pagasse morreria lá grifo meu (Mateus 18.30).

Queridos, está história não é semelhante com a nossa? Ou será que não revela aquilo que somos? Pois, queremos o perdão das nossas dividas, todavia, a ninguém perdoamos, queremos o amor, a tolerância, a paciência de todos em nossa volta, mas a ninguém queremos amar, tolerar e suportar. O texto é claro! Deus o Pai em Jesus Cristo me perdoou de todas as minhas dividas, entretanto, ao me deparar com alguém que me deve míseros cem dinheiros comparados aos 10 mil talentos que eu devia, eu simplesmente não perdoou e por causa desta divida se possível fosse, eu o lançaria o tal (aquele que me deve), em prisões eternas. Mas aquela má ação e atitude não podem ocultar-se do bondoso e gênero Rei, que ao ser informado trouxe a sua presença aquele servo e lhe disse: “Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste. Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti? E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia” (Mateus 18.32-34). Diante destas tão claras revelações, o Senhor Jesus concluiu “Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas” (Mateus 18.35).

Queridos o perdão é mais poderoso que milhares de acusações, é mais eficaz que quaisquer estratégia ou qualquer arma letal, o perdão é poderoso para livrar a sua vida e ainda livrará a sua alma na eternidade. Enquanto não perdoamos viveremos a sofrer por causa do ódio, conseqüentemente viveremos cheios de guerras, intrigas e rixas sem fim que só nos levarão as nossas próprias ruínas. Mas ai uma pergunta rompe lá no fundo de nosso ser: O que adianta eu perdoar enquanto milhares não perdoam? É neste ponto que Deus Jesus nos quer, pois, diz a sua palavra: “Um vence mil e dois dez mil” (Deuteronômio 32.30), seja ousado, perdoe enquanto mil e dez milhares preferem condenar, todavia, nós os que fomos perdoados em Jesus Cristo o Filho de Deus, diremos, eu perdoou esta pessoa, perdoou este grupo, perdoou este povo e perdoou esta nação, pois, o Senhor Jesus Cristo me perdoou de uma divida que jamais eu conseguiria pagar isto é; nem nesta vida nem na eternidade. Vença as multidões em Cristo Jesus liberando o perdão.

A Compaixão Foi Seu Legado

Compaixão é o sentimento de bondade que nos inspira a ver a infelicidade e o mal alheio, é o sentimento que nos move a ajudar o próximo, é o sentimento que nos leva a estender a mão, entretanto, somos cada vez mais egoístas, cada vez mais centrados e fechados em nós mesmo e quando fazemos algo para alguém é porque temos em vista um retorno rápido. A verdade é que usamos a compaixão para fazermos política, para melhorar nossa imagem pessoal diante dos eleitores, e como se não bastassem hoje até mesmo às empresas usam este marketing em suas embalagens e por ai vai. Entretanto a verdadeira compaixão não busca proveito próprio, ela sente a infelicidade alheia em si mesmo, ela diz: “Está doendo em mim”.

Olhemos agora para aquele que foi e ainda é o perfeito exemplo de compaixão pelos homens; a saber, Jesus o Cristo. Onde o Evangelista São Mateus fez questão de mencionar sua compaixão por aquelas multidões de pessoas que o seguiam observem:

- “E, Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e possuído de íntima compaixão para com ela, curou os seus enfermos.” Mateus 14.14

A compaixão promove cura sem querer nada em troca, pois, Jesus não cobrou nada dos doentes, não pediu oferta alçada, nem disse a eles, agora que vocês estão curados, vão trabalhar e depois me procure com uma boa oferta. Nada disso! A compaixão não faz nada por interesse próprio ela simplesmente dá.

- “E, vendo as multidões, teve grande compaixão delas, porque andavam cansadas e desgarradas, como ovelhas que não têm pastor”. Mateus 9.36

A compaixão busca a segurança dos homens, busca o cuidado, busca a proteção do perigo, pois, o que adianta eu ver alguém exposto ao perigo e não me compadecer, nem assegurar sua integridade. Bastará olharmos para a fala do Senhor Jesus, dirigida aos seus discípulos que veremos seus sentimentos. Pois disse: “A seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros. Rogai, pois, ao Senhor da seara, que mande ceifeiros para a sua seara. (Mateus 9.37-38). O Senhor Jesus em sua fala estava plantando a semente da compaixão nos corações dos discípulos, e não somente isto; Ele estava dizendo:“Muitíssimas pessoas precisam de ajuda, mas os que se propõem a ajudar, com verdadeira compaixão são poucos, eu preciso que vocês nutrem este sentimento e o conservem puro, mas ainda será pouco, todavia, Deus o Pai é a fonte de toda compaixão e Ele também é Senhor desta ceará peçam a Ele que enviem mais pessoas para vos ajudar”

- “ E Jesus, chamando os seus discípulos, disse: Tenho compaixão da multidão, porque já está comigo há três dias, e não tem o que comer; e não quero despedi-la em jejum, para que não desfaleça no caminho.” Mateus 15.32

A compaixão reparte o que se tem com aqueles que nada têm a compaixão não enxerga limites e nem vêem as barreira, pois, a verdadeira compaixão é nascida em Deus o Pai. Olhemos alem do pão por um instante e veremos aquilo que Deus viu, pois, viu o homem sendo aniquilado pelo pecado, e cada dia mais esmagado pela conseqüência do seu próprio erro, Deus não hesita; antes por nós enviou seu unigênito em demonstração de seu amor, perdão e compaixão por nós. Voltemos ao pão, e veremos que a compaixão humana que não é nascida em Deus é a mesma que estava nos discípulos até então, observem: “E os seus discípulos disseram-lhe: De onde nos viriam, num deserto, tantos pães, para saciar tal multidão?” (Mateus 15.33). Está compaixão é incapaz de fazer alguma coisa por alguém, está compaixão só enxerga seu umbigo, está compaixão só vê barreiras; estamos no deserto disseram eles, onde teremos tantos pães disseram eles. E quando o Senhor Jesus questionou a quantidade de comida que tinham, observem as palavras de descontentamento dos discípulos: “E Jesus disse-lhes: Quantos pães tendes? E eles disseram: Sete, e uns poucos de peixinhos.” (Mateus 15.34). Uns poucos peixinhos, foi isto que disseram, e não é isto; que dizemos sempre? Eu só tenho um pouquinho disto, um pouquinho daquilo, se eu tivesse mais eu até dava, mas o que tenho não da nem pra mim!

O fato é que se permitirmos que este sentimento tão sublime habite em nossos corações e passarmos a dar o que tivermos sem esperar receber nada em troca, e nos compadecermos do nosso próximo de tal modo que venhamos sentir em nós a sua própria dor; então, as escamas que estão em nossos olhos cairão e Deus o pai se revelará a nós e logo veremos o pão sendo multiplicado diante de nossos olhos, sim veremos os enfermos e doentes sendo curado de todo o mal que os afligem isto é; no seu corpo no seu intelecto e na sua alma, sim logo veremos as pessoas que até então eram oprimidas por demônios sendo livres de toda prisão, veremos a face de Deus e a sua mão se estenderá para nós, pois disse o Senhor Jesus: “Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia” (Mateus 5.7). Mas enquanto não vivermos a misericórdia e não tivermos em nós a compaixão, o céu nos será de bronze “E os teus céus, que estão sobre a cabeça, serão de bronze; e a terra que está debaixo de ti, será de ferro.” (Deuteronômio 28.23). Logo, clamaremos e não seremos escutados por Deus, plantaremos e nada nascerá, porque Deus é o verdadeiro amor, e seu perdão é ilimitado e sua compaixão por nós não enxerga barreiras e se não estamos vivendo isto; não estamos firmados na verdade. Deus é verdade; como então, nos apoiará na mentira? Como então trará a nós suas benções se vivermos nos enganando?

Conclusão: Amados em Cristo, o que diremos mais? Ou Até quando nos enganaremos? Porquanto diante das verdades de Deus Jesus não é difícil concluirmos; que o Evangelho sem amor não é Evangelho, que o Evangelho que buscas proveito próprio não é Evangelho, que o Evangelho que delimita a quantidade de perdões a serem dadas não pode ser Evangelho, que o Evangelho que só perdoa os fortes; falo daqueles que tem as mentes mais brilhantes, falo daqueles que são lideres por natureza, falo daqueles que são economicamente fartos, pois, se somente estes merecem perdão sem limites que Evangelho é este? E o que diremos da compaixão? E o que concluiremos? Ou será que o Senhor Jesus que nós ousamos pregar esta preocupado como os seus discípulos estavam, que só havia sete pães e alguns peixinhos; antes pelo contrario o vemos dizer: “Daí-lhes voz de comer” (Marcos 6.37), pois, o Evangelho sem compaixão não é o Evangelho de Jesus Cristo, é um Evangelho similar, é genérico, e a sua energia e eficácia não veio da raiz que é Jesus, muito menos a sua seiva (João 15.5-7), logo, este Evangelho que não tem a compaixão é um Evangelho fraco e não poderá levar o poder nem os milagres de Deus aos homens, que necessitam de amor, perdão e compaixão. Amados a voz de Deus ainda clamam aos que tem ouvidos para ouvir, assim como um dia falou a Isaias “A quem enviarei, e quem há de ir por nós? (Isaías 6.8), Deus ainda fala aos nossos ouvidos e diz: “Qual de vocês aceitará este desafio? Qual de vocês escolherá amar enquanto mil e dez milhares preferem odiar? Qual de vocês terá ousadia de perdoar até setenta vezes o seu irmão em um único dia? Qual de voz se inclinará a sentir as misérias e dores alheias, como se fossem vocês que estivessem na mesma situação? Quem aceitará lutar com as minhas armas? Sejas um Isaias nesta hora e aceite esta chamada e fale ao Senhor Jesus; “Eis-me aqui, eu aceito lutar” (Isaías 6.8)”.


Autor: Ev. Eli Hudson
Via: www.estudogospel.com.br


Ev. Eli Hudson
Ev. Eli Hudson é casado pai de três filhos; tem exercido o Ministério Pastoral na Igreja Assembléia de Deus M. Perus; foi o pioneiro na fundação do trabalho no Bairro do Pretória (Bairro carente na periferia da cidade), Franco da Rocha - SP pela Igreja que responde, seu exercício no ministério é marcado pela pregação e ensino isto; nas Igrejas, nas Rádios, nas Praças, nos Presídios e atualmente na Radio Nova Estação (comunitária), na freqüência 87,5 FM das 15:00 as 16:00 horas ou por meio do Site: www.radioestacaofm.com.br
Também, está envolvidos em projetos Sociaias na Entidade Filantropica Azarias Ceifa o qual exerce a função de conselheiro Fiscal.

 
E-mail: eli_hgs@yahoo.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
eli.hgs@bol.com.br

sábado, 27 de julho de 2013

Verdadeira Adoração x Religiosidade

“Saiu aquele homem para o oriente, tendo na mão um cordel de medir; e mediu mil côvados e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos tornozelos." 04 “E mediu mais mil e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos joelhos; e mediu mais mil e me fez passar pelas águas que me davam pelos lombos.” 05 “E mediu mais mil e era um ribeiro, que eu não podia atravessar, porque as águas eram profundas, águas que se deviam passar a nado, ribeiro pelo qual não se podia passar.”  Ezequiel 47:3-5

Introdução

Neste presente estudo, tratará de duas questões, ou seja, de duas vertentes que andam juntamente na vida de cada cristão, e se não observadas com muito cuidado notaremos que muitos cristãos apenas praticam um ritual, ou seja, alguns cristãos praticam a religiosidade e não cumprem A VERDADEIRA ADORAÇÃO, nesta linha de pensamento a religiosidade e a verdadeira adoração devem andar em paralelo e nunca se cruzarem, para não tornar uma só linha de pensamento, por isso meu leitor leia com atenção e no final faça a sua auto - analise.


A verdadeira Adoração

“... E importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.”  João 4:24

A verdadeira adoração está associada naquilo que entregamos como oferta para Deus, se entregamos pouco, por conseqüência Deus nos devolverá em pouco, mas se oferecemos muito para Deus, Deus nos devolverá em dobro, devemos notar que existe uma lei a ser seguida pelos cristãos, que se encontra em (Mt. 22. 34-40), Amar a Deus é o maior mandamento e o maior dom que podemos receber. O segundo maior mandamento é amar o nosso próximo. Se guardarmos esses dois mandamentos, guardaremos toda a lei. Nos como cristãos temos a responsabilidade de guardar essa lei perpetuamente.


A responsabilidade individual de cada cristão, que compõe o corpo de Cristo dentro da igreja, por ser estudante de Psicologia notei, que cada individuo tem a tendência de se acostumar facilmente pelas coisas, ou seja, tudo acaba sendo corriqueiro na vida de cada ser humano, principalmente na vida cristã, mas devemos lembrar que a presença de Deus nas nossas vidas jamais pode ser algo corriqueiro, vale lembrar que o ser humano em geral, acostuma – se facilmente com algo que não exige muito de si mesmo. Por exemplo, Se alguém entrar em um recinto com um perfume forte e doce. Todos irão reparar! Se você não sair do local, você vai se acostumar facilmente com o cheiro, querendo ou não!

Oferecendo para Deus um sacrifício limpo e correto, a 1º vez que você encontra um relato a palavra Adoração nas escrituras é em (Gênesis 22), Deus prova a Abraão. Abraão não subiu um dos montes de Moriá, para cantar um musica lenta com Izaque! Ele foi para lá, para levar a morte o maior tesouro da sua vida, simplesmente porque Deus o pediu para fazer isto! Essa atitude de Abraão foi simplesmente agradável aos olhos de Deus, porque ele estava disposto a oferecer aquilo que ele tinha de mais precioso na vida, que era justamente o seu filho, meu caro leitor gostaria de confrontar algumas questões com você, qual tem sido a sua oferta no altar de Deus? Nos dias atuais, alguns cristãos vivem um sofisma muito grande em relação (A VERDADEIRA ADORAÇÃO), pensando que cumprindo o seu ritual de ir à igreja simplesmente nos domingos, ou seja, no dia NACIONAL DE IR PARA IGREJA, fará com o que Deus se agrade de sua oferta, na vida cristã existem barreiras naturais, e que essas barreiras são carregadas com ele durante muito tempo e por isso se constrói uma idéia errônea que Deus está recebendo a sua oferta, por exemplo, levantar as mãos e entoar louvores a Deus, orar, jejum, falar em línguas, profetizar em fim existem vários tipos e exemplos que devemos notar que simplesmente não completam a verdadeira adoração, o que adianta levantar as mãos e entoar cânticos ao Senhor se a sua vida é uma vida vazia, o que adianta orar se a sua oração não está alçando o teto da igreja, porque você vive uma vida medíocre, uma vida de pecado, o que adianta jejuna se o seu sacrifício está sendo apenas uma barganha com Cristo, quantos de nós estamos dentro da igreja fazendo isso, somente da boca para fora, eu quero classificar isso como apenas um VENTO, que passa todos os domingos na sua vida e não produz nenhum fruto, o que adianta falar em línguas e profetizar se você não consegui dar contar da sua própria vida espiritual, você vive como uma roda gigante, um tempo você está em cima e outro você está lá embaixo, você não tem firmeza e confiança na presença de Deus, eu quero ti fazer de novo a mesma pergunta, Qual tem sido a sua oferta no altar de Deus. Adorar a Deus é fazer a vontade de Deus acima de qualquer coisa e circunstância. Verdadeiros adoradores desenvolvem um relacionamento secreto com Deus, verdadeiros adoradores buscam passar o tempo de qualidade sozinhos com o Senhor a cada dia! Quando estamos unidos a Jesus, águas vivas que não param, começam a fluir do nosso ser interior, contagiando, e saciando a sede daqueles que nos cercam. Quanto mais nos libertamos da religiosidade, mais puras e claras essas águas fluirão do nosso interior! Lembre – se:  Deus não se rebaixa ao nível de pecado, mas nos eleva ao nível de santidade através de Cristo, Deus nos convida a santidade para ministrarmos em sua presença em Adoração.


Religiosidade

“Como podeis vós crer, recebendo honra uns dos outros e não buscando a honra que vem só de Deus?”  João 5.44

Nesta passagem Jesus instrui seus discípulos para não serem como os fariseus, que faziam suas obras para serem notados pelos homens, mas sim, para fazerem suas obras em segredo diante do pai.


Hoje, uma estratégia fundamental do inimigo tem como objetivo, manter a igreja focada no mal e longe da Glória do Senhor e da Cruz, essa tática vem na forma de um espírito de religiosidade, um espírito maligno que é uma farsa do Amor Verdadeiro de Deus e da A Verdadeira Adoração. Um dos seus maiores objetivos é ter a igreja com a aparência de piedade, mas o inimigo faz com o que essa aparência seja apenas mascaras e faz a negação da mesma.
 A natureza do espírito religioso é um espírito maligno que procura substituir o Poder do Espírito Santo de Deus pela atividade religiosa nas nossas vidas, satanás astuto e sagaz como é, implantou nas igrejas de hoje um modelo de adoração que se olharmos pelo estereotipo da mesma notaremos que é perfeita e agradável ao Senhor, vamos exemplificar, o espírito religioso busca fazer com o que adoremos ao Senhor, a fim de ganhar sua aprovação em vez de recebemos aprovação de Deus, nas igrejas dos dias atuais é comum você ver e ouvir alguns cristãos, que receberam de Deus dons e talentos eles procuram primeiramente a ter aprovação do homem do que a Deus, principalmente aqueles que de tem um pouco de poder, estamos falando de alguns lideres que na sua liderança deixam a desejar na questão de exercer o seu dom, por exemplo: Quando o mesmo, tem no seu entendimento que ele pode fazer segundo o que está na sua razão, e acaba esquecendo que mediante a um problema, existem dois lados a serem balanceados e ele acaba pendendo somente para um lado e deixando o outro sem nenhuma solução, isso eu quero classificar como orgulho, e o orgulho é um dos principais fundamentos que o espírito de religiosidade edifica a sua obra na vida cristã, é de extrema relevância lembrar que, QUANDO TENTAMOS GANHAR A APROVAÇÃO DE DEUS PELO NOSSO SACRIFICIO, ABRIMOS A PORTA PARA A RELIGIOSIDADE, (falsa adoração), pode perceber também nas igrejas dos dias atuais, que muitas almas estão morrendo, ou já morreram na sua fé, por descaso de alguns líderes que por medo, (o medo também é um dos fundamentos que o espírito de religiosidade edifica a sua obra), não cumprem de forma eficácia o seu dom, e o não comprimento dessa tarefa acarreta uma Igreja doente, uma Igreja em pecado, em (Oséias 4.6), relata muito aprofundado o que Deus fez com os sacerdotes que rejeitaram cuidar do povo.


Caim o 1º modelo bíblico de um homem controlado pela religiosidade, “... Caim foi lavrador da terra” (Gênesis 4.2), ou seja, foi alguém que estava voltada para as coisas terrenas, Caim também tentou fazer uma oferta ao Senhor de seus próprios esforços. Deus rejeitou aquela adoração, mas aceitou a de Abel, O fruto dos nossos esforços nunca será uma adoração aceitável para o Senhor. É importante lembrar que a adoração verdadeira não depende das nossas habilidades ou de nossos talentos, mas sim de algo que brota espontaneamente do nosso coração. Para agradarmos a Deus não é necessário fazermos algo que vai impressionar a vida daqueles que nos cercam, mas sim fazermos algo que brote no nosso coração, ou seja, na nossa intimidade com Deus, porque assim a nossa adoração será aprazível aos olhos de Deus.

A falsa maturidade espiritual, adoradores religiosos “não gostam de ouvir as pessoas, mas apenas a Deus”. Como Deus fala com freqüência por intermédio de pessoas, este é um engano óbvio que revela um orgulho espiritual, lembro daqueles cristãos que para tomar uma decisão na vida, precisam ir à casa de um profeta para saber se ele pode tomar a decisão para o Sim ou para o Não, mas na maioria das vezes nos vemos que a resposta padrão é sempre um SIM, pensou eu que um cristão assim, é apenas um religioso que não construiu através do tempo um relacionamento com Deus em secreto, e quando vai tomar a decisão se machuca e fica com saldo devedor na praça, tem dificuldades depois para quitar a mesma e no final de tudo acaba colando a culpa em Deus. Lembre – se a verdadeira maturidade espiritual envolve crescer em Cristo.


Vivendo uma vida de comparações, o religioso vive em função de se comparar com seu próximo, seja ele dentro da igreja local, no trabalho, na escola ou na faculdade, o religioso é aquela pessoa que pode ser batizado no Espírito Santo, fogo puro, mas tudo isso que ele “exerce”, passa somente de comparações com outrem, o cristão religioso não consegue ver e entender quando um dos irmãos de sua mesma congregação consegue êxitos na vida, logo o mesmo começa a quere passar por cima para mostrar para todos que ele tem um potencial mais elevado e que é mais maduro na fé do o outro, pessoas assim são exercem o orgulho ao extremo. Lembre–se: quando começarmos a nos comparar com os outros, é óbvio que perdemos de vista o verdadeiro alvo: JESUS.


Conclusão

Basicamente, o espírito de religiosidade busca substituir o Espírito Santo de Deus, como fonte de vida espiritual. Ele faz isso procurando substituir a Verdadeira Adoração, por desempenho na vida cristã.


A Adoração Verdadeira não tem como seu propósito ver o Senhor – ao invés disso, a adoração vem de o termo visto. Quando o virmos adoraremos, quando virmos a sua Glória, não mais seremos cativos pelas nossas qualidades, e sim, capturados pela sua beleza, (Ap 4.10), Enfim, nada mais satisfará o nosso coração ou nos trará paz, exceto um relacionamento genuíno com cristo Jesus, em santidade e obediência, meu caro leitor se você apenas exercer seu dever de ir à igreja, de louvar e escutar a Palavra de Deus e quando coloca os pés para fora da igreja local você continua sendo a mesma pessoa enganadora, mentirosa, pecadora, ou até mesmo uma pessoa que ora, que faz o jejum, que é batizada no Espírito Santo, mas só que você ainda não conseguir transpor essas barreiras na sua vida de achar que você fazendo somente isso faz consiste na verdadeira adoração você está muito enganado, porque no texto chave desse estudo nos fala de três níveis de intimidade com Deus, cristãos se enganam achando que estão nadando no ribeiro do Espírito Santo, mas só que se encontram somente as águas nos tornozelos, ou somente nos joelhos e na cintura, existem igrejas que não passam para você a Verdadeira Adoração porque existe um espírito de engano que fala que isso pode apenas gerar.


“Minimize em você”, mas eu quero salientar que a palavra de Ezequiel nos mostra no versículo 12, “... subirá toda sorte de árvore que dá fruto para se comer; não cairá a sua folha, nem perecerá o seu fruto; nos seus meses produzirá novos frutos,...”, isso quer dizer meu irmão, que Deus está a ti chamar para ter um relacionamento profundo com Ele, e este relacionamento produzirá frutos, e nós sabemos que nós reconhecemos o crente são pelos frutos, e quando a estação frutífera acabar Deus ti concederá nos frutos, para você que é líder, o povo é simplesmente o reflexo dos seus ensinamentos, se você está oferecendo pouco, o povo comerá migalhas, mas se você está oferecendo muito, o povo comerá abundantemente mais. Quero agradecer primeiramente a Deus, por ter me concedido esse entendimento e todos os meus leitores, que Deus abençoe grandemente a vida de todos.


Autor: Matheus Medeiros Silva
fonte: estudos gospel

Quatro Condições Para Viver em Comunhão Com Deus

“Reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas” (Pv 3.6)

No começo Deus criou Adão e Eva.  Eles eram inocentes de qualquer pecado e viviam em comunhão com seu Criador (Gn 3:8). Contudo, eles pecaram ao comerem o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal e ficaram espiritualmente separados de Deus (Gn 2:16-17; 3:11-12).  Além de perderem sua comunhão com Deus, eles também foram expulsos do Jardim do Éden.

A Bíblia é a história do desenvolvimento do plano de Deus para restaurar a comunhão dele com o homem. Deus não deseja estar afastado do homem e assim ele providenciou, através de Jesus Cristo, um meio de o homem ser restaurado na comunhão com seu Criador. A comunhão divina é um privilégio, mas precisamos entender como é estabelecida e mantida

A palavra grega mais freqüentemente traduzida como "comunhão," por definição e uso bíblico, dá o sentido de participação num interesse ou projeto comum.

No Novo Testamento, a palavra é sempre usada em assuntos espirituais, nunca para atividades sociais. A palavra envolve, usualmente, dois elementos:  relação e ação.  


Quando duas ou mais pessoas têm um interesse espiritual em comum por causa de sua relação espiritual, elas têm comunhão ao participarem desse interesse comum. Sem essa relação, a participação em algum interesse ou trabalho não constitui comunhão no sentido bíblico da palavra.  Duas pessoas que são cristãs têm uma relação de comunhão;  ambas pertencem à família espiritual de Deus. 

Quando elas co-participam de responsabilidades espirituais, elas têm comunhão entre si e com Deus. As palavras "comunhão" e "irmandade" são confundidas, às vezes, mas "comunhão" quase sempre significa co-participação, enquanto "irmandade" ressalta a relação.

. O relacionamento com Deus é a base para o nosso relacionamento com o próximo, com os irmãos. Estão intimamente relacionados (1 Jo 4.20-21).


Estar em comunhão com Deus é a maior dádiva que alguém pode possuir, quando estamos em comunhão com o Pai sentimos segurança, não temos medo de ofertar a nossa vida em favor das pessoas que sofrem, temos certeza de que tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus.

A comunhão com Deus é como um casamento, quando o casal deixa o primeiro amor e cai na rotina, quando um dos dois perde aquele sentimento de "querer agradar" e esquece como foi bom o início do namoro, e começam a se distanciar... Eles vão perdendo a comunhão um com o outro. Viver em comunhão é estar sempre em contato, é o amar como no início.

O apóstolo João escreveu o seguinte: "Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma. 

Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 Jo 1:5-7). 


O homem não pode caminhar na escuridão, isto é, viver no pecado, e ter comunhão com Deus. A pessoa que nunca pecou está caminhando na luz, como estavam Adão e Eva antes de seu pecado no Jardim.

Deus jamais nos esquece, jamais deixou de fazer o bem pra nós, porém quando nós nos esquecemos do primeiro amor, perdemos a comunhão com Ele.

O que significa a nossa vida de comunhão com Deus com base em Pv 3.1-12.

Vejamos agora As quatro condições para “Viver em comunhão com Deus"


1. Tenha confiança no Senhor

A base dessa confiança é a sabedoria que nos é transmitida pela Palavra de Deus (Provérbios 2.6). Quando esperamos confiantemente pelo Senhor e nele confiamos, sem nos estribarmos nos nossos próprios conhecimentos, ele coloca os nossos pés sobre a rocha e firma os nossos passos nos seus caminhos (Sl 40.1-3). A nossa vida passa a ter a firmeza do monte Sião que não se abala (Sl 125.1-2).

A vida fundamentada na confiança em Deus tem condições de crescer em graça diante de Deus e dos homens (Pv 3.4; Lc 2.52). A palavra graça além de significar favor imerecido, significa também beleza, encanto. A vida do crente é bela, frutífera, atrativa (At 2.47).

A busca dos ensinos do Senhor nos leva a termos intimidade com ele e a vivermos a verdadeira felicidade (Pv 3.32, 16.20).


2. Seja Submisso ao Deus soberano

Reconhecer Deus em todos os nossos caminhos (Pv 3.6), significa nos submetermos à sua soberania em todas as áreas da nossa vida (família, negócios, lazer, espiritualidade.). Significa buscar Deus em primeiro lugar na certeza de que as demais coisas nos serão acrescentadas (Mt 6.33). Na vida do cristão não há separação entre o sagrado e o profano. Em tudo o que somos e fazemos, Deus é o Senhor soberano e a ele devemos prestar contas.


Dessa forma, o Senhor endireita todas as nossas veredas e nos guia por caminhos certos, sem erradas (Sl 23.3).

A prosperidade ensinada no livro de Provérbios é o resultado de vidas inteiramente submissas aos propósitos de Deus. Quando isto acontece, ele nos guia com segurança até ao alvo final das nossas vidas. As decisões e ações humanas não invalidam a providência divina, como afirmou José a seus irmãos: “Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem” (Gênesis 50.20).


3. Adore a Deus com os seus bens

Temos no nosso texto um mandamento claro: “Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda” (Provérbios 3.9). Esse mandamento é reiterado diversas vezes na Bíblia (Malaquias 3.10; Mateus 23.23) e exemplificado pela prática dos nossos pais na fé (Gênesis 14.18-20; 28.20-22). Por isso, está incluído na literatura da sabedoria.

Ao mandamento, corresponde uma promessa: “e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares” (Pv 3.10). Essa promessa é reiterada em Malaquias 3.10 que nos desafia a fazer prova do Senhor. Essa promessa é um estímulo para a nossa fidelidade e não um incentivo a um ato interesseiro de adoração.

Já disse alguém que a fé honra a Deus e Deus honra a fé. A nossa contribuição deve ser ato de fé, de culto, de gratidão por todas as bênçãos que já recebemos e o reconhecimento prático da soberania de Deus sobre as nossas posses.


4. Mantenha uma vida disciplinada

É um ato de sabedoria a nossa submissão à disciplina de Deus (Provérbios 3.11. Sem disciplina não há prosperidade em nenhuma área da nossa vida.

O motivo dessa submissão é que somos filhos de Deus (Pv 3.12). Sem disciplina seriamos bastardos, não filhos (Hb 12.7-8). A disciplina revela o caráter do nosso Deus como pai amoroso e justo.

A disciplina, quando aplicada, não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza. No entanto, produz o resultado de santidade e paz (Hb 12.9-11).

Somos ensinados pela Palavra que o pecado faz separação entre nós e Deus e nos priva dessa comunhão bendita. Mas ele, pela sua graça, vem ao nosso encontro e sela a aliança conosco no sangue do seu Filho, o Cordeiro que tira o pecado do mundo e que nos reconcilia com o Pai. A nossa comunhão é com o Pai e o seu Filho (1 Jo 1.1-3).


Com exceção de Jesus, todas as pessoas responsáveis têm pecado!  Paulo concluiu em sua carta aos Romanos, "pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (3:23). Jesus obedeceu a vontade do Pai perfeitamente (Hb 4:15), mas todos os outros homens, tanto judeus como gentios, têm pecado e assim não podem ter comunhão com Deus, baseados nas suas próprias obras perfeitas. Quando o homem peca, seu pecado o separa de seu Criador e ele não pode gozar da comunhão com Deus (Isaías 59:1-3). O profeta Amós perguntou, "Andarão dois juntos, se não houver entre eles um acordo?" (3:3). Deus não será parceiro no pecado. Se andarmos nas trevas, teremos de andar sem Deus!

Felizmente, Deus providenciou outro meio para o homem ser justificado. Para todos os que têm pecado, a comunhão com Deus só é possível através da fé, isto é, através do evangelho. Somente aqueles que foram perdoados de todos os pecados passados podem ser participantes com Deus. Podemos ser perdoados de nossos pecados através do sacrifício de Jesus Cristo, uma manifestação da graça de Deus (Rm 3:21-26;  4:5-8, 23-25; 5:1-2; 6:17-18).

Quando somos batizados em Cristo, deixamos o império das trevas e somos transportados para o reino da luz (Gl 3:26-27; Cl 1:13).  Tornamo-nos partes da família espiritual de Deus e estabelecemos uma relação de comunhão com o Pai, com Jesus Cristo e com todos os cristãos que constituem esta irmandade (Jo 3:3-5; 1 Pe 1:3; 1 Jo 1:1-3,5).

Uma vez que tenhamos estabelecido esta relação espiritual com nosso Pai do céu, tornamo-nos participantes de nossa salvação com ele.  Tornamo-nos participantes da divina natureza, isto é, temos que ser santo como aquele que nos chamou é santo (1 Pe 1:15-16; 2 Pedro 1:4; Hb 12:10). Tornamo-nos participantes dos sofrimentos de Cristo quando suportamos a perseguição por sua causa (1 Pe 2:21; 4:13; 2 Co1:5). Tornamo-nos participantes com nossos companheiros cristãos na meta comum de glorificar Deus (Ef 3:20-21; 1 Pe 2:9).


A manutenção de nossa comunhão com Deus exige que continuemos a andar na luz, como ele está na luz (1 Jo 1:7). Andar na luz não significa perfeito conhecimento das Escrituras. Nossa comunhão com o Pai não foi estabelecida na base do perfeito conhecimento das Escrituras, nem é mantida nessa base.  Um dos exemplos de conversão a Cristo no livro de Atos é a do carcereiro de Filipos  (At 16:19-34).   
Ele ouviu a mensagem da salvação e obedeceu ao evangelho na mesma noite, estabelecendo a comunhão com Deus. É óbvio que ele não tinha perfeito ou completo conhecimento da Palavra de Deus inteira.  

Contudo, aqueles que estão em comunhão com Deus precisam estudar a Palavra e crescer em conhecimento. A palavra de Deus está disponível para nós e não podemos usar a ignorância como uma desculpa para a desobediência.  Os novos cristãos precisam alimentar-se com o "leite," isto é, as bases da Palavra e, com o crescimento, estarão aptos a aceitar a carne da Palavra (1 Co 3:1-2;  Hb 5:11-14).


O filho de Deus tem que estar sempre pronto para se arrepender de qualquer pecado cometido em sua vida e confessá-lo, buscando o perdão (1 Jo 1:9).

Caminhar na luz também não significa uma vida sem pecado. Pelo contrário, João escreveu, "Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 Jo 1:7). Ao mesmo tempo em que estamos andando na luz, estamos sendo purificados pelo sangue de Jesus, indicando que o cristão que anda na luz pecará ocasionalmente. 

De fato, João afirmou que o cristão que declara não ter cometido pecado está enganado e a verdade não está com ele (1 Jo 1-8). O apóstolo João, certamente, não estava encorajando o pecado, mas em vez disso estava observando que os cristãos pecarão e podem ser perdoados desses pecados ( 2:1-2).  

Ele também afirmou que o cristão não pode continuar no pecado (1 Jo 3:7-10; Rm 6:1-11). O filho de Deus tem que estar sempre pronto para se arrepender de qualquer pecado cometido em sua vida e confessá-lo, buscando o perdão (1 Jo 1:9).


Deus deseja que seus filhos tenham comunhão uns com os outros. A comunhão com outros homens depende de nossa comunhão com Deus. Como foi observado anteriormente, quando nos tornamos filhos de Deus, também nos tornamos parte de uma irmandade espiritual. Há um sentido no qual todos os filhos espirituais de Deus compartilham uma fé comum e uma salvação comum  (Tt 1:4; Jd 3).

No primeiro século, os grupos locais de santos se encontravam para adorar a Deus e para trabalhar juntos pela causa de Cristo. Eles partilhavam o ensinamento do evangelho, tanto pessoalmente como pelo sustento dos pregadores do evangelho (Gl  6:6;  Fp 1:3-5;  4:15). 

Eles partilhavam a educação mútua.  Eles tinham comunhão na celebração da ceia do Senhor (At 2:42; 1 Co 10:16), no canto de louvor a Deus e na oração. Os cristãos primitivos compartilhavam suas coisas materiais como os santos que tinham necessidade (Rm 15:26; 2 Co 8:4; 9:13). O escritor de Hebreus observou que aqueles cristãos que deixavam de congregar com outros cristãos para participar de tais atos de comunhão estavam no pecado (Hb 10:24-25).


Assim como Deus não terá comunhão com o pecado, também nós precisamos recusar participação no erro. Paulo escreveu, "E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as" (Ef 5:11). Os cristãos em Corinto aceitavam como fiel um irmão em Cristo que estava cometendo fornicação e Paulo repreendeu-os, observando que eles precisavam disciplinar o irmão que estava errando (1 Co 5). 

Quando os da igreja se afastaram do irmão pecador, eles estavam reconhecendo publicamente o fato que ele já tinha quebrado sua comunhão com Deus e que eles também não podiam mais ter comunhão com ele. O apóstolo João escreveu que não podemos dar apoio ou encorajamento àqueles que ensinam falsas doutrinas ou nos tornaremos participantes do erro deles.


Adão e Eva perderam sua comunhão com Deus por causa do pecado, mas, graças a Deus, através de Jesus Cristo podemos novamente gozar da comunhão com nosso Criador. O que foi perdido no Jardim do Éden pode ser conseguido mais uma vez em Cristo.

Que bênção e que privilégio caminhar diariamente com Deus agora, esperando aquele dia quando poderemos viver eternamente em sua presença, no céu!

Viver em Comunhão é viver O amando e fazer a Sua obra com o mesmo amor do início de tudo.


|  Autor: Jânio Santos de Oliveira  |  Divulgação: estudosgospel.com.br |

quinta-feira, 25 de julho de 2013

A Complexidade e Diversidade de Crentes na Igreja

Meus amados e queridos irmãos em Cristo Jesus, a Paz do Senhor!

Uma vez que o crente recebe a justificação por meio de Jesus Cristo, deve andar “de modo digno da vocação a que fostes chamados”.

Isso será demonstrado através de sua conduta, o seu viver diário. A Palavra de Deus nos fornece inúmeros modelos para aplicarmos em nossa vida.

Devemos ser cidadãos dignos. A conduta do crente deve refletir a de uma pessoa transformada, que foi lapidada pelo poder do Espírito Santo.

Somente por meio da Palavra de Deus é que iremos saber se o comportamento do crente é correto ou não.

Baseados nisso, iremos verificar alguns princípios que, se forem seguidos, com toda certeza farão uma grande diferença na vida daquele que praticar, bem como na vida das pessoas que estão a sua volta. Há uma grande necessidade de mantermos uma conduta exemplar.


Para tanto, é mister grande empenho para atingir tal objetivo. Somos exortados, pela Palavra de Deus, como deve ser a nossa conduta “para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo” (Fp 2.15).


I. O SERVIÇO CRISTÃO

Paulo instrui princípios sadios de como deve ser o comportamento do cristão em várias áreas. O crente deve manter um padrão exemplar de conduta, para que em tudo, Cristo venha a ser glorificado.

Primeiramente, somos instruídos de que o “Eu” (aquilo que realmente eu sou) deve ser sacrificado. Sacrifício é algo que por natureza, nós não estamos acostumados a fazer. Custa muito sacrificar. Mas é necessário.


1. Em Relação a Deus

A conduta cristã está baseada em ter-se uma atitude certa para com Nosso Deus.

A atitude com que fazemos, realizamos, recebemos as coisas demonstra como está o nosso nível para com Deus.

O crente fora justificado, no entanto, deve procurar viver uma vida de santidade. A primeira cláusula de importância nessa etapa da conduta cristã é “Apresentar-se a Si mesmo a Deus”.

Isso significa que por meio de nossas próprias forças não somos capazes de realizar algo ou alguma coisa (Rm 12.1,2; comparação 1Co 6.19,20).

“Como por um ato de rendição nossa, alcançamos o poder da cruz, para uma vida separada, assim agora, por um ato semelhante, entramos numa vida de serviço. Isto feito segue-se a atitude de prontidão para qualquer serviço que Ele requeira de nós.

Assim o ato torna uma atitude constante, de toda a vida, sempre se rendendo, desejando e esperando fazer a vontade dELe”.

As implicações de se apresentar a Deus são várias, notemos:
1) é voluntária: Deus deseja que apresentemos nossos corpos, isso cabe a cada um de nós. Não é uma obrigação, mas isso implica necessariamente em viver de acordo com a Vontade de Deus. Se não se apresenta o corpo voluntariamente o resultado é derrota e falta de fruto.

2) é pessoal: cada um deve apresentar o seu próprio corpo, não o de seu amigo, não de sua amiga, namorada, esposa, pai ou mãe, mas, sim, o seu próprio corpo.

3) é sacrificial: sem sacrifício não há recompensas, sem um sacrifício vivo não existe conquistas e vitórias espirituais.

4) é racional: não é uma entrega insensata, mas uma entrega da razão, a pessoa sabe exatamente o que está fazendo.


É um culto prestado pela mente e pelo coração. Com toda certeza o maior exemplo desta entrega total do corpo, sem reservas, fora a do Senhor Jesus Cristo, que quando estava nesta terra, fez exatamente aquilo que o Pai Se agradava, pois não procurou fazer a Sua vontade e, sim, a do Pai.


2. Em Relação a Nós Mesmos

O crente não deve procurar estimar-se mais do que lhe é próprio. “Não pense de si mesmo, além do que convém” (Rm 12.3).

É uma ordem! Caso uma pessoa pense de si mesma, além do lhe convém, com toda certeza, começará a causar problemas e atritos entre os irmãos e entre o corpo de Cristo, a Igreja. Pessoas assim se tornam orgulhosas, cheias de ambição e justiça própria, logo entrarão em desacordo com a liderança.

Ao contrário, o crente que se submete ao poderio do Espírito Santo, sabe de suas forças e das suas limitações. Este procura sempre buscar o auxílio de Deus para exercer o seu dom e nunca o usará fora daquilo que lhe cabível ou concernente. “Nunca ficamos mais úteis por servirmos em trabalhos para os quais não somos idôneos”


3. Em Relação à Igreja

A Igreja é um organismo e não uma organização. Aqui verificamos que os crentes prestam seus serviços na Igreja de Deus por meio de seus dons espirituais.

Uma analogia feito com o corpo humano, que tendo muitos membros, cada um diferente do outro, no entanto é um cada membro opera em conjunto para o perfeito funcionamento do todo (1 Co 12).

Assim, deste modo, deve ser o Corpo de Cristo, muitos membros, muitas pessoas com diferentes qualidades, dons, personalidades, mas todas devem agir para um só benefício, para um só bem comum, que é o aperfeiçoamento dos santos e a glorificação de Nosso Deus.

Nenhum membro desse corpo deve procurar o que lhe é do agrado, mas, sim, aquilo que beneficia aos outros.

“A marca das obras das mãos de Deus é a diversidade, não a uniformidade. Assim é com a natureza; é assim também com a graça, e em nenhum lugar mais do que na comunidade cristã. Nesta há muitos homens e mulheres das mais diversas espécies de origem, ambiente, temperamento e capacidade.

E não só isso, mas, desde que se tornaram cristãos, são também dotados por Deus de uma grande variedade de dons espirituais. Entretanto, graças a essa diversidade e por meio dela, todos podem cooperar para o bem do todo”.

Cada crente em Cristo Jesus possui um ou vários dons espirituais. Estes dons foram concedidos com o propósito de edificarmos a cada um, para fazermos com que o corpo funcione.

Assim, desta forma, com a união de cada um em torno de Cristo, corpo funciona.

Paulo nos apresenta neste trecho (Rm 12.4-8) sete destes dons, indicando assim uma perfeição.


É claro que o número de dons concedidos pelo Espírito não é somente sete, mas estes são os que o apóstolo considerou na Epístola:

1) dom de profecia, a ministração das verdades espirituais.
2) dom do ministério se refere ao serviço prestado ao Mestre.
3) dom de ensino, explicação da Palavra para o povo.
4) dom de exortação, encorajamento para se fazer o que é certo, chamar a atenção para faltas.
5) dom de contribuição deveria exercer com liberalidade, sem interesses próprios.
6) dom de presidir, aquele que governa, chefia ou guia o povo de Deus.
7) dom de misericórdia, cuidar dos necessitados, com o intuito de confortar.


II. EXORTAÇÕES PRÁTICAS

Paulo apresenta uma série de exortações para os crentes. Esse modo de viver deve marcar a conduta do crente.

Este é exortado a praticar o amor para com todos sem discriminação, somente assim, será capaz de ter uma conduta adequada perante as pessoas (Rm 12.9). Temos então uma oportunidade de servir na sociedade que vemos a nossa frente.

1. Conduta em Relação à Sociedade O crente tem um dever de viver uma vida digna perante os demais. “Vivei, acima de tudo, por modo digno do Evangelho de Cristo” (Fp 1.27).

O Amor deve ser o elemento que governa as nossas atitudes (Rm 12.9) para com o nosso próximo.

Se não tiver amor, nada serei” (1Co 13.2).

Esse amor em nossos corações deve fazer com amemos uns aos outros com amor fraternal (Rm 12.10), não buscando honras para si mesmo, mas sim honrando aos demais (Fp 2.3-5).

“A razão por que é o amor de tão alta importância reside no fato de que o amor é o cumprimento de toda lei e a lei é o próprio fundamento do Estado.

Nenhum crente está isento da lealdade; ... Quem ama ao próximo não fará coisa alguma em detrimento do próximo, ao contrário, para com ele cumprirá tudo que a lei exige”.

Sendo zelosos (Rm 12.11), ou diligentes, em seus serviços, quer sejam espirituais, quer sejam materiais.

O crente será fervoroso se praticar isso em sua vida (At 18.25). Uma vida frutífera leva a uma vida de esperança, a esperança da Vinda de Cristo (Rm 12.12).

Trará um cultivo a paciência, seja em tribulações, seja em qualquer outra área da vida, pois uma vida direta com o Senhor em comunhão com Cristo na oração fará crentes mais maduros.

O cristão não vacila, ao invés de dar lugar à aflição, ele descarrega suas preocupações em Deus por meio da oração (Fp 4.6).

Compartilhar as necessidades (Rm 12.13) é muito mais do que simplesmente dar algo para nosso irmão, mas é, também, sentirmos o que ele sente, é sentirmos as suas necessidades (At 4.32).

Devemos também demonstrar hospitalidade para com todos, indiscriminadamente de quem quer que seja. Uma exortação difícil de ser feita é a de abençoar os perseguidores (Rm 12.14).

Não é qualquer que pode fazer isso, e não somente abençoar, mas também não amaldiçoar (Mt 5.44,45; Lc 6.28).

Alegria deve andar com o crente (Rm 12.15). Ele se alegra com seus irmãos em Cristo, mas também chora com eles, participa com eles de seus sofrimentos.

Deve-se ter o mesmo sentimento (Rm 12.16; comp. Fp 2.2-8), ou seja, ninguém é superior a ninguém, deve-se procurar viver em harmonia com todos, não ser orgulhoso, mas sim humilde, um contraste notável.

Sabedoria deve ser aplicada a cada situação e não se engrandecer ou achar que pode alguma coisa por si mesmo, não ser sábio aos próprios olhos.

Não praticar mal por mal (Rm 12.17; comp. Mt 5.44; 1Pe 3.9), é seguir o exemplo de Cristo que não revidava com ultraje e nem injuriava a ninguém (1Pe 2.21-23).

O crente deve ter uma vida exemplar, quer em costumes, vestimentas, negócios, palavras, por está sendo observado por outros. As pessoas do mundo podem não ler a Bíblia, mas certamente lerão a vida do crente, que deve ser uma carta viva a testemunhar de seu Criador.

Em relação ao convívio do crente com aqueles que lhe são inimigos (Rm 12.18-20), o crente deve procurar viver em paz, se possível com todos.

Caso não seja possível, não deve se vingar de ultrajes sofridos, mas sim, depender de Deus (Dt 32.35; Pv 25.21-22; Hb 10.30).

Pelo amor, o crente vence o mal com o bem, ele não se deixa influenciar pelas artimanhas. O filho de Deus deve mostrar sempre o seu amor e a sua graça para com todos. 2. Conduta em Relação às Autoridades

Para com as autoridades civis, o dever do cristão é obedecer. O crente não está isenta para com as suas responsabilidades perante o seu País.

Somos exortados pelas Escrituras a nos submetermos as autoridades legalmente constituídas, pois a pessoa que resiste a tais autoridades está resistindo a Deus (Rm 13.1-2).

“Os crentes cheios do Espírito, descritos em Romanos 13, vivem pela lei do amor e da fé.

Portanto, o que vão dizer e fazer muitas vezes será superior à sociedade que os rodeia. Mas muitas vezes serão incompreendidos pela sociedade.

Quando a humanidade é corrupta e os governos são injustos e egoísticos, a cristandade pode ser perseguida.

É aqui que se concretiza a cruz diária do crente. A única solução para este problema é a eterna dívida de amor do homem para com Deus e o próximo”.

O cristão tem por consciência ser submisso a autoridade constituída (Rm 13.5).

O governo humano é fundamental para a convivência do homem na sociedade e é perfeitamente aprovado por Deus. O cristão tem como obrigação garantir o cumprindo das leis.

O cristão deve se submeter às autoridades, não somente por encargo de consciência, mas também devido ao castigo que é imposto àqueles que são infratores das leis estabelecidas pelo governo.

É óbvio que não se torna um bom testemunho para o cristão que é achado em falta ou em estado de insubmissão para com o governo, pois primeiramente não está sendo insubmisso para com o governo, e sim, para com Deus, que foi Quem o constituiu (Rm 12.1; 13.1,2; Dn 4.25-35; 5.21; Tt 3.1).

Nem toda autoridade é cristã. Há e certamente haverá muitos que são ímpios, tiramos, estes responderão pessoalmente a Deus (Ap 20.12).

Agora, está também claro na Palavra de Deus que se a autoridade civil, legalmente constituída, for contra o que a Bíblia ensina, o cristão deve antes, obedecer a Deus do que aos homens (At 5.29).


“Podemos ver, então, que a submissão do crente às autoridades manifesta-se de quatro maneiras:


a) a obediência às leis do país (ou do município).

b) o civismo: ‘fazendo bem’ como cidadãos, respeitando os direitos dos outros, não sendo desordeiros nem estragando os jardins, os parques e as outras propriedades públicas (Rm 13.3).

c) o pagamento de impostos e taxas legais; a pessoa que rouba o governo está roubando o ‘ministro de Deus’ (Rm 13.4-7).

d) a honra (ou respeito) para com os oficiais do governo, conforme a sua posição (Rm 13.7)”.


Para que uma pessoa tenha uma vida bem sucedida nos dias de hoje, é fator importante verificar qual é a sua capacidade em verificar a mão de Deus nas atitudes, nas ações, bem como nas reações daqueles que estão investidos de autoridade sobre a nossa vida.


Verdades absolutas a reconhecer em autoridade:

1) a autoridade dos pais exerce o mais forte impacto na vida de uma pessoa, quer seja positiva, quer seja negativa. A atitude do filho para com a autoridade dos pais no presente, ou quando este os deixa, influenciará fortemente o seu futuro (Pv 6.20-23).

2) é nosso dever reconhecer na autoridade a mão de Deus, quando esta está de acordo com os padrões do Mestre.

Rebelar-se contra as autoridades que Deus colocou na vida trará frustrações intensas. A pessoa, portanto, tem que saber receber ordens, para então, depois poder vir a guiar e dar orientação também (Pv 30.17).

3) muitos pensam que a liberdade está em escapar da autoridade quando antes melhor.

Porém, aprendemos de Deus que o segredo está em se estabelecer um relacionamento correto e procurar reagir positivamente para com a autoridade que Ele colocou sobre a nossa vida.


Um princípio claro, portanto é: Resistir a autoridade é resistir a Deus. “O grande erro consiste em que o indivíduo não aceitar a verdade de que o próprio Deus está por trás da autoridade”.

4) a autoridade dos pais advém de Deus. Ele é responsável pelos pais que lhe concedeu, e Deus é maior que seus pais (Pv 21.1).

A autoridade dos pais é para obediência dos filhos, para que este venha a ter maturidade por meio dela (Cl 3.20).


Quando os pais verificam que seu filho se submete à sua autoridade, sendo-lhes obediente, eles passam a verificar que já podem ter confiança em seu filho para deixar que este venha a tomar as suas próprias decisões.

Por causa da maturidade que muitos jovens aceitam a autoridade de seus pais, como colocada por Deus, estes conquistam sua liberdade muito antes de casarem.

5) em todos os nossos relacionamentos existe a figura da autoridade, esta é claramente enfatizada pelas Escrituras Sagradas: Deus exerce autoridade sobre o homem (1Co 11.3); o homem sobre a mulher (1Co 11.3; 1Pe 3.1-5);

os pais exercem sua autoridade sobre os filhos (Ex 20.12; Ef 6.1-3);

Deus exerce autoridade sobre os senhores empregadores (Ef 6.9); os servos devem obedecer a autoridade de seus patrões (Ef 6.5);

os cidadãos devem obedecer a autoridade do Governo (Rm 13.1-7; Mt 22.21; 1Pe 2.13-18).


3. Conduta em Relação aos Cidadãos

Como cidadãos, os cristãos também têm deveres em sua conduta para com todos aqueles com quem tem contato em sua vida diária.

Ele deve, portanto, cumprir bem o seu papel de cidadão. A única dívida que o cristão pode ter é o amor para com todos (Rm 13.8).

Muitas vezes, o emprestar dinheiro traz profundas mágoas, pode estragar amizades, arruinar a vida de uma pessoa. Deve-se tomar cuidado com essa prática. O amor do cristão para com seus semelhantes deve ser o mesmo, sem favoritismo ou exclusividade.

“Se é verdade que esse amor cristão deve caracterizar nossa atitude para com os demais crentes, não menos o é o fato de que temos de mostrar essa mesma disposição para com todos os homens”.

A Parábola do Bom Samaritano é uma ilustração belíssima do exemplo de amor para com o nosso próximo (Lc 10.30-37).

A lei está resumida no amor para com Deus: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento” e no amor para com o próximo: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.37; Lc 10.27; Rm 13.9; Lv 19.18).

Obviamente que quem ama a Deus amará a seu próximo (1Jo 2.10,11; 4.11,12). Além do amor, outro motivo para sermos bons cidadãos é que a Vinda do Senhor está próxima (Rm 13.11; Lc 21.28).

Com isso, a grande esperança do cristão está cada vez mais próxima, isto traz responsabilidade por parte do cristão, de viver uma vida digna e de acordo com os padrões divinos.

Na sua vinda, seremos então tirados da atual conjuntura do pecado e das condições atuais, bem como do derramamento da ira vindoura (Rm 8.23,24; 1Ts 1.10; 4.13-17; 5.9). Por isso não devemos estar andando nas obras das trevas e sim, “revestindo-nos das armas da luz”.

Quando Ele voltar, como nos achará? Andando nas trevas do pecado, ou como bons cidadãos dos céus, amando a Deus e ao nosso próximo?

4. Conduta em Relação aos Fracos na Fé

Em se tratando da matéria moral, as suas dúvidas, o apóstolo Paulo estabelece três grandes princípios de grande valia:

1) não devemos julgar os outros (14.1-12);
2) não devemos tentar uns aos outros (14.13-23);
3) seguir o amor de condescendência e amor de Cristo (15.1-13). No capítulo 14 de Romanos, Paulo trata de questões duvidosas.

Fala das responsabilidades do forte para com o irmão fraco, bem como do irmão fraco, para com o irmão forte. No entanto, deixa claro que cada um comparecerá perante Deus (v.12). “No idólatra Império Romano, faziam-se sacrifícios de animais aos deuses pagãos.

Depois, a carne era vendida nos mercados e açougues (1Co 10.25). Sendo essa carne associada à idéia de culto pagão, alguns dos novos convertidos não conseguiam comê-la, sem sentirem profunda perturbação interior. Outros, porém, já criam que todas as coisas pertencem a Deus, e, assim sendo, comiam-na sem nenhum problema. Afinal, ‘ao Senhor pertence toda a terra’.

Aqui, o irmão “débil na fé” estava escandalizado pela liberdade que o mais forte tinha. O problema é a falta de sabedoria quanto a liberdade que temos em Cristo.

Essas pessoas não tinham convicção na aplicação de sua liberdade em Cristo. Nos dias de hoje seria o fato de alguém que se converteu do catolicismo para o cristianismo e não sabe com certeza se pode ou não comer carne da “sexta-feira santa”, pelo simples fato de ainda não entender muito bem a sua liberdade em Cristo.

“O erro do irmão fraco consiste em julgar e condenar aos irmãos ‘fortes’, isto é, os que reconhecem que são livres dessas proibições ritualísticas acerca de dias e comidas; e os fortes podem errar também, em desprezarem a seus irmãos fracos, ofendendo-os desnecessariamente na ostentação da liberdade”.

O apóstolo Paulo faz uma alusão muito importante aqui, um princípio que deve ser seguido, o princípio do amor, ele fala que amar ao próximo é muito mais importante do que a nossa liberdade nestas coisas.

“Também, é mais importante ser ‘conhecido’ por Deus do que ‘conhecer’ o que se refere a ídolos! Se não estamos interessados na maneira como nossa ‘sabedoria’ afeta a nosso irmão, então nosso conhecimento nos encheu de soberba.

Se não nos preocupamos com os sentimentos de nosso irmão, provamos que, em vez de sermos sábios, realmente nada sabemos”.
 Cabe aqui notar que os crentes de romanos eram oriundos do paganismo, estavam envoltos com uma cultura pagã. Por isso, tinham suas dificuldades em relação a estes assuntos controvertidos. Paulo fala da comida e da observância religiosa de certos dias.

Para Paulo, e também outros irmãos, o comer qualquer alimento não havia problema algum, ao passo que para outros, os irmãos mais fracos na fé, isso era escândalo.

Da mesma sorte, com relação aos dias, alguns consideravam que cada dia era igual ao outro, não fazia distinção entre os dias que eram mais ou menos sagrados, consideravam cada dia como sendo “santo ao Senhor”, ainda outros achavam que certos dias eram mais santos do que outros.

O que é que deve ser feito, visto que na mesma comunidade havia cristãos com tão diferente pontos de vista? Cada qual deveria resolver em sua mente e em sua consciência. “Aquele que desfruta maior liberdade não deve menosprezar o outro julgando-o espiritualmente imaturo.

Quem tem escrúpulos de consciência não deve criticar o seu irmão na fé por praticar o que aquele não pratica”.

Paulo “nos fornece o verdadeiro meio de decidir todas aquelas questões casuais que tão freqüentemente aparecem na vida cristã, e que levam tantos crentes a ficarem embaraçados. Posso admitir a mim mesmo esta ou aquela diversão? Sim, caso possa desfrutá-la para o Senhor, ao mesmo tempo que possa agradecer-Lhe pela mesma.

Não, se não puder recebê-la como presente de Suas mãos e bendizê-lo por causa da mesma. Essa maneira de solucionar tais problemas respeita tanto os direitos do Senhor como a liberdade do indivíduo”.

III. PRINCÍPIOS ACERCA DE QUESTÕES DUVIDOSAS

1. Decisões Acertadas

A Palavra de Deus é rica para com todas as questões, verificaremos, a seguir alguns princípios que cabem em situações duvidosas. Quando Deus dá um mandamento específico, torna-se fácil saber o que Ele quer de nós. Mas há muitos aspectos em que não existem mandamentos específicos.

Deixar de agir coerentemente nesses assuntos duvidosos pode facilmente minar a dedicação da pessoa a Deus. As seguintes indagações podem ser usadas como teste ao fazer decisões difíceis:

1.1 Entrega Total

Como primeiro e principal requisito deve-se perguntar a si mesmo: “Entreguei todos os aspectos da minha vida a Deus?” Para seguir nosso caminho diante de Deus, torna-se como fator essencial uma entrega total de nossa vida, de todos os aspectos, de todo o ser a Deus.

“Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. RECONHECE-O EM TODOS OS TEUS CAMINHOS, e Ele endireitará as tuas veredas. Não sejas sábio a teus próprios olhos: teme ao Senhor e aparta-te do mal” (Pv 3.5-7 ).

1.2 Sacrificar Meus Desejos

Será que eu estou pronto a sacrificar meus desejos em favor da vontade de Deus? Uma das condições básicas do discipulado é o sacrifício. Quando se tem uma escolha entre duas oportunidades é essencial verificar estes princípios já citados.

Qual deve ser a escolha certa? Escolher entre uma atividade que irá oferecer oportunidade para a pessoa servir a Deus ou entre uma atividade pelo qual não lhe será permitido fazê-lo? “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me. Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará” (Lc 9.23,24).

2.1 Será Deus Louvado?


TUDO QUE EU FIZER DEVE GLORIFICAR A DEUS
Glória significa “uma opinião, uma estimativa”. Podemos colocar como sendo uma opinião ou uma estimativa que as pessoas têm acerca de Deus, por causa da nossa atitude, da nossa vida exemplar ou não.

Se formos servos fiéis a Deus, isso resultará na glorificação do nome de Nosso Grandioso Deus. “Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra cousa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (I Co 10.31).

2.2 Posso Agradecer a Deus por esta Atividade?

O PRÓPRIO JESUS APROVARIA MINHA DECISÃO? Quando faço algo devo verificar se isto agradaria ou não ao nosso Mestre.

“E tudo o que fizerdes, seja em palavras, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Cl 3.17). 2.3 Será que Pode me Advir Algum Resultado Espiritual desta Atividade?

ELA DEVE MELHORAR MEU CARÁTER CRISTÃO? Posso crescer espiritualmente com esta atividade ou ela resultará em perdas para a minha pessoa, deve ser o nosso pensamento. “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém (é proveitoso, vantajoso).

Sim, tudo me é permitido, mas nem tudo é edificante. (Contribui para o caráter espiritual e o crescimento)” (I Co 10.23) 2.4 Eu Ficaria Aborrecido se não o Fizesse? “Tudo me é permitido, o que não significa que tudo seja bom.

Tudo me é permitido, mas não devo ser escravo, seja do que for” (I Co 6.12). 2.5 Levarei um Crente mais Fraco a Pecar?

SOU RESPONSÁVEL A DEUS POR CRENTES MAIS FRACOS O apóstolo Paulo declara que se o simples fato de eu vir a comer uma carne que o novo convertido em Cristo costumava oferecer aos ídolos, antes da sua conversão, irá levá-lo a se escandalizar com minha atitude, então eu devo abrir mão desse privilégio de comer aquele carne.

A vida espiritual de meu irmão deve ser muito mais importante do que qualquer comida ou atividade que eu venha a desempenhar para o meu próprio benefício. Algo que deve ficar em nossa mente é que quando eu, por meus modos, ou por minhas atitudes, ou palavras, enfraqueço o meu irmão mais novo na fé, estou pecando contra Deus, por não estar edificando a este irmão.

“Mas vede que essa liberdade não seja DALGUMA maneira escândalo para os fracos... pecando assim contra os irmãos, e ferindo a sua fraca consciência, pecais contra Cristo.

PELO QUE, SE O MANJAR ESCANDALIZAR a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que meu irmão não se escandalize” (I Co 8.9-13) 2.6 Estou em Dúvida? Não Devo Fazê-lo!

PRECISO TER A CONVICÇÃO DO ESPÍRITO SANTO NAQUILO QUE ESTOU FAZENDO
É claro que o que não provém da fé é pecado, relacionado a isso está a dúvida, se ela existe não faça.

“As vossas convicções pessoais são assunto de fé, entre vós e Deus, e podeis dar-vos por felizes se não tiverdes escrúpulos acerca daquilo que vos é permitido comer. Se não se come carne com a consciência tranqüila, não é bom sinal, porque tal procedimento não provém da fé, e o que é feito à parte da fé é pecado” (Rm 14.22,23). 2.7 Terei eu a Aprovação Final de Deus?

PRECISO DAR CONTAS A DEUS DE TODAS AS MINHAS AÇÕES
Cada ato que pratico, um dia prestarei contas a Deus por eles, por isso, devo procurar fazer o máximo possível para agradar a Ele. “Pela minha vida, diz o Senhor; que todo joelho se dobrará diante de mim, e toda língua confessará a Deus. De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus” (Romanos 14.11,12). Podemos sempre provar que estamos certos, mas estará o senhor convencido? (Pv 16.2). 2.8 O que os Outros Pensam é Importante?

MEU COMPORTAMENTO DEVE EVITAR TODA A APARÊNCIA DO MAL
“Abstende-vos de toda aparência do mal” (I Ts 5.22).

Raramente pensamos no que os demais pensam a respeito de tal coisa ou assunto, mais isso deve ser relevante da mesma forma.

“Portanto, vede prudentemente como andais não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo; porquanto os dias são maus” (Ef 5.15,16).

Existem pessoas de todos os tipos ao nosso redor, vejamos:
 
1. A complexada tem necessidade de diminuir quem está em sua volta para ser valorizada; o que é dos outros nunca tem valor;

2. A perfeita, somente ela está certa;

3. A orgulhosa; a super estrela, ela é a boa, o resto não vale nada;

4. A que se julga o centro do universo;

5. A de boa lábia, mesmo que esteja errada, convence a todos que está certa;

6. A que não reconhece seus erros, sempre se justifica;

7. A que entende tudo ao contrário, você tem que dar mil explicações;

8. A rejeitada, ela é sempre a vítima;

9. A falsa intelectual demonstra que conhece todos os assuntos, mas no fundo é leiga, não sabe nada;

10. A superior, todos tem que servi-la ;

11. A que dá a última palavra, não aceita estar errada em hipótese alguma;

12. A mentirosa mente e não fica vermelha, ou seja, acredita na mentira;

13. A medrosa concorda com tudo, não dá a sua opinião para não se expor;

14. A esperta, sempre tira proveito dos outros;

15. A egoísta, só pensa nela;

16. A covarde, nunca assume nada;

17. A falsa, que te elogia, mas no íntimo te odeia;

18. A traidora, que se faz de amiga para expor a intimidade do outro;

19. A interesseira, somente busca seus interesses;

20. A fofoqueira adora destilar seu veneno, promovendo a contenda;

21. A fingida se faz de coitada para tirar proveito;

22. A trapaceira finge estar do seu lado, para te apunhalar depois;

23. A invejosa quer sempre ocupar a posição do outro;

24. A que gosta de se aparecer, só ajuda para estar em evidência;

25. A esperta; fala bonito, impressiona, mas não põe a mão na massa;

26. A crítica vê defeito em tudo, somente o que ela faz é bom.

27. A desconfiada arregala os olhos e desconfia de todos;

28. A autoritária ditadora, tudo tem que ser feito do jeito dela, não sabe ouvir outras pessoas;

29. A exibicionista tem que estar em evidência, senão adoece;

30. A venenosa deturpa tudo para que haja discórdia;

31. A grosseira, não sabe conversar, sempre ofende e agride com suas palavras;

32. A escandalosa adora dar show para chamar atenção, adora um barraco;

A maneira de se comportar, a conduta do crente, é um fator de muita importância. Ela pode ou edificar ao irmão que nos rodeia ou até mesmo enfraquecê-lo.

Portanto, torna-se necessário vigiarmos nossas atitudes para que possamos viver de vidas dignas. A conduta ideal é aquela que está permeada pelos princípios bíblicos. Uma vida que honra a Cristo e onde o Seu amor é derramado em nosso coração.

O princípio do amor deve andar lado a lado conosco, para que com isso possamos edificar a nosso irmão. A conduta certa, o modo de viver certo, o comportamento correto, tudo isso depende única e exclusivamente de uma submissão de nosso próprio ser ao senhorio de Jesus Cristo. Só assim, seremos capazes de praticar os princípios contidos em Sua Palavra.

Que Deus nos abençoe e nos guarde em nome de Jesus, amém!
|  Autor: Jânio Santos de Oliveira  |  Divulgação: estudosgospel.com.br |
 

domingo, 21 de julho de 2013

Devemos Orar em Nome de Quem?

É comum hoje em dia vermos membros e pastores orando em nome do “Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Essa é a forma correta de orar? Vejamos o que nos diz a Bíblia:
         Só encontramos na Bíblia para usar o nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, na ordenança do batismo nas águas em Mateus 28:19:
 
“Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”.  Mateus 28.19

        Nas demais orações, veja o que Jesus nos ensinou:

 
"Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles."  Mateus 18:20
"E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas;"  Marcos 16:17
"E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho."  João 14:13

"Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei."  João 14:14
"Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda."  João 15:16

"E, naquele dia, nada me perguntareis. Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar."  João 16:23
"Até agora, nada pedistes em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria se cumpra."  João 16:24
"Naquele dia, pedireis em meu nome, e não vos digo que eu rogarei por vós ao Pai,"  João 16:26

         Agora veja como agia a Igreja Primitiva:

 
"E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda."  Atos 3:6
"E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu." Atos 16:18
"para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,"  Filipenses 2:10
"seja conhecido de vós todos e de todo o povo de Israel, que em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dos mortos, em nome desse é que este está são diante de vós."  Atos 4:10
"enquanto estendes a mão para curar, e para que se façam sinais e prodígios pelo nome do teu santo Filho Jesus."  Atos 4:30
"à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso:"  1 Coríntios 1:2
'Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa e que não haja entre vós dissensões; antes, sejais unidos, em um mesmo sentido e em um mesmo parecer."  1 Coríntios 1:10
"dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo,"  Efésios 5:20

"E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai."  Colossenses 3:17

"Mandamo-vos, porém, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que andar desordenadamente e não segundo a tradição que de nós recebeu."  2 Ts 3:6

        Conclusão: Devemos pedir tudo a Deus, mas em nome do seu filho Jesus Cristo. Quando pedimos alguma coisa “em nome de Jesus” é como se fosse o próprio Jesus pedindo, e sendo da vontade de Deus, ele nos concederá.



Autor: Pr. Isaias da Silva
fonte: estudos gospel