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COM JESUS É POSSÍVEL SER FELIZ E VENCER TODO DIA

Quantas vezes nos sentimos sem rumo e pensamos não ter com quem contar. Jesus é o nosso melhor amigo.
Quando conhecemos a Jesus e a Ele nos entregamos descobrimos uma vida completamente nova que está
disponível a todas as pessoas.
Este espaço é um convite para conhecer e praticar o que a Palavra de Deus nos ensina durante todos os dias da nossa vida.


ESCREVAM !!!!!!!!!!!!!!!!!

Estou abrindo espaço para você que deseja orientação através do e-mail: conhecerdeusnapratica@outlook.com;

que será respondido na publicação no blog zelando a identidade da pessoa que será chamada de amiga.

Com isso as pessoas poderão ter minha orientação e de todos que acompanham o blog, recebendo desta forma maior apoio para resolução de seus problemas.

ESCREVAM !!!!!!!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

NASA NEGA FIM DO MUNDO EM DEZEMBRO/2012

Nasa desmente 'fim do mundo' e alerta sobre suicídios

Agência espacial dos Estados Unidos convocou seus cientistas em uma conferência online para explicar que não há fundamento na ideia de que o mundo vai acabar em dezembro

BBC | - Atualizada às

BBC

AFP/Nasa
Segundo a Nasa, se um planeta fosse colidir com a Terra em 21/12, hoje já seria visível a olho nu

Após receber uma enxurrada de cartas de pessoas seriamente preocupadas com teorias que preveem o fim do mundo no dia 21 de dezembro de 2012, a agência espacial americana resolveu "desmentir" esses rumores na internet.

Na quarta-feira (28), a Nasa fez uma conferência online com a participação de diversos cientistas. Além disso, também criou uma seção em seu website para desmentir que haja indícios de que um fim do mundo esteja próximo.

Segundo o astrobiologista David Morrison, do Centro de Pesquisa Ames, da Nasa, muitas das cartas expondo preocupações com as teorias apocalípticas são enviadas por jovens e crianças.

Leia também:
Líderes maias vão aos EUA explicar mudanças no ciclo do calendário Fim do mundo previsto pelos maias é um erro de interpretação Uma em 7 pessoas acredita que fim do mundo está chegando Cientistas desvendam profecia maia do 'fim do mundo em 2012' Antropólogo exibe pedra maia para desmentir o fim do mundo em 2012 Textos maias não profetizam fim do mundo em 2012


Alguns dizem até pensar em suicídio, de acordo com o cientista, que também mencionou um caso, reportado por um professor, de um casal que teria manifestado intenção de matar os filhos para que eles não presenciassem o apocalipse.

"Estamos fazendo isso porque muitas pessoas escrevem para a Nasa pedindo uma resposta (sobre as teorias do fim do mundo). Em particular, estou preocupado com crianças que me escrevem dizendo que estão com medo, que não conseguem dormir, não conseguem comer. Algumas dizem que estão até pensando em suicídio", afirmou Morrison.

"Há um caso de um professor que disse que pais de seus alunos estariam planejando matar seus filhos para escapar desse apocalipse. O que é uma piada para muitos e um mistério para outros está preocupando de verdade algumas pessoas e por isso é importante que a Nasa responda a essas perguntas enviadas para nós."



Calendário maia               

Um desses rumores difundidos pela internet justifica a crença de que o mundo acabará no dia 21 dizendo que essa seria a última data do calendário da civilização maia.

Outro rumor tem origens em textos do escritor Zecharia Sitchi dos anos 70. Segundo tais teorias, documentos da civilização Ssméria, que povoou a Mesopotâmia, preveriam que um planeta se chocaria com a Terra. Alguns chamam esse planeta de Nibiru. Outros de Planeta X.

"A data para esse suposto choque estava inicialmente prevista para maio de 2003, mas como nada aconteceu, o dia foi mudado para dezembro de 2012, para coincidir com o fim de um ciclo no antigo calendário maia", diz o site da Nasa.

Sobre o fim do calendário maia, a Nasa esclarece que, da mesma forma que o tempo não para quando os "calendários de cozinha" chegam ao fim, no dia 31 de dezembro, não há motivo para pensar que com o calendário maia seria diferente – 21 de dezembro de 2012 também seria apenas o fim de um ciclo.

A agência espacial americana enfatiza que não há evidências de que os planetas do sistema solar "estejam se alinhando", como dizem algumas teorias, e diz que, mesmo que se isso ocorresse, os efeitos sobre a Terra seriam irrelevantes. Também esclarece que não há indícios de que uma tempestade solar possa ocorrer no final de 2012 e muito menos de que haja um planeta em rota de colisão com a Terra.

FONTE: IG CIENCIA

Entendendo o Sermão Profético

As instruções de Jesus aos Seus discípulos no Monte das Oliveiras (o Sermão Profético) aparecem em Mateus 24-25, Marcos 13 e Lucas 17.20-37. Esses são alguns dos textos mais importantes da Bíblia porque não apenas nos apresentam o último discurso do Senhor, mas também o Seu ensinamento profético mais extenso.

O Sermão Profético revela como Jesus interpreta as passagens proféticas cruciais do Antigo Testamento a respeito de Israel e das nações. Ele serve como um inspirado esboço dos eventos do fim dos tempos. Além disso, explica o julgamento divino de Israel , especialmente Sua restauração prometida no advento do Rei Messias e o estabelecimento do Seu reino messiânico.
Se interpretado adequadamente, o Sermão Profético permite à Igreja nesta época distinguir a si mesma da nação de Israel na Tribulação – o futuro “tempo da angústia de Jacó” – e dos eventos que vão caracterizar esse período anterior ao retorno de Cristo ao mundo.
 
Muita confusão profética tem resultado da falha em entender que o Sermão Profético envolve Israel, não a Igreja, e refere-se ao tempo (escatológico) futuro, não ao passado ou ao presente.
Mateus 24.1-14 explica o panorama histórico (vv. 1-3) que precipitou o discurso profético e descreve os sinais, ou “dores de parto” (juízos divinos da primeira metade da Tribulação, vv. 4-13) e a evangelização global que será proclamada na metade desse período (v. 14).

O cenário foi a última ocasião de Jesus e Seus discípulos na jornada a Jerusalém para adorar no Templo. Cientes do pronunciamento de Jesus contra a nação e particularmente contra os escribas e fariseus (Ele tinha acabado de dizer: “Eis que a vossa casa vos ficará deserta” [Mt 23.38]), os discípulos talvez pensassem que um apelo pela unidade nacional simbolizada pelo Templo poderia amenizar a disposição de Jesus em relação ao julgamento da nação. De fato, algumas seitas judaicas, como a de Qumran, esperavam que o Templo fosse destruído porque ele tinha um sacerdócio ilegítimo e tinha sido corrompido ritualmente; mas os discípulos sabiam que Jesus continuava a reverenciar o Templo como a “casa de meu Pai” (veja Jo 2.16).

Os discípulos também estavam impressionados, como a maioria naquele tempo, com a magnificência incomparável do Templo, que se tornara origem de orgulho nacional: “Falavam alguns a respeito do templo, como estava ornado de belas pedras e de dádivas” (Lc 21.5). Os discípulos fizeram a sua declaração nacional a Jesus assim que Ele deixou os limites da área do Templo. Lá, eperando-O, eles começaram a chamar a atenção para os últimos acréscimos na estrutura do edifício que, de acordo com João 2.20, tinha sido edificado durante 46 anos: “Mestre! Que pedras, que construções!” (Mc 13.1).

Talvez os discípulos também pensassem, como Aristeas em sua carta a Filócrates (Carta de Aristeas, 100- 101 a.C.), que o Templo era inviolável e invencível.
Conseqüentemente, eles estavam tentando compreender as afirmações de Jesus sobre o juízo. Em todo caso, Jesus recorreu a ambas as idéias em Sua resposta inesperada de que todas essas pedras que eles Lhe haviam mostrado ruiriam violentamente no tempo do juízo.

Sem dúvida, enquanto os discípulos pensavam nessas palavras, concluíram que Jesus se referia ao ataque final a Jerusalém predito por Zacarias para o fim dos tempos, quando o Senhor destruirá as nações gentias e estabelecerá o reino messiânico (Zc 14.3-9). Os discípulos acreditaram que esses eventos já estavam em andamento e logo aconteceria o clímax com a revelação pública de Jesus e o Seu reinado como Messias.

Entretanto, enquanto caminhavam com Ele na subida para o Monte das Oliveiras, o círculo íntimo dos discípulos decidiu que precisava de esclarecimento, especialmente em relação ao assunto da destruição do Templo e ao tempo para o qual Jesus tinha predito esses eventos. Por isso, em Marcos 13.4, em particular, esses discípulos Lhe fizeram duas perguntas: “Dize-nos, quando sucederão estas coisas, e que sinal haverá quando todas elas estiverem para cumprir-se”.

A primeira questão diz respeito ao tempo específico da destruição do Templo; a segunda (composta de duas partes relacionadas), refere-se aos “sinais” que marcariam o advento de Jesus a Israel (no grego, parousia, “presença corporal”), como Messias no final dos tempos.[2] A resposta de Jesus a essas questões constitui o ensino profético do Sermão Profético. A primeira questão é tratada em Lucas 21.10-24 e a segunda em Mateus 24.4-31 e Marcos 13.1-27.

Tem havido discussões consideráveis sobre se o Sermão Profético cumpriu-se no passado ou ainda está para se cumprir, como acreditam os futuristas. Historicistas têm assegurado que a maioria dos eventos descritos (com exceção do advento de Cristo) já se cumpriu. Preteristas afirmam que todos os eventos (incluindo o advento) foram especificamente cumpridos em 70 d.C. Os discípulos também presumiram uma conexão entre a destruição do Templo e o advento do Messias. Jesus proferiu o Sermão Profético para corrigir esses mal-entendidos e para proteger Seus discípulos do engano. Eles poderiam equivocar-se por causa dos eventos que ocorreriam em sua geração, já que Jesus não viria corporalmente para restaurar Israel e estabelecer Seu reino messiânico depois que os romanos arrasassem o Templo.

Portanto, Jesus começou Seu discurso com uma advertência: “Vede que ninguém vos engane” (Mc 13.5). Deixando de entender essa advertência, os preteristas têm-se perdido em sua interpretação, sendo obrigados a espiritualizar a profecia numa tentativa de forçar um cumprimento no primeiro século. Entretanto, Jesus explicou que aquilo que os discípulos viam como eventos conectados, eram acontecimentos cronológicos e seqüenciais, mas que não ocorreriam todos no mesmo espaço de tempo.

Apesar das terríveis condições da Tribulação, é predito um dos maiores esforços evangelísticos na história : “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt 24.14).

Essa mensagem global, mesmo tendo os mesmos elementos do Evangelho da graça, ou seja, a fé em Jesus como Salvador, enfatiza o arrependimento concernente à vinda do Messias para derrotar as nações e estabelecer o reino messiânico para Israel. Esse arrependimento é que reverterá a condição de desolação da casa de Israel (Mt 23.38-39; confira At 3.19-21).

Essa foi a mesma mensagem inicialmente pregada por João Batista e por Jesus durante Seu ministério terreno. Entretanto, “o Evangelho do reino” não poderá ser proclamado novamente até que a nação [de Israel] retorne aos limites cronológicos da 70ª semana de Daniel. O termo grego para “mundo”, em Mateus 24.14, significa “a terra habitada”, mas não pode limitar-se a uma região particular, pois deve incluir o mundo inteiro ocupado pelos gentios.

Esse é o “mundo” que Cristo virá julgar (At 17.31), o que está implícito na frase “Então virá o fim” (Mt 24.14). Por essa razão essa evangelização global não pode ser limitada ao Império Romano do primeiro século. Também não pode ter sido realizada entre 25 ou 30 anos após a ascensão de Cristo. Do mesmo modo, a Grande Comissão não pode ter sido cumprida até 70 d.C., como afirmam os preteristas.

As boas-novas que o Senhor Jesus tem deixado para os que crerem no tempo futuro da angústia de Jacó é que as “dores de parto” não vão impedir o Evangelho do reino. Em vez disso, os julgamentos irão magnificar sua mensagem, reforçar sua urgência e cumprir a promessa da profecia de Jeremias de que Israel “será livre dela” (Jr 30.7).

Autor: Randall Price

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A GRAÇA DE DEUS

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus .(Ef 2.8)


Você percebe, na sua vida, as manifestações da graça de Deus?
“Como o diamante é para o anel, assim é a graça para a alma” (Thomas Watson).
“Graça” favor imerecido concedido por Deus.
A expressão do amor de Deus, revelado completamente através da pessoa de Jesus Cristo aos pecadores culpados, apesar de sua falta de merecimento.
No Novo Testamento, o termo para a palavra graça é “káris”: deleite, que reflete o terno carinho de Deus, como Pai amoroso que só quer o bem para Seus filhos.
“E, cerrando o livro e tornando a dá-lo ao ministro, assentou-se; e os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele. Então, começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos. E todos lhe davam testemunho, e se maravilhavam das palavras de graça...” (Lc 4.20-22)


Graça divina quando transformada em ação possui dois sentidos principais:
1) Dom salvífico
“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus”. (Ef 2.8)

2) Poder que capacita o homem a agir acima de suas forças naturais, e debilidades.
“Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus, que está comigo” . (1 Co 15.10)
“E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco, então, sou forte.”(2 Co 12.9,10)


TIPOS DE GRAÇA
GRAÇA COMUM

Este favor é a manutenção de Deus no mundo que produz um bem estar na vida e na sociedade que vem da criação, e a compreensão de que o Espírito Santo exerce influência limitada e mantenedora sobre todos os homens, em geral, onde todas as atividades, conquistas e progressos científicos e políticos e culturais da civilização humana têm lugar na história, devido a graça comum de Deus. É uma graça que refreia o pecado, porém sem regenerar o ser humano.


GRAÇA ESPECIAL

“E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” . (Rm 8.30)
Esta dádiva é outorgada somente para aqueles que Deus elege para a vida eterna, ou seja, aqueles que ouviram a mensagem do evangelho e creram no sacrifício de Jesus.
Eu lhes darei um coração novo e porei em vocês um espírito novo. Tirarei de vocês o coração de pedra, desobediente, e lhes darei um coração bondoso, obediente. Porei o meu Espírito dentro de vocês e farei com que obedeçam às minhas leis e cumpram todos os mandamentos que lhes dei”. (Ez 36.26,27)
Esta graça transforma o ser humano para que o mesmo tenha relacionamento com Deus agora e para a eternidade.

CONCLUSÃO
“A Graça me comprou. A Graça me ensinou. A Graça me prendeu. Agora a Graça me possui.” (Stanley Jones)

Pra. Márcia Dantas S. Cunha
Igreja do Evangelho Quadrangular Jardim Palmira

fonte: Grupo Cristocentro3 - Google

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Gideão e os 300

Juízes 7.1 a 7
"01. Então Jerubaal (que é Gideão) se levantou de madrugada, e todo o povo que com ele havia, e se acamparam junto à fonte de Harode, de maneira que tinha o arraial dos midianitas para o norte, no vale, perto do outeiro de Moré. 02. E disse o SENHOR a Gideão: Muito é o povo que está contigo, para eu dar aos midianitas em sua mão; a fim de que Israel não se glorie contra mim, dizendo: A minha mão me livrou. 03. Agora, pois, apregoa aos ouvidos do povo, dizendo: Quem for medroso e tímido, volte, e retire-se apressadamente das montanhas de Gileade. Então voltaram do povo vinte e dois mil, e dez mil ficaram. 04. E disse o SENHOR a Gideão: Ainda há muito povo; faze-os descer às águas, e ali os provarei; e será que, daquele de que eu te disser: Este irá contigo, esse contigo irá; porém de todo aquele, de que eu te disser: Este não irá contigo, esse não irá. 05. E fez descer o povo às águas. Então o SENHOR disse a Gideão: Qualquer que lamber as águas com a sua língua, como as lambe o cão, esse porás à parte; como também a todo aquele que se abaixar de joelhos a beber. 06. E foi o número dos que lamberam, levando a mão à boca, trezentos homens; e todo o restante do povo se abaixou de joelhos a beber as águas. 07. E disse o SENHOR a Gideão: Com estes trezentos homens que lamberam as águas vos livrarei, e darei os midianitas na tua mão; portanto, todos os demais se retirem, cada um ao seu lugar."


INTRODUÇÃO

Esta é uma mensagem que muitos pastores não têm coragem de pregar!

Esta mensagem é uma palavra que vai impactar seu coração, mas para isso você precisa abrir seu coração e deixar que a palavra do Senhor faça morada em ti, pois conhecereis a verdade e a verdade vos libertará e sem dúvida a verdade é a boa e agradável palavra de Deus.

Quero falar de um evento grandioso que marcou a vida do povo de Deus, quando um homem se propôs a fazer a vontade de Deus. Este homem é conhecido por Gideão ou em hebraico Gidon, alguém que saiu do nada, do abstrato para se tornar um Juiz, para se tornar uma ferramenta nas mãos do Todo Poderoso. Mas também veremos o que acontece com aqueles que se metem no caminho de um ungido por Deus, por isso a bíblia diz que coisa terrível é cair nas mãos do Deus altíssimo.


Mas o enfoque se dará a aqueles que estavam com Gideão em um propósito de livrar Israel de sete anos de sofrimento e humilhação causada pelos inimigos, os povos Amalequitas e Midianitas.

Quero chamar a atenção do povo de Deus para a batalha, pois sabemos e cremos que os dias ficam cada vez mais difíceis, e não podemos nos omitir da luta, e a palavra do Senhor nos alerta que Ele nos deu espírito de poder e não espírito de medo. Então vamos juntos conhecer a história de Gideão e seus 300 homens e assim crescermos juntos e vencermos todos os inimigos.


QUEM ERA GIDEÃO?

Seu nome traduzido é “O talhador ou destruidor”. Era filho de Yoash que é Joás, da tribo de Manasses. Também foi chamado Jerubaal (Jz-6:32) que significa “baal que se vire”, e Jerubesete (II Sm-11:21) que significa “contenda com ídolo”. Habitava na cidade de Ofra, e foi escolhido por Deus de um modo muito extraordinário para libertar os israelitas do jugo dos midianitas, sob o domínio dos quais, Israel tinha sofrido pelo espaço de sete anos.

Os inimigos rapaces e cruéis destruíam todos os anos, os produtos da terra de Canaã, à exceção dos que podiam ser escondidos nos retiros fortificados das montanhas. Foi Gideão o sétimo juiz de Israel, que julgou os israelitas pelo espaço de cinqüenta anos, e também recusou ser o rei de Israel. Em seus dias, Israel abandonara a Deus e estava numa condição muito debilitada, atemorizado por ladrões midianitas, que saqueavam o país e faziam à vida intolerável (Jz 6:1-5).

Este era o homem que Deus escolheu para livrar Israel das mãos dos inimigos. Agora analise comigo a atitude de Gideão. Segundo suas próprias palavras, ele era pobre, alguém que aos olhos da sociedade não merecia créditos ou confiança, mas se analisarmos bem veremos que provavelmente durante a noite Gideão colhia o trigo e durante o dia ele malhava o alimento no lagar, que era o lugar de se pisar a uva, pois o trigo era batido na eira e não no lagar. Isso nos mostra a vontade de Gideão em ter suprimentos para sua família, pois se não fizesse assim os inimigos levariam seu alimento e os deixaria passando fome.


QUEM ERAM OS INIMIGOS DE ISRAEL – Jz 6:3

Israel havia se desviado dos caminhos do Deus Eterno, e descambado para idolatria, que em minha opinião é o pior de todos os pecados, pois ao idolatrarmos uma entidade estamos declarando o desprezo pelo Deus verdadeiro. Então Jeová permite que inimigos se levantem para oprimir o povo, pois a brecha já estava aberta para a ação legal do inimigo de nossas almas. Assim naquela época levantaram se os Midianitas e os Amalequitas, juntos como insetos. E por sete longos anos eles subiam e tomavam todo o alimento e arrebatavam todo o rebanho do campo. E para sobreviver os Israelitas escondiam alimentos em cavernas feitas nas montanhas calcárias.

Os Midianitas eram parentes dos Israelitas, descendentes de Mídiã, um filho de Abraão e Quetura em seu segundo casamento. Era um povo nômade que vivia ao leste do rio Jordão do mar Morto, ou seja, ficavam no lado oriental de Gileade, Moabe e sul de Edom para o noroeste da Arábia.

Os Amalequitas eram uma tribo também nômade, localizada no Neguebe, na península do Sinai, eram descendentes de Amaleque, neto de Esaú (Gn-36:12,36). Os Midianitas e os Amalequitas formaram uma coalizão, para ferirem a Israel.

Sabe o que aprendo aqui? É que muitas vezes, ou na maioria das vezes, nossos inimigos estão perto de nós, são os da nossa casa.


O EXERCITO DE GIDEÃO

A bíblia nos revela que após uma conversa com o Anjo do Senhor, que segundo alguns estudiosos uma Teofania, Gideão conclama ao povo para irem para guerra, e ajunta um exército de 32.000 homens, aparentemente um bom número de homens, mas para conseguirem vencer o inimigo, cada um do exército de Israel teria que matar cerca de 4 homens do exército inimigo, mas agora vem Deus e manda que Gideão faça um proclame dizendo que aos covardes, medrosos que voltem para casa.

Penso que Gideão acreditasse que uns 50 a 100 homens fossem embora, mas para sua decepção 22.000 homens eram covardes, assim só ficaram 10.000 homens, o que tornou a coisa mais difícil, pois agora cada Israelita teria que matar 13 homens do exercito inimigo. Novamente vem Jeová e acha que ainda é muita gente, e manda que se levem os 10.000 para beberem água, na fonte que recebeu o nome de “Fonte de Gideão”. Jeová diz que os que levassem à água a boca lambendo como se faz um cachorro fosse posto a parte. Dentre estes, 9.700 se ajoelharam e beberam água como quem estava displicente com o inimigo, e assim foram dispensados, ficando 300 homens, que agora teriam que matar a fio da espada cada um cerca de 4.333 homens do exército inimigo, pois saiba você que o grupamento dos Midianitas e Amalequitas eram um Exército de 135.000 homens.

Gideão tinha apenas 300 homens que de acordo com as palavras do Anjo venceriam os inimigos. É quase difícil de acreditar que isso fosse possível, mas quando a palavra de Deus está empenhada no negócio, então não haverá derrotas. Você pode estar hoje diante da maior adversidade de sua vida, mas se entregar sua vida a Jesus, sua vitória chegará, e então você cantará um cântico de vitória e se exultara.


A FONTE DE GIDEÃO

O texto em epígrafe é bem claro. Gideão se acampa na fonte de Harote, mas o mais interessante é que Harote significa “fonte do medo, do terror” (Jeová parece sempre brincar com as palavras). Então Deus ordena a Gideão para que leve os 10.000 homens que ficaram para beberem água.

Talvez aquelas águas aos olhos do povo de Israel, fossem águas desprezadas, mas a sede era grande e bem sabemos que o corpo humano é formado de 70% de água, e naquela situação eles não suportariam a batalha. Muitas vezes achamos que Deus não virá a nosso socorro, pensamos que estarmos sozinho, mas saiba de uma coisa, Jeová nunca fará aquilo que você pode e tem capacidade de fazer, Ele faz o que para nós é impossível. Ele nos levará a uma fonte de Harote, mas como e de que maneira nós beberemos da água, dependerá de cada um. Alguns beberam de forma diferente e para eles naquele momento algo sobrenatural aconteceu, e se você também souber que maneira se portará diante do poço o sobrenatural estará perto.

Fico a pensar por que Deus escolheria seu exercito no momento de beberem água. Ou o porquê muitos nem chegaram a provar daquelas águas. E pensar que 22.000 homens foram covardes e que 9.700 homens foram displicentes, mas ainda assim 300 foram fieis às palavras do Senhor Jeová. Aprendi que nossas atitudes mostram quem somos verdadeiramente para Deus.

A fonte de Gideão é a resposta para muitas de nossas perguntas. É também a solução para nossos problemas, é o remédio na hora certa. Então orei a Deus e lhe pedi que me fizesse chegar a fonte de Gideão, e o Senhor me revelou esta palavra.


GIDEÃO E SEUS 300 HOMENS

Ainda hoje muitos desistem da batalha, mas Gideão conservou a fé na palavra que o Senhor lhe trouxe junto ao carvalho em Ofra. Manteve-se firme e fiel ao Deus de Israel, ao contrário de muitos dentre o povo de hoje.

Mesmo lhe restando 300 homens ele sabia que Deus estava com eles. Mas e agora o que fazer. Deus disse que Gideão venceria os Midianitas, mas Deus não disse como isso aconteceria. É aí que colocamos em prática algo que Deus nos dá em momentos difíceis.

Gideão sabia que precisava de uma estratégia e ele então conhecia o inimigo. Será que nós aprendemos algo sobre quem realmente é nosso inimigo? Será que você sabe quem é aquele que quer lhe matar? Você sabe algo sobre satanás?

Gideão sabia que os Midianitas eram um povo supersticioso e então ele chama seus 300 homens e diz a eles:

“Amigos, chegou a hora da vitória. Vocês crêem? E todos disseram SIM, CREMOS!! Então cada um vote a sua casa e pegue um vaso e uma tocha e voltem aqui.”

Assim os 300 homens corajosos foram e trouxeram tudo conforme Gideão havia dito agora cada homem tinha um vaso na mão esquerda e uma tocha na mão direita. Talvez pensemos como eles usariam a espada?

Gideão sabia que uma lenda Midianita contava que os inimigos outrora derrotados voltariam para vingarem suas mortes e de seus entes, mas com uma fúria incontrolável eles teriam no lugar da cabeça uma tocha de fogo. Assim Gideão mandou que os seus 300 homens cercassem o arraial dos inimigos e todos no mesmo momento iriam gritar e quebrando os vasos acenderiam as tochas.

Imagine você 135.000 homens ouvindo ao mesmo tempo o som de trezentos vasos sendo quebrados e trezentos homens gritando a mesma coisa, sendo cercados por tochas de fogo. O pavor tomou conta dos inimigos ao ponto que eles matavam uns aos outros e alguns poucos fugiram.

Deus vai colocar um pavor no coração dos inimigos daqueles que forem corajosos e fieis a Ele. Eu profetizo que você não vai precisar usar sua espada, mas mesmo assim eles vão fugir de diante de nossas faces.


CONCLUSÃO

Posteriormente aquele lugar em que Gideão teria levado seus homens para beberem água que antes se chamava a fonte do terror e do medo, passou a se chamar A FONTE DE GIDEÃO, pois ali se iniciou a vitória de 300 homens contra 135.000 inimigos, mas com uma diferença. É que os 300 de Israel estavam na direção de Deus e os 135.000 Midianitas e Amalequitas, NÃO!!!!!!!!

Precisamos ainda hoje achegarmos a fonte das águas de Gideão. Dobre seus joelhos ainda hoje e peça para o Senhor te fazer beber das águas da FONTE DE GIDEÃO.

Deus manda que os 10.000 desçam ás águas e ali Gideão se posiciona e penso eu que manda que de dez em dez desçam e bebam água e os que ajoelhavam e enfiavam a cabeça nas águas pusesse a parte, e os que agachassem e levasse a água na boca também colocasse a parte.


22.000 homens logo no começo se entregaram ao medo e a covardia, pois estes não tinham nada a ver com os verdadeiros vencedores e nem chegaram a beber da água da fonte de Gideão.

9.700 beberam das águas e mataram a sede, mas foram displicentes podendo ser surpreendidos pelo inimigo, pois se ajoelharam e enfiaram a “cara” na água. E assim ainda hoje muitos se entregam á Jesus e não mais vigiam, ficando vulneráveis ao ataque do inimigo e são derrotados, não provando do gosto da vitória.

Porém 300 homens, que são a minoria, beberam da água e mesmo na hora de saciarem a sede, continuaram vigiando o inimigo para não serem surpreendidos, pois estes levavam a água até a boca, e assim foram vencedores, e provaram do milagre de Jeová no meio da batalha.


Note que mesmo os 22.000 covardes e os 9.700 displicentes tiveram benefícios com a vitória dos 300 corajosos, pois agora Israel estava livre de seus inimigos, e eles faziam parte desse povo, e penso eu que até chegaram a comemorar a vitória de seus inimigos, mas eles não estavam lá.

A Fonte de Gideão ainda hoje está a jorrar a água. Mas, Quem beberá da fonte e continuará na peleja? Quem estará no local da vitória? Quem contará a história verdadeira sobre a derrota do inimigo?

Agora pasmem seus corações. Eu fiz uma conta matemática e cheguei a seguinte conclusão:


Se Gideão conseguiu reunir 32.000 e ainda assim foi corajoso, então:

1) 22.000 homens covardes correspondem a ---– 69% do total
2) 9.700 homens displicentes correspondem a -– 30% do total
3) 300 homens corajosos correspondem a -------– 1% do total

E assim eu concluo esta mensagem com a seguinte colocação:

69% do povo que está dentro das igrejas são covardes e se o anticristo viesse agora eles se entregariam como ratinhos medrosos e encurralados, se borrando de medo. São pessoas que na verdade só querem a benção e não querem sequer mover um dedo em prol da obra.

30% do povo que se chama de povo de Deus não passam de servos inúteis que vão aos cultos, mas de forma displicentes tentam servir a Deus. Estes até chegam a serem abençoados e provam da água, mas nunca provarão da totalidade da benção e jamais contarão como aconteceu a vitória.
 
1% desse mesmo povo são aqueles a quem Deus procura, pois o salmista diz que os olhos de Deus procuram os fieis da terra. E o próprio Jesus disse que o Pai procura adoradores, não adoração, mas adoradores, para que o adorem em espírito e em verdade, ou seja, com coragem e com atenção.

Você faz parte de qual dos três grupos? Não minta! Seja sincero!
 
| Autor: Pr. Alexandre Augusto |
Divulgação: EstudosGospel.Com.BR |

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

IGREJA PREPARADA


Igreja Preparada Para Combater as Heresias



1 João 4. 1-1


Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. Judas 4

Introdução

Uma igreja que deseja crescer precisa estar apta para defender sua fé diante das heresias que constantemente ameaçam a sã doutrina da Palavra. Os apóstolos batalharam intensamente pela defesa da fé genuína. O combate às heresias ocupa um terço do Novo Testamento.

Judas afirma em sua Epístola que pretendia escrever sobre a salvação comum. Mas, em virtude das crescentes heresias, ele resolvera, pela direção do Espírito Santo, exortar os leitores a batalhar em defesa da fé, Jd 3. É tarefa da igreja atual batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos, para manter-se fiel à doutrina dos apóstolos, At 2: 42.

I – QUE É HERESIA?

a) Dissensão. O termo heresia (do grego haireses) é usado diversas vezes no Novo Testamento. Em algumas passagens é traduzido por seita, como em At 5: 17; 15:5; 24: 5; 26: 5; 28: 22. Em outras, é traduzido por heresias, partidos, facções, como em 1 Co 11: 19; G1 5: 20 e 2 Pe 2: 1.

b) Espírito de divisão. O vocábulo aparece, às vezes, com o sentido de espírito sectário e nem sempre representa uma ruptura com o sistema convencional de determinada comunidade. Os saduceus e os fariseus formavam seitas e facções dentro do próprio judaísmo, At 5: 17; 15: 5; 26: 5. Paulo adverte para que não haja facções no Corpo de Cristo e condena as inovações doutrinárias que dividam a Igreja, 1 Co 11: 19; G1 5: 20.

c) Erro doutrinário. A primeira referência à heresia com o sentido de erro doutrinário, aplicado aos que abandonaram a verdadeira fé, está em 2 Pe 2: 1. Paulo chama de hereges os que teimam em seguir seus próprios pensamentos, contrariando os princípios básicos da fé cristã. Recomenda que tais pessoas sejam evitadas, Tt 3: 10.

II – QUE É SEITA?

As seitas são definidas como doutrinas ou sistemas que se afastam de uma crença ou opinião geral. Podem ser classificadas em diferentes grupos. Exemplos:

- afro-brasileiras: Macumba, Candomblé, Umbanda, Quimbanda, etc;
- espíritas: Kardecismo, LBV, Racionalismo Cristão, etc;
- orientais: Seicho-no-iê; Igreja Messiânica Mundial, etc;
- ocultistas: Satanismo, Maçonaria, Rosa-cruz, Teosofia Cristã, etc;
- pseudo-cristãs: Aduentistas do Sétimo Dia, Testemunhas de Jeová, Mormonismo, etc;

III – CARACTERÍSTICAS DAS SEITAS

Há alguns traços que identificam um grupo religioso que se desviou da verdade. Vejamos:

a) Exclusivismo. As seitas sempre monopolizam a salvação. Pregam ser impossível fazer a vontade de Deus fora da seita. Ousam substituir Jesus Cristo pela sua organização. Admitem que existe um só caminho para a salvação, e que este caminho é encontrado por meio dela.

No entanto, a Bíblia diz que a salvação é para todo aquele que invocar o nome do Senhor, Rm 10: 13, e andar conforme as Escrituras, Is 8: 20; Jo 7: 37-38. Nenhum grupo religioso é caminho para a redenção.

b) Lavagem cerebral. Já dizia Mussolini que uma mentira repetida vinte vezes torna-se verdade para aquela pessoa. As seitas tolhem a liberdade de pensamento individual. Ninguém pode ser crítico, ainda que haja erros evidentes. Todas as Testemunhas de Jeová, por exemplo, pensam da mesma maneira. Os argumentos e raciocínios delas são os mesmos em toda a parte da terra. O Corpo Governante pensa por elas. Essas vítimas tornam-se presas fáceis de seus líderes e são manipuladas por eles. Suas vítimas perdem o senso crítico e passam a acreditar cega e obstinadamente em tudo que seus líderes dizem. Não podem contradizer.

c) Fonte de autoridade. As seitas negam a autoridade da Bíblia, admitem outras obras com a mesma autoridade ou seguem a interpretação de seus fundadores e líderes. Há aquelas que admitem crer na Bíblia e segui-la, como as Testemunhas de Jeová, embora, na prática, não seja assim, pois crêem cegamente nas publicações da Sociedade Torre de Vigia. Para os Adventistas do Sétimo dia, os escritos da senhora Ellen Gould White têm a mesma autoridade da Bíblia. Afirmam que a expressão “o testemunho de Jesus é o espírito de profecia”, Ap 19: 10, é uma alusão à senhora White.

d) Negar a doutrina bíblica da Trindade. A única seita que não nega a doutrina da Trindade é o Adventismo do Sétimo Dia. As Testemunhas de Jeová afirmam que Jesus é um deus de segunda categoria, e que o Espírito Santo é uma força ativa e impessoal. Os mórmons pregam a divindade do homem e chamam as três pessoas da Trindade de três deuses. A Nova Era prega o panteísmo e a divindade do homem. Todas as seitas orientais e ocultistas recusam a doutrina bíblica da Trindade.

Conclusão

Os adeptos das seitas são proselitistas. Com sutileza, retiram pessoas das igrejas e as levam para seus grupos. Precisamos conhecer bem a Palavra para combater toda sorte de ensino que se oponha à verdade das Escrituras.
| Autor: Josias Moura |
Divulgação: EstudosGospel.Com.BR |

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

NÃO DEVEMOS ORAR POR CERTAS PESSOAS ?

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Jr 7.16 Ensina Que Não Devemos Orar Por Certas Pessoas?

 
“Tu, pois, não ores por este povo, nem levantes por ele clamor ou oração, nem me supliques, porque eu não te ouvirei”. Jeremias 7.16

Em primeiro lugar, é necessário separar a dispensação da lei da dispensação da graça.
 
Na lei, erros e pecados sucessivos eram reputados como impeditivos da assistência divina, conforme Deus explicita pelo profeta Isaías (Is 59.2).
 
Judeus de todas as partes de Judá e Jerusalém (7.1-15) andavam cometendo toda a sorte de transgressão sem qualquer escrúpulo para com a lei de Deus.
 
E, para a época e o povo em questão, esse comportamento não seria admitido pelo Senhor, ainda que o profeta intercedesse, desde que, é claro, não houvesse arrependimento.
 
O advento da graça, no entanto, não herdou este rigor, principalmente no que tange aos gentios, uma vez que é exatamente para que os gentios venham ao arrependimento que o próprio Senhor Jesus nos conclama a rogar a Deus por estas pessoas (Cf. Mt 5.44; Lc 6.28).
 
 
fonte: ICP


Ética Cristã no Culto - Parte 1

A responsabilidade dos salvos na qualidade da adoração

Há dois célebres textos que falam da ética cristã no culto: “Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus; e inclina-te mais a ouvir do que a oferecer sacrifícios de tolos”, Ec 5.1; “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade”, Jo 4.24.

Ética é a ciência que nos ensina sobre o que somos obrigados a fazer, o que somos permitidos fazer e o que somos proibidos de fazer. Em suma, é a ciência que trata dos nossos deveres para com Deus, para com o próximo e para conosco mesmos. Apliquemos esses princípios no campo espiritual relacionado com o culto divino realizado no templo, ou seja onde for, e teremos um culto cristão de qualidade.

A adoração a Deus e o zelo

Toda adoração a Deus requer de nós um preço a pagar. Adoração sem preço, sem renúncia, não é verdadeira adoração. Veja o exemplo de Davi: "Porém o rei disse a Araúna: Não, porém por certo preço to comprarei, porque não oferecerei ao Senhor, meu Deus, holocaustos que me não custem nada. Assim, Davi comprou a eira e os bois por cinqüenta siclos de prata", 2Sm 24.24.

Sempre existiram dois tipos de adoradores: os bons e os maus. Há muitos exemplos na Bíblia: Abel e Caim (Gn 4); Maria de Betânia e Judas Iscariotes (Jo 12); Abraão e Ló (Gn 18).

O assunto que passo a abordar relaciona-se ao melhoramento do culto divino, isto é, sua ordem, decência, reverência e espiritualidade, principalmente no templo. Todos os salvos têm uma parcela de responsabilidade na obra de Deus, e isso inclui a cooperação para a boa ordem no culto. Há necessidade de que cada um de nós sinta dores de coração, angústia e preocupação pelo estado de coisas por que passa o culto ao Senhor em nossas Casas de Oração atualmente. O que ocorre com este autor deve ocorrer com você também, que ama a Casa e a causa do Senhor. Que em nós se cumpra o que está escrito em João 2.17: “O zelo da tua casa me devorará”. Isto é, me consumirá.


| Autor: Pr Antonio Gilberto |
Divulgação: estudogospel.Com.BR |

VOCÊ JÁ PENSOU NO CÉU COMO UMA CIDADE ?

No relato do apóstolo João sobre a nova terra, em Apocalipse 21-22, atenção especial é dada para a Nova Jerusalém, a capital do céu eterno. Quase metade de Apocalipse 21 é dedicada a descrever as propriedades físicas da magnífica metrópole. Seu glorioso esplendor será o coração da nova terra, porque é aqui que o próprio Deus habita.

Cristãos raramente pensam no céu como uma cidade, e é precisamente assim que Deus o descreve (Hb 11.16;. Cf João 14.2). As cidades têm prédios, ruas, casas e cidadãos. São lugares de poder político, indústria econômica, ensino superior, cultura refinada e uma arquitetura impressionante. Essas também são características autênticas da cidade celestial, embora a Nova Jerusalém supere em muito qualquer cidade terrena, tanto em magnificência quanto em poder.

O fato de cada uma das principais sociedades na terra se organizarem em cidades é um indicativo da maneira como Deus projetou os seres humanos. Ele os criou para funcionar em comunidade com outras pessoas. Não é surpreendente, então, aprender que a vida na nova terra será centrada em torno de um grande município. Como John MacArthur explica: “O conceito de uma cidade inclui relacionamentos, atividade, responsabilidade, união, socialização, comunhão e cooperação. Ao contrário das más cidades da terra atual, as pessoas perfeitamente santas da nova Jerusalém viverão e trabalharão juntas em perfeita harmonia” (Revelation 12-22, 264).

Em contraste com a cidade meretriz da Babilônia (destruída em Apocalipse 18), a santa cidade Nova Jerusalém é livre do julgamento de Deus (21.9). É o lar dos remidos e a noiva do Cordeiro (21.2). Também é um reino caracterizado pela glória e a presença de Deus (v. 11). Como um prisma gigante, a glória de Deus iluminando por toda parte, a Nova Jerusalém vai iluminar inteiramente o novo universo.

Ao contrário das cidades sujas e cheias de fumaça deste mundo, a Nova Jerusalém brilha como uma joia enorme, uma vez que desce do céu para a terra nova. A palavra grega traduzida “jasper” em Apocalipse 21.11 não se refere necessariamente à joia jaspe real, que possui uma tonalidade avermelhada ou acastanhada. Pelo contrário, é um termo geral que pode fazer referência a qualquer tipo de pedra preciosa. A descrição a seguir, “claro como cristal”, sugere que João está descrevendo um diamante. Assim, a Nova Jerusalém desce do céu para a Nova Terra como uma joia da cravejada coroa do céu. A imagem de uma coroa celestial é apropriada porque, como Apocalipse 22.2-5 descreve, é a sala do trono do próprio Deus.

De acordo com Apocalipse 21.15-17, as medidas da Nova Jerusalém são imensas, cerca de 2.400 quilômetros de comprimento em cada lado. A título de ilustração, se um canto da cidade fosse colocada em Los Angeles, um segundo canto estaria na Cidade do México, um terceiro em St. Louis, Missouri, e o canto final em Edmonton, Canadá. Se o centro da Nova Jerusalém for onde a Jerusalém atual está, ela se estenderá por três continentes, da Grécia ao Irã, para a Arábia Saudita até a Líbia. A atual cidade de Los Angeles tem uma área de 1200 quilômetros quadrados. O estado da Califórnia é composto por cerca de 423 mil km². Mas a Nova Jerusalém vai abranger mais de cinco milhões de quilômetros quadrados. Isso é o equivalente a 14 estados da Califórnia juntos, ou 4.807 cidades de Los Angeles.

Mas a Nova Jerusalém não é apenas um quadrado grande. É um cubo. As montanhas mais altas do mundo tem cerca de 8 quilômetros de altura, mas a Nova Jerusalém vai até 2.400 km, com paredes de mais de 60 metros de espessura. A enorme cidade abriga um volume total de mais de 12 bilhões de quilômetros cúbicos. À luz da imensidão da cidade, alguns comentaristas especulam que os corpos ressuscitados dos redimidos não estarão sujeitos à gravidade. Se assim for, os moradores de Nova Jerusalém seriam capazes de atravessar o espaço não apenas horizontalmente, mas também verticalmente, fazendo com que cada parte deste glorioso cubo seja habitável e acessível aos cidadãos da Nova Jerusalém.

Mas há mais do que apenas informações sobre suas enormes dimensões. O arranjo específico dos três portões de cada lado da cidade, nos versículos 13-14, aponta para a forma como as doze tribos de Israel estavam acampadas em torno do tabernáculo (cf. Nm 2.1-31) e também para o arranjo das portas da Jerusalém milenar (cf. Ezequiel 48.30 – 35). Além disso, as dimensões em forma de cubo da Nova Jerusalém remontam ao Santo dos Santos. Como Mark Dever explica,

Qualquer cristão que conheça o Antigo Testamento sabe que a visão de João remonta ao Santo dos Santos. Esse lugar especial dentro do templo de Israel era em si um cubo perfeito e a localização mais evidente da presença de Deus na terra. Agora, nesta cidade em forma de cubo celeste, Deus e Sua presença sem mediação é dada a todo o seu povo. O mundo inteiro torna-se o templo. (A Mensagem do Antigo Testamento, 39)

Em Apocalipse 21.22, o apóstolo João transita de uma descrição externa da Nova Jerusalém para um interna. Tendo estabelecido as dimensões físicas da cidade capital, com paralelos significativos com o Santo dos Santos, ele começa a descrever a adoração e a atividade que caracteriza aqueles que estão no interior. Ele concentra sua atenção principalmente sobre o fato de que o Deus Triuno estará pessoalmente presente lá. Como resultado, não haverá necessidade de um templo porque Deus e o Cordeiro são o templo (v. 22).

Os redimidos viverão para sempre com o Senhor em adoração e comunhão íntima, não precisarão de uma cortina para separá-los de Sua presença santa, porque eles serão perfeitos assim como Ele é perfeito (cf. 1 João 3.2). Acima de tudo, é a presença pessoal de Deus que define a nova terra como o céu (Ap 21.3). Não é o céu porque é belo e glorioso ou porque os santos de todas as eras estarão lá ou porque os anjos elevarão suas vozes em hinos de louvor magníficos. Pelo contrário, só é o céu porque o Deus Uno e Trino fará dela sua morada. Nas palavras de D.L. Moody, “Não são as paredes de jaspe e as portas de pérolas que vão fazer o céu atraente. É estar com Deus”. No céu, os remidos se reunirão com seu Redentor!

Passar a eternidade com Ele em perfeita comunhão, adoração, e serviço é o que faz a eternidade tão gloriosa. Sua presença é a essência de Deus. Charles Spurgeon comoventemente expressa esta realidade com as sguintes palavras:

Oh, pensar no céu sem Cristo! É a mesma coisa que pensar no inferno. Céu sem Cristo! É dia sem o sol, existência sem vida, festa sem comida, enxergar sem luz. Trata-se de uma contradição em termos. Céu sem Cristo! Absurdo. É o mar sem água, a terra sem seus campos, o céu sem suas estrelas. Não pode haver um céu sem Cristo. Ele é a soma total de felicidade, a fonte da qual flui o céu, o elemento de que o céu é composto. Cristo é o céu e o céu é Cristo.


| Autor: Nathan Busenitz |
Divulgação: EstudosGospel.Com.BR |

terça-feira, 20 de novembro de 2012

NOSSO ORGULHO IMPEDE AS BÊNÇÃOS

"Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte; Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós." I Pedro 5:6-7


Pensamento:
Muitas vezes nosso orgulho impede que sejamos abençoados, não gostamos de ser corrigidos e não gostamos de parecer menor ou menos capaz que alguém, porque queremos sempre ocupar um lugar de honra na mente das pessoas, e isso nos leva a agir com nossa própria força, usando os próprios recursos. Mas quando deixamos Deus agir em nossa vida, e reconhecemos que somos menores que a adversidade, o Senhor usa Seus recursos para nos exaltar e nos honrar, no devido tempo, para que Seu nome seja glorificado.



Oração:
Pai querido, obrigado Deus porque o Senhor me ensina como ter uma vida feliz, o Senhor através da Sua palavra me guia para que eu tenha prosperidade, felicidade e honra. Eu entrego a ti toda minha ansiedade, e peço que o Senhor me ajude a ter humildade assim como o exemplo de Jesus Cristo, que suportou toda acusação injusta, toda humilhação e toda dor, mesmo sendo Deus.
Eu oro em nome de Jesus.
Amém.


Pedido de oração pela igreja perseguida. Oferte ao Senhor 2 minutos de uma oração silenciosa pelos cristãos que não têm liberdade de culto como você:
China (20º)
Por favor, orem pela viagem de líderes da Portas Abertas à China que acontecerá em novembro, para que seja uma grande bênção. Dois dos viajantes têm algumas condições médicas restritas (o grupo irá para altitudes elevadas). Ore especialmente pela saúde e segurança de todos os viajantes.
Deus o abençoe
Pr. Paulo

fonte: Grupo Cristocentro3 - Google

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

O HOMEM BOM NÃO FICARÁ PROSTRADO

"Os passos de um homem bom são confirmados pelo SENHOR, e ele deleita-se no seu caminho. Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o SENHOR o sustém com a sua mão."  Salmo 37.23,24
 
 
A pessoa boa é aquela que dá ouvidos ao que o Senhor fala, pois ela é liberta dos interesses próprios, não se deixa levar pelas tentações e respeita o Altíssimo em tudo. Para ela, há promessas que o Pai tem prazer em cumprir. As decisões que ela tomar serão sempre com base no que aprende na Palavra. Por isso, Deus Se deleita em confirmar seus passos, e os caminhos dela dão ao Senhor uma alegria muito grande.
 
Se o filho que agrada a Deus cair em transgressão, jamais ficará prostrado, pois o Altíssimo garante que o susterá. Nenhum dos salvos deveria pecar, mas, infelizmente, há quem não vigie nem ore; então, quando vem a tentação, não percebe o laço e cai. O diabo é mestre em tentar os salvos e, quase sempre, cria uma situação para a pessoa sentir que, no caso dela, aquilo não é pecado.
 
Se o filho do Todo-Poderoso ficar doente, não deve deixar-se levar pelo que aparentemente é. Todo o seu corpo pode estar fraco, moído e doendo; tudo pode atestar que ele não ficará sarado, mas isso é mentira. O nosso Deus, que é fiel em cumprir todas as Suas promessas, garante-nos que as nossas doenças foram colocadas sobre Jesus e, pelas Suas feridas, fomos curados (Is 53.5). Portanto, se você necessita de cura, mande o mal sair do seu corpo agora.
 
Uma das causas que mais faz as pessoas sofrerem é a falta de recursos. Por causa disso, há quem esteja em depressão ou vivendo muitíssimo estressado, e outros que não oram mais nem se cuidam. No entanto, o Senhor Deus prometeu que, se déssemos ouvidos ao que Ele fala, seríamos abençoados financeiramente, a ponto de emprestarmos a muita gente e não tomarmos emprestado (Dt 28.1-12). Que tal orar a Ele agora?
 
Não importa o laço no qual você tenha caído e, por isso, ficado preso nas mãos do inimigo. Jesus disse que fora ungido pelo Espírito do Senhor para pôr em liberdade os oprimidos (Lc 4.19); então, Ele está ao seu lado, com todo o Seu poder, pronto para colocá-lo em liberdade. Não há o que temer nem o que aceitar além daquilo que Deus lhe promete. Seja firme e livre-se do laço do passarinheiro. A unção que estava sobre Jesus reside sobre o Seu Santo Nome.
 
O Altíssimo quer que você saiba que Ele o está sustentando agora. Assim, se permanecer firme nas promessas do Senhor e, em Nome de Jesus, exigir que o mal saia da sua vida, sua oração será honrada. Então, não deixe para depois. Neste momento, entre firme na presença de Deus em inteira certeza de fé para resolver os seus problemas (Hb 10.22). O Criador de todas as coisas está pronto para confirmar o que você determinar. Então, ore agora!
 
 
Em Cristo, com amor,
 
 
R. R. Soares

sábado, 17 de novembro de 2012

21 Perguntas Para um Possível Pretendente da Sua Filha

Um pai em minha congregação me perguntou que tipo de perguntas um pai deve fazer a um jovem que deseje cortejar sua filha. Uma coisa é afirmar que os pais devem ser ativos na proteção de suas filhas, mas outra bem diferente é descobrir que tipo de questões específicas é adequado se fazer. Na posição de pai de duas jovens, agora casadas com segurança, e como um pastor que frequentemente dá conselhos aos jovens antes mesmo que anunciem seus interesses e intenções, compilei esta lista que, embora não seja definitiva, deve servir como uma lista de ideias para se começar:
1. Fale-me sobre sua formação espiritual. Como você foi educado na igreja? Em que ponto sua experiência espiritual se tornou real para você? Alguma vez você teve um período de rebelião espiritual?


2. Qual foi a última vez em que você leu a Bíblia inteira ou pelo menos o Novo Testamento?
3. Você frequenta as reuniões da igreja todas as semanas?


4. Descreva o casamento dos seus pais para mim. Quais as lições de valor que você aprendeu dos seus pais? [Em caso de divórcio ou outros problemas conjugais graves] O que você aprendeu desses problemas? O que você aprendeu a não fazer? [Em casos em que o pai injustiçava a mãe] O que você fazia para ajudar e encorajar sua mãe?


5. Como é o seu relacionamento com o seu pai? E com a sua mãe?


6. Se eu tivesse como ouvir uma conversa do dia-a-dia entre você e a sua mãe, você concordaria que esse seria exatamente o modo como você irá tratar minha filha daqui a dez anos? Se sim, por quê? Se não, por quê?


7. Quantos irmãos e irmãs você tem? Como você se relaciona com eles?


8. Que tipo de trabalhador você é?


9. Quantos trabalhos você já teve em sua vida inteira, e o que os seus chefes pensavam sobre você? Eles lamentaram você ter de sair ou agradeceram por você ter ido embora?


10. O que você crê que Deus está lhe chamando a fazer como vocação? Daqui a dez anos, o que você acredita que estará fazendo?
11. Que passos você está seguindo para alcançar esse objetivo?


12. Qual foi a sua média na faculdade? Como assim?


13. Quanto dinheiro você conseguiu no ano passado? Você paga suas contas em dia? Você tem alguma dívida acumulada?


14. Por favor, descreva a natureza de suas dívidas (empréstimos para pagar os estudos, carro, casa, cartões de crédito, ou gastos com sites pornôs).


15. Falando em sites pornôs, você tem algum problema com pornografia?


16. Se tiver, por favor, descreva a natureza e a extensão do problema. [É importante aqui que os pais distingam entre as lutas constantes que um jovem normal provavelmente enfrenta, e o tipo de comportamento obsessivo que indica problemas muito mais profundos, como o desprezo pelas mulheres, ou uma viciosa falta de autocontrole. O casamento deverá corrigir o primeiro tipo de problema “normal”, mas irá apenas exacerbar o segundo tipo de problema patológico].


17. Há algo em sua história sexual que eu precise saber? Ter mantido relação sexual fora de um casamento antes ou mesmo depois de se tornar cristão? Um casamento arruinado? Ter vivido com uma garota dois anos antes de se tornar cristão? Viver com uma garota seis meses antes de se tornar cristão? Ter engravidado três garotas no colégio?


18. Você já participou, mesmo que apenas para experimentar ou por qualquer outro motivo, em qualquer perversão sexual? Homossexualismo? Molestar uma criança? Fazer sexo com animais?


19. Você já teve algum tipo de problema com a justiça?
 
20. Descreva minha filha para mim. Como você acha que ela é?
21. O que você acha mais atrativo nela? Você realmente acha que ela seria uma benção para você? Por que você acha que seria uma benção para ela?
Tradução: Márcio Santana Sobrinho

As Sete Profecias Maias e a Bíblia

Os Maias veem ganhando adeptos devido os últimos acontecimentos mundiais. Os místicos e supersticiosos, relacionam os eventos de guerra, fome, peste, aquecimento global e outras catástrofes ao cumprimento das sete profecias. Tem muita gente acreditando que o mundo vai acabar em 2012 como "profetizaram" os maias. O assunto é bem extenso, mas, meu objetivo é apenas confrontar o que diz os maias com o que diz a Bíblia.
1ª profecia Maia: A partir de 1999 resta-nos 13 anos, para realizarmos mudanças e fugirmos da destruição. O mundo acabará em 2012.

Jesus disse: "Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão O Pai" Mc 13: 32. (Se referindo ao fim dos tempos)

2ª Profecia: O comportamento da humanidade mudaria rapidamente a partir do eclipse solar de 11 de Agosto de 1999.
 
O comportamento da humanidade mudou já no inicio da criação, no jardim do Éden. Criado perfeito e revestido de glória, o homem, com o livre arbítrio, dado por Deus, escolheu desobedecer ao criador e dar ouvidos ao enganador (Satanás). A consequência foi a entrada do pecado no mundo e a mudança do comportamento do gênero humano. Gn 3:1-24. O homem, foi destituído da glória inicial:"Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus"Rm 3:23.
3ª e 4ª Profecias: Aquecimento global, derretimento dos gelos nos pólos, mudanças climáticas sem precedentes e a uma velocidade assombrosa.

A Bíblia descreve o declínio do planeta com precisão:

"Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes do céu serão abalados (Lc 21:25,26) Também Is 24:4,5 Mt 24:6. Essa profecia Divina é bem anterior aos Maias. A Bíblia nos revela que Jesus, È o verbo que se fez carne (Jo 1:1,2). Ou seja, Ele criou, todas as coisas. Era a Palavra de Gênesis (Gn 1). Os Maias, acertaram, porém, não seriam os primeiros a revelar os segredos do declínio ambiental no planeta. Uma prova, de que Deus É soberano e somente a Ele devemos honra e glória: "As primeiras coisas desde a antiguidade as anunciei; da minha boca saíram, e eu as fiz ouvir; apressuradamente as fiz, e aconteceram" Is 48:3.

5ª Profecia: O medo se acabará para dar lugar a uma nova realidade.

6ª Profecia: Um cometa colocará em perigo a humanidade

Os males terrenos, só serão extintos com a 2ª vinda de Cristo:" E Deus limpará de seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas" Ap 21:4. Enquanto isso, a humanidade sofrerá as consequências do pecado, da rebeldia contra Deus. Ele criou todas as coisas boas (Gn 1:31), após rejeitar o bem, escolhendo o mal, o homem se tornou escravo de suas escolhas. Enquanto houver humanidade, haverá medo e dor. Essa profecia, portanto, não irá se cumprir da forma que os Maias anunciaram. É uma "furada".

7ª Profecia: Mudanças no sistema solar. Entre 1999 e 2012, a luz emitida do centro da galáxia provoca transformação interna, novas realidades e capacidade de superação através do pensamento.

Uma mudança no sistema solar, provocaria transformação interna? As pessoas alcançariam superação, através do pensamento? Que absurdo! Isso é ficção! A Bíblia relata que nos últimos dias haveria sinais no sol, na lua e nas estrelas(Lc 21:11,25,26- Mc 13:24). Os astros, porém, não têm poder para transformar quem quer que seja. Mudam estações, influenciam na natureza, no planeta. O homem possui espírito, incapaz de ser compreendido pelo que não é espírito.

"Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens . Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo" Jo 1:4,9. Na Bíblia, a única luz, capaz de transformar o homem, chama-se Jesus.

Os Maias, acreditavam que o sol era um Deus, esse é o motivo de creditarem a ele muitos benefícios dados ao homem. Essa teoria, porém, não tem fundamento. O sol, está sujeito ás leis de Deus: céu e terra, são regidos por quem os criou (Sl 119:89-91).

Se você, está acreditando que o mundo irá acabar em 2012, porque os Maias assim disseram, lembre-se, muitos falsos profetas já aguardaram e pronunciaram outros fins, que nunca vieram. Essa é mais uma mentira. Devemos nos preparar, em espírito e em verdade, para a volta de nosso Senhor Jesus Cristo. Pois, Ele mesmo falou que voltaria. Não marcou dia, nem hora.Há uma necessidade de estarmos sempre preparados. Como? Arrependendo-se do passado, entregando toda a vida a Jesus, obedecendo-o, de acordo com sua Palavra. O homem que assim o fizer, estará salvo, para todo o sempre. Amém.

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" Jo 3:16. Acredite, essa é a maior profecia de todos os tempos.

Autor: Wilma Rejane
Fonte: 2012 contagem regressiva

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

A SÍNDROME DE CAIM

Genesis 4:1-16

1 Introdução

a. Porque duas pessoas criadas de maneira igual, com o mesmo amor, o mesmo cuidado e o mesmo ensino religioso, se transformam mais tarde em pessoas completamente diferentes?

b. Vejamos o exemplo de Caim e Abel, que nasceram como fruto do amor de seus pais. O nascimento de Caim foi motivo de alegria para sua mãe, que assim falou: “com o auxilio do Senhor tive um homem”. O nascimento de Abel também foi recebido com alegria.


c. Certamente Adão criou aos dois filhos com o mesmo carinho e amor. Fico imaginando que Adão tenha contado aos dois filhos as histórias de suas vidas no Éden, sobre os encontros pessoais que eles tinham com Deus. Eram filhos amados que tiveram as mesmas oportunidades.

c.1. Imagino que Caim recebera a mesma formação familiar que Abel, eles aprenderam sobre a justiça de Deus, sobre o seu amor, haviam escutado de seus pais sobre a misericórdia e a graça experimentada por eles pelos seus próprios pais.

c.2. Max Lucado, faz um retrato muito interessante sobre a maneira que esses filhos eram tratados por seus pais: “…pareciam iguais. Compatíveis. Criados na mesma cultura, brincando nas mesmas colinas. Brincando com os mesmos animais, falavam com o mesmo sotaque. Adoravam o mesmo Deus”.
 
c.3. Mas, porque um filho que tem as mesmas oportunidades e recebe o mesmo amor que outro, mata transformando-se num assassino? Quem poderia imaginar que o filho mais velho assassinaria o filho mais novo?

d. Caim e Abel tornam-se diferentes, mesmo sendo criados nas mesmas circunstâncias. Em um deles vemos a humildade em outro soberba. Em um, amor incondicional, no outro vingança gratuita. Um torna-se filho obediente, devoto a Deus, que honra seus pais, enquanto o outro simplesmente escolhe ser a ovelha negra. Um transforma-se no orgulho do pai, o outro no motivo de insônia da mãe. Um torna-se cristão dedicado, o outro um descompromissado com Deus. A bondade era a definição de um, o egoísmo a marca do outro.

e. Filhos criados da mesma maneira podem se tornam totalmente diferentes. É possível numa mesma casa um filho ser bom e outro matar seus pais de forma cruel, ou ainda roubar as economias da família. Foi assim com Caim e Abel. Mesma família, mesma devoção, mesma educação no lar, mesmo carinho, as mesmas oportunidades. Todavia, duas pessoas diferentes.
f. Observamos que no dia a dia, diante dos mesmos problemas e circunstâncias há pessoas que tiram de letra todas as crises que a vida lhes apresenta, vencendo mágoas, enquanto outros que enfrentam as mesmas coisas, deixam-se levar pela derrota, tornando-se pessoas fracassadas e ressentidas. Vemos casais que mantem a qualidade do casamento, e outros, que apesar de terem o mesmo amor, simplesmente se rendem a intrigas, ofensas, agressões e vivem apenas suportando um ao outro. Enquanto alguns aproveitam ao máximo o casamento, outros mal conseguem permanecer juntos.

f.1. O que é que justifica situações como estas? Falta de amor, falta de sorte? São pessoas que possuem boa experiência, boa formação, mas reagem de formas diferentes em situações idênticas pelas quais outros passam com dignidade e retidão. Há indivíduos que embora provados em tudo, mantêm uma vida de devoção e agrado a Deus, e outros expostos as mesmas provações e dificuldades entregam-se a vícios e a tantos outros pecados, e finalmente a derrota.
g. Como podemos perseverar na Tonica da vitória, com o nosso maior inimigo batendo a porta?

g.1. Há uma resposta para esta pergunta. Vejamos Genesis 4:7.: “Se você fizer o bem, não será aceito? Mas, se não fizer, saiba que o pecado ameaça a sua porta, ele deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo”. Caim não procedeu de forma adequada permitindo que o pecado o dominasse. É isto que chamamos de “Sindrome de Caim”. Ele não teve a atitude certa de dominar o pecado, deixando-se conduzir pelo erro.

2 - A origem da Síndrome de Caim

a. Quando temos um problema, uma situação difícil em nossas vidas ou um momento indesejável, se tivéssemos o poder de mudar tais situações, com certeza absoluta o faríamos. Se nós pudéssemos acabar instantaneamente com todos os nossos problemas, se pudéssemos mudar uma situação que nos causa desagrado, acho que sem hesitar, assim nós faríamos.

a.1. Rick Warren diz: “…A chave para uma amizade com Deus não é mudar o que fazemos, mas mudar a atitude em relação ao que fazemos…”.

a.2. De fato, mudar a nossa atitude em relação a uma situação é muito importante. A vida é feita de escolhas, toda situação sempre oferece escolha. Você escolhe como reagir a ela. Pertence a mim e a você, a escolha de como iremos reagir aos problemas e circunstâncias da vida. As nossas reações e escolhas diante dos diversos momentos desta vida, determinam nosso sucesso ou fracasso.
a.3. Quando um jovem tem um problema em seu emprego, ele pode ver neste problema, um obstáculo ou uma oportunidade para seu crescimento. Tudo depende da escolha de fazemos nestas horas. Diante das maiores contrariedades da vida, somos responsáveis por aquilo que nos tornamos.

b. É nossa escolha desistir ou prosseguir, amar ou odiar, optar pelo animo ou desânimo, esperar ou desesperar-se, viver contente em toda e qualquer situação ou escolher a murmuração, suportar tudo e acomodar-se ou reagir em busca de melhora e mudanças positivas. As nossas escolhas determinam o sucesso ou fracasso. Tanto a derrota como a vitória de um cristão começam com o tipo de escolha que este faz.

b.1. Veja o que diz Jeremias 7:24.: “Mas, eles não me deram ouvidos nem deram atenção. Antes, seguiram o raciocínio rebelde dos seus corações maus. Andaram para trás e não para frente.” O povo de Israel serve de exemplo. As escolhas erradas do povo, os fizeram regredir e andar para trás. Por causa de escolhas erradas, estabeleceu-se a derrota e não a vitória, castigo em vez de alivio, maldição em lugar de benção.

b.2. As nossas escolhas determinam resultados bons ou ruins. Se nossas escolhas forem coerentes com os propósitos de Deus, elas podem transformar maldição em benção, tristezas em alegrias, noites em dias, vale de trevas e morte em céu, problemas em soluções, capacitando-nos a celebrar a vida, mesmo vestida de dor.
c. Deus nos deixa livre para escolhermos. Porém, uma vez que a nossa é efetuada, não temos mais como controlar as conseqüências, porque acionamos a lei das conseqüências não planejadas. Se continuarmos a fazer o que sempre fizemos vamos continuar recebendo o que sempre recebemos. Em outras palavras, se queremos evitar os mesmos resultados de sempre, precisamos mudar os mesmos comportamentos de sempre.

c.1. Assim, por exemplo, se uma pessoa peca contra Deus, adulterando. A partir desse momento, ela não controla mais as conseqüências desta escolha. Escolha tem conseqüência. Portanto, antes de tomar alguma decisão importante, é bom pensarmos nas conseqüências.

c.2. Apesar do pecado ter perdão. Lembre-se que temos que enfrentar as conseqüências do pecado. David adulterou com Betseba, e desse adultério nasceu um filho. Mas, o profeta Natã repreende David, e o filho nascido de uma união adultera mais tarde morre. Pecado tem conseqüência.

d. Há algumas coisas que nós não podemos controlar:

d.1. Não controlamos o passado, mas podemos impedir que as lembranças do passado nos atrapalhem no presente. Há muita gente vivendo do passado, sendo perturbada por ele, e por isso precisa de libertação.

3 - O problema de Caim:

Escolha influenciada pelo mal

a. É a falta de boas escolhas que tem destruído a vida de muitas pessoas. Os insucessos na vida espiritual, emocional ou física, começam com a realização de más escolhas. Uma escolha divorciada da vontade de Deus pode levar uma pessoa a ruína. Esse foi o problema de Caim. Por isso, sua oferta não foi aceita, uma vez que suas atitudes a estragaram.

b. Mas, quanto a Abel, Deus aceita sua oferta. A aceitação de Abel não estava relacionada com sua simpatia pelo que ele era fisicamente. Deus tampouco tinha preferências por Abel e rejeição por Caim. A razão da aceitação de um e rejeição de outro começa no coração.
b.1. Veja o que diz Genesis 4: 4,5.: “….o Senhor aceitou com agrado Abel e sua oferta, mas não aceitou Caim e sua oferta“.

b.2. Neste versículo, Deus atenta para duas coisas: para a vida e a oferta. Primeiro Deus olha para a vida de Abel – para o seu coração – e o aceita, para depois aprovar a sua oferta. O mesmo acontece com Caim – Deus olha para a atitude em seu coração – rejeita-o e, consequentemente a sua oferta também.

b.3. Vejamos um pouco da atitude de Abel nas analises de Ann Splangler:
“Quando um animal dos rebanhos de Abel dava cria pela primeira vez, o recém nascido era marcado. “Este pertence ao Senhor”. Era o que pensava Abel. “É o mais perfeito, merece ser premiado”.

Por outro lado, como um homem que procura uns trocados no bolso para atirar na bandeja de oferta, Caim apresentou apenas uma porção “do fruto da terra”. “Isso será suficiente”, raciocinou Caim. Sua intenção era guardar para si mesmo o melhor da sua colheita.
b.4. A diferença entre Abel e Caim era clara. Abel escolhia sempre fazer e dar o melhor para Deus. Caim escolhia não dar e fazer o melhor por Deus. As escolhas fizeram com que um fosse aprovado e outro rejeitado. As intenções nos corações de um e outro geraram aprovação e rejeição da parte de Deus.

c. A atitude interior de Caim estragou a oferta, pois ela tornou-se a expressão da maldade que havia dentro de um coração divorciado de Deus. Acerca disso a palavra do Senhor diz: “Pela fé Abel ofereceu a Deus um sacrifício superior ao de Caim. Pela fé ele foi reconhecido como justo, quando Deus aprovou as suas ofertas. Embora esteja morto, por meio da fé ainda fala. Não sejamos como Caim, que pertencia ao maligno e matou o seu irmão. E porque matou? Porque suas obras eram más e as de seu irmão eram justas.”

c.1. O âmago do problema de Caim estava na má atitude do seu coração. Ele resistia em proceder de forma aparentemente justa, mas Deus viu que suas obras eram más, e sua oferta portanto, não tinha o mesmo valor que a de Abel.
d. Pense em seus pensamentos como sementes. Alguns tornam-se flores. Outros ervas daninhas espinhosas. Plante sementes da esperança e desfrute o otimismo. Plante sementes de dúvida e espere insegurança. Lembre-se do que diz a palavra: “tudo aquilo que o homem semear, isto também colherá”.
d.1. Deveríamos escolher melhor os pensamentos que entram em nossas mentes. Deveriamos colocar uma sentinela, para que não entrem em nossos corações as sementes ruins. Lembremos do que diz a palavra: “…sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas da vida.”

4 - Um exemplo de vitória nas escolhas – Daniel

a. A história de Daniel merece atenção. Daniel não pode evitar ser preso e levado cativo para a Babilônia (leia nisso: as circunstâncias contrárias). Na condição de prisioneiro, recebeu a determinação de morar no palácio (Veja nisso as limitações de Daniel), a fim de ser instruído em toda a sabedoria dos caldeus, com o propósito de servir ao rei (Leia nisso: outras pessoas contra o desejo de servir a Deus). Seu nome foi mudado, seus alimentos determinados e até sua bebida foi escolhida (Veja nisso uma formação pagã).

a.1. Mas, a atitude de Daniel fez diferença nesta situação para ele, para Deus, para seus opressores e também para aqueles que viveriam a seu lado. Daniel não alimentou o ódio, sentimentos de fracasso, não se acomodou com aquela situação. Daniel escolheu nutrir a atitude correta em seu coração. Ele plantou a semente de boa qualidade, a fim de produzir frutos bons.

b. Daniel optou pela atitude de não pecar contra Deus; por isso, propôs, em seu coração, não se contaminar com a comida do rei, nem com o vinho que ele bebia. A vitória de Daniel começou com a escolha que ele fez em seu coração. Antecipadamente, decidiu qual seria seu comportamento, qual seria sua ação: “Daniel propôs no seu coração não se contaminar”.

b.1. Foi neste ponto que Daniel venceu, e exatamente neste aspecto que Caim se destruiu. Daniel venceu por causa das atitudes existentes em seu coração para com Deus. Somos o produto das atitudes que estabelecemos no coração. Manter uma boa atitude é o que nos diferencia como pessoas neste mundo, pois “nossas escolhas não apenas direcionam o nosso futuro como também afetam o que nós somos hoje”.
c. Ao falarmos de atitudes e escolhas, lembremos de que Paulo nos ensina a ter a atitude vitoriosa de Cristo Jesus. Vejamos Filipenses2: 5.: “Tendes em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo”. Jesus, quando neste mundo em forma humana, viveu movido pela atitude de glorificar a Deus, alcançando o homem perdido em seus pecados. Foi essa escolha que levou Jesus, mesmo sendo em forma de Deus, a esvaziar-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens. Foi essa escolha que gerou a sua vitória, foi essa escolha que o fez ser exaltado.

c.1. A atitude de glorificar o pai fez toda a diferença quando Jesus enfrentou a agonia, a angústia no Getsêmani e a humilhação da cruz. Foi essa escolha que o fez dizer: “Que não seja a minha vontade e sim a tua. Por estar com um coração rendido ao pai Jesus, fez a escolha certa, e mais tarde foi exaltado, passando a ter um nome que está acima de todo nome.

c.2. Quando rendemos nosso coração a Deus, recebemos também o coração dEle em nós, e quanto mais próximo estamos do seu coração e do conhecimento de sua vontade, mais fácil se torna obedecer-lhe. É isso que nos mantêm no caminho da vitória. É isso o essencial para a vida!

c.2.1. Mas, para nos rendermos a vontade de Deus precisamos praticar as palavras de Jesus conforme estão Lucas 9:23-25.: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou a causar dano a si mesmo?”
c.2.2. Eugene peterson interpretou estas palavras de Jesus da seguinte maneira: “Qualquer um que deseja estar comigo tem que me deixar liderar: Você não está no lugar do motorista – eu estou.”

c.2.3. Mas, qual tem sido a sua escolha? Você tem agido como o motorista da sua vida, de suas decisões, de suas atitudes? Então, você está num carro completamente desgovernado, que a qualquer momento pode sair da pista e bater contra uma árvore. Mas, se sua escolha é colocar Jesus como este motorista, então, pode ter plena certeza de que este carro vai chegar ao seu destino!

5 - As atitudes da Sindrome de Caim

a. Pegue um pote de barro e pinte com uma tinta qualquer. Aquela fina camada de tinta será capaz de esconder o barro. Talvez ninguém perceba que o pote seja de barro, por causa de uma fina camada de tinta. Mas, se o pote quebrar todos verão que ele é feito de barro.

a.1. Veja o que diz Provérbios 28:14.: “como uma camada de esmalte sobre um vaso de barro, os lábios amistosos podem ocultar um coração mau”.

a.2. Alguém já disse que as aparências enganam. Ao examinarmos a vida de Caim constatamos essa realidade. Ele tinha a aparência de alguém correto, interessado ofertar a Deus, mas a aparência de Caim escondia suas reais intenções e atitudes.

b. Existem atitudes na vida de um homem, que podem até parecer boas e corretas, porém podem impedir este de avançar, fazendo-o cair em ruína.

5.1. Incapacidade de assumir responsabilidades

a. A oferta de Caim não era adequada. Deveria conter sangue. Afinal, todo sacrifício animal continha sangue. Mas, Caim apresenta a Deus um produto próprio de suas mãos, desconsiderando as regras estabelecidas para a realização de um sacrifício, e dessa forma, ignorando, os princípios da expiação vicária, que mais tarde teria cumprimento total na crucificação.

b. Na oferta oferecida a Deus, Caim revela sua indisposição para assumir responsabilidades. Sua responsabilidade era oferecer uma oferta segundo os princípios estabelecidos, mas não o faz. Ele erra ao agir assim, mas erra mais ainda ao não reconhecer que errou. Deveria ter agido com responsabilidade, reconhecendo que sua oferta estava aquém das expectativas divinas, e portanto, ter corrigido seu erro. Mas, em vez de agir, reage!
b.1. Veja sua reação: “Mas (Deus) não aceitou Caim nem a sua oferta. Por isso, Caim se enfureceu e o seu rosto se transtornou.” Eis aqui, uma reação de caráter negativo.

b.2. Caim deveria ter reagido de outro modo, admitindo que agira de forma incorreta e então voltar a apresentar novamente a sua oferta do jeito certo. Mas, sua atitude de não admitir erros e não assumir responsabilidades por seus atos, o lança-o no rumo da sua própria destruição.

c. A incapacidade de assumir responsabilidades é um problema presente em nossos dias. Quantos resistem a idéia de que precisam admitir sua culpa, reconhecer seus erros e responsabilidades pelos infortúnios e fracassos pessoais. Alguns não poupam sequer seus antepassados. Dominados pela síndrome de Caim, culpamos pais, avós, etc… Outros, estão prontos para culpar igreja, amigos, pastor, pelos seus fracassos e crises pessoais. Como é difícil para muitos admitirem: “Eu sou o culpado e responsável por essa ou tal situação.”
d. A síndrome de Caim transforma-nos em pessoas muito mais inclinadas para reagir do que agir. Pessoas que estão concentradas em reações, podem ser tentadas a se deixar levar pelas piores e mais negativas atitudes.

5.2. Viver como se a vida fosse uma competição

a. Ao invés de ficar alegre com as conquistas de Abel, Caim se amargura, fica desgostoso. Caim vê a vida como uma competição. Ao ver assim, não se alegra com o crescimento, conquistas pessoais dos outros. Caim era o tipo de pessoa que precisava empatar com os outros que viviam ao seu lado. Caim ansiava pela igualdade. Ele não admitira que sua oferta fosse recusada enquanto a do outro fosse aceita.

b. Em quantas famílias as pessoas são destruídas por essa atitude errada. Patrões, empregados, cônjuges, pais, filhos, amigos que se arrebentam por enxergar a vida dessa forma – uma verdadeira e continua competição! Um lugar onde se deve sempre ter um vencedor e um derrotado. Não consideram a possibilidade de que poderiam se alegrar com o sucesso daqueles que convivem a seu lado, apenas adorando a Deus de todo coração. São dominados pela Sindrome de Caim!

5.3. Valorização exagerada de si mesmo

a. O orgulho impediu Caim de tentar ofertar novamente, de modo a procurar ser aceito por Deus. A soberba é a maior parceira das desgraças na vida de um homem. Tentar de novo? Reconhecer o erro? Isso é uma vergonha! É assim com Caim. Ele permite que o orgulho domine seu coração por inteiro.

b. O orgulho de Caim o faz pensar que sua vontade era mais importante que a vontade de Deus. O jeito de Caim de ser, era a seu ver, a única maneira de viver a vida.

b.1. Veja o que faz Caim em Gênesis 4:16-17: “Então Caim afastou-se da presença do Senhor e foi viver na terra de Node, a leste do Éden. Caim teve relações com uma mulher, e ela engravidou e deu a luz Enoque. Depois Caim fundou uma cidade, à qual deu o nome do seu filho Enoque.”
b.2. Preste atenção as palavras do texto acima: …foi viver… teve relações… fundou uma cidade… Qual foi o nome da cidade? Enoque, o nome de seu filho! Caim no controle de tudo, vivendo a vida do seu jeito, conforme sua vontade, auto suficiente, determinado em fazer as coisas a seu modo, baseado em sua própria força, rejeita a direção e soberania de Deus sobre sua vida.

c. Caim age a seu jeito, à sua maneira, como um orgulhoso convicto. A filosofia de Caim era: “Já que Deus não me aceitou, vou fazer do meu jeito. Nada de clamar pela bondade e misericórdia de Deus. Nada de buscar direção e harmonia com Deus.
 
| Autor: Pastor Josias Moura de Menezes |
Divulgação: estudosgospel.com.br |